sábado, 29 de junho de 2013

EM DEFESA DA PURA DOUTRINA DA VOLTA DE JESUS .

EM DEFESA DA PURA DOUTRINA DA VOLTA DE JESUS

Ideias erradas sobre a segunda vinda de Jesus se multiplicam cada vez mais. Milhares de pessoas creem na segunda vinda de Jesus, mas de forma diferente. Assim é que Satanás está preparando as pessoas com crenças erradas para poder aparecer como falso cristo a fim de levar muitas pessoas após si e de seus ensinos (Mateus 24:5; I Timóteo 4:1).

1. A segunda vinda de Jesus ocorre com a morte de um cristão? A Bíblia fala da vinda de Cristo mais de 1500 vezes, mas nunca declara que esse acontecimento tem lugar na morte do cristão. Aliás, as circunstâncias ligadas com Seu retorno, excluem tal hipótese. Por exemplo:
a) As perguntas dos discípulos: Eles perguntaram a Jesus, “que sinal haverá da tua vinda e do fim do mundo?” (Mateus 24:3). Na pergunta e nas respostas de Jesus nada tem a ver com a morte da pessoa, mas que apontam para um evento em uma época definida na história deste mundo.
b) Destruição dos ímpios: Na vinda de Cristo, os ímpios deverão ser destruídos (Mateus 13:40-42). Assim o evento grandioso da segunda vinda de Cristo trará justiça aos injustos que não creram, por isso perecerão (João 3:16). Quando, porém, foi destruído um ímpio na morte de um justo?
c) Ressurreição e transformação dos justos: Na vinda de Cristo ressuscitarão transformados os justos que morreram no pó da terra e os vivos serão igualmente transformados (I Tessalonicenses 4:16-17; I Coríntios 15:51-54). Mas quando foi que algum justo ressuscitou ao morrer, ou quando foi transformado algum justo vivo por ocasião da morte de um outro justo?
d) Todo olho verá em vida a vinda de Jesus: Na segunda vinda, as pessoas verão a Jesus vindo nas nuvens do Céu (Apocalipse 1:7; Mateus 24:30); e, isso não é na morte, mas em vida (I Tessalonicenses 4:15). Assim, conclui-se que não é na morte que se realiza a segunda vinda de Cristo.

2. A segunda vinda de Cristo ocorre na conversão de um pecador? Algumas pessoas alegam que Jesus vem para aqueles que se convertem. Porém, o apóstolo Paulo, escrevendo a nós, via Tessalonicenses, disse: “dos ídolos vos convertestes a Deus, para servir o Deus vivo e verdadeiro, e esperar dos Céus o Seu Filho...” (I Tessalonicenses 1:9-10). Essas pessoas já estavam convertidas, mas Paulo os aconselhou a esperar dos Céus a volta de Jesus. Sempre que Paulo, em suas cartas, fala da volta de Cristo, não mostra que seja um evento passado, mas sim, um acontecimento futuro, em que os crentes, tanto os recém conversos como os que já da há muito convertidos, deviam centralizar suas esperanças. A conversão é que devia prepara-los para esse evento glorioso. Assim, conclui-se que não é na conversão que se dá o evento da volta de Jesus.

3. A segunda vinda será invisível com um arrebatamento secreto? Os fundamentalistas creem que a volta de Jesus será invisível ao mundo, conhecida pelo arrebatamento secreto da igreja. Segundo essa mesma doutrina, Cristo virá em duas fases, separada por um período de sete anos, sendo a primeira – para a igreja – secreta e invisível à humanidade; e, a segunda – com a igreja – amplamente manifesta e acompanhada de grande glória e majestade. Este ensino é uma manipulação exegética dos textos bíblicos, portanto, contrário ao assunto claro do evento real, grandioso e impactante da segunda vinda de Cristo. Como a Bíblia descreve que será um evento gigantesco não haverá silêncio e nada de secreto (Salmo 50:3; I Tessalonicenses 4:16), conclui-se que a teoria de vinda invisível de Cristo e o arrebatamento secreto difere da Palavra de Deus.


4. A segunda vinda de Cristo já ocorreu espiritualmente em 1914? Os russelitas que se autodenominam Testemunhas de Jeová, ensinam que Cristo já veio, em espírito, em 1914. Porém, a Bíblia é clara ao declarar que: “o mesmo Senhor descerá do Céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus...” (I Tessalonicenses 4:16). Os anjos de Deus disseram aos discípulos: “Varões galileus, por que estais olhando para o Céu? Esse Jesus, que dentre vós foi recebido acima no Céu, há de vir, assim como para o Céu o viste ir” (Atos 1:11). Sendo que a Bíblia ensina repetida e categoricamente que a segunda vinda de Cristo será pessoal, literal e visível a todos, fica evidente que tal ensinamento espiritual da vinda de Cristo não tem base bíblica; na verdade, as Escrituras Sagradas excluem completamente a forma doutrinaria da vinda de Jesus pregada pelos seguidores de Charles Taze Russel.

Convido você, meu caro leitor, a rever as crenças equivocadas à luz da Bíblia quanto ao maior evento de maior espetáculo que está para acontecer no mundo. Satanás tem tentado desviar a todos de uma compreensão puramente bíblica para crenças distorcidas, a fim de que você não saiba sobre a verdade e seja enganado por ele. Abra os olhos, estude a Bíblica com oração e dependência do Espírito Santo.
Pr. Heber Toth Armí

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Escritor evangélico brasileiro rejeita imortalidade da alma

Escritor evangélico brasileiro rejeita imortalidade da alma


Ed René Kivitz é um conhecido escritor evangélico. Além de teólogo com mestrado em Ciências da Religião (Universidade Metodista de São Paulo), ele é pastor da Igreja Batista de Água Branca, em São Paulo, capital. Em seus livros e palestras, ele enfatiza o que é chamado de “missão integral”. Segundo essa ideia, a salvação não é apenas algo relacionado à “alma” do ser humano, mas envolve a pessoa completa: dimensão social, física, psicológica e espiritual. O resultado disso é uma pregação mais abrangente e relevante do evangelho. Em uma de suas recentes palestras, intitulada “O evangelho todo para o homem todo”, ele explica: “O cristianismo não ensina a imortalidade da alma, ensina a ressurreição. O que não morreu, não pode ressuscitar. Quem acredita na ressurreição, necessariamente deve acreditar na realidade da morte.
“A ideia da imortalidade da alma não é cristã, é grega”, prossegue Kivitz. “É a crença no dualismo espírito-matéria que compreende o corpo como ‘prisão da alma’, como acreditava Platão. O corpo é o invólucro da pessoa, cuja essência é o espírito. Nessa compreensão, na morte, o espírito se desprenderia do corpo e poderia, então, caminhar rumo à sua plena realização. O espiritismo vai pegar essa ideia e dizer que a reencarnação do espírito é o caminho do aperfeiçoamento.
“Mas a Bíblia ensina diferente. A antropologia bíblica, entretanto, apresenta o ser humano como uma unidade corpo/espírito, que atende pelo nome de alma vivente. A alma não é um terceiro elemento, como café (corpo), leite (espírito) e canela (alma). A alma é o nome do conjunto corpo (café) e espírito (leite). A alma é o café com leite, misturados originalmente com intenções definitivas. ‘Então o Senhor Deus formou o homem do pó da terra e soprou em suas narinas o fôlego de vida, e o homem se tornou um ser vivente’ (Gênesis 2:7).
“A morte é a separação entre corpo e espírito e, justamente por isso, é a destruição da pessoa. A Bíblia não considera que ‘o espírito é a pessoa’, e que quando o corpo morre a pessoa continua viva, pois o espírito se desprende do corpo e atinge sua plenitude. A Bíblia não considera que exista pessoa sem corpo. Na verdade, uma ‘pessoa sem corpo’ é um defunto, está morta.
“A esperança cristã, portanto, não é a imortalidade da alma, mas a ressurreição. A ressurreição é a vitória total, a reintegração perfeita das facetas humanas que nunca deveriam ter sido separadas pela morte.
“A partir dessa concepção antropológica: o ser humano é uma unidade corpo-espírito, podemos concluir que não pode haver separação entre cuidar do corpo ou do espírito, pois cuidamos mesmo é da pessoa, que chamamos de ‘homem todo’. A ação que se destina apenas ao cuidado do espírito de um ser humano, na verdade é uma ação voltada ao não-homem, pois não existe ‘só o espírito’. [...]
“Parafraseando Ortega Y. Gasset, podemos dizer que Jesus é Salvador do ‘homem e suas circunstâncias’, que engloba a vida em suas dimensões física, psico-emocional, espiritual, social, econômica, política e outras.
“É por esta razão que o Novo Testamento chama de salvação tanto a cura do corpo quanto o perdão para os pecados (Mateus 9:1-8); tanto a ressurreição do corpo (João 11) quanto a superação do poder do dinheiro (Lucas 19:1-10); tanto a libertação do cativeiro dos espíritos diabólicos quanto a reintegração social (Marcos 5:1-20). [...]
“A missão da igreja, portanto, não consiste apenas do testemunho de uma mensagem verbal, convocando espíritos humanos a que recebam perdão para os pecados e se acomodem na esperança do céu pós morte. A missão da igreja consiste em levar o evangelho todo para o homem todo, convocando pessoas (unidade corpo-espírito) para que se integrem e participem do reino de Deus desde já, rendendo todas as áreas e dimensões da existência humana à autoridade de Jesus.”

sábado, 8 de junho de 2013

Porque não sou Adventista do Sétimo Dia!!!

 

Discipulado cristão
Alimento sólido
Os adventistas do 7ª dia parte II
Introdução.

A seguir estão alguns estudos sobre as seitas. Nem todos os aspectos de cada seita serão tratados, e nem todas as seitas serão abordadas. O importante é a gente saber as razões que fazem as seitas surgir se mantiver e crescer. Por exemplo, em Êxodo 19 e 20 vemos os judeus recebendo as Leis de Deus através de Moisés. O povo, amedrontado ao ver os efeitos da manifestação de Deus no monte Sinai (Êxodo 19:17-18; 20:18), disse a Moisés o seguinte: "Fala tu conosco, e ouviremos: e NÃO FALE DEUS CONOSCO, para que não morramos." Êxodo 20:19 Pessoas com medo de Deus?! Podemos dizer, com certeza absoluta, que o que caracteriza as seitas é o medo de Deus incutido nos seguidores por seus líderes.

Diagrama das seitas com base em Êxodo 20:19:

ÊXODO 20:19
TEST. JEOVÁ
CATÓLICOS
MÓRMONS
DEUS fala a 
DEUS fala ao 
DEUS fala ao
DEUS fala ao 
MOISÉS
Corpo Governante
Papa
Profeta Vivo
e ele fala ao
e ele fala ao
e ele fala ao
e ele fala ao
POVO
POVO
POVO
POVO

Como cristãos sabemos que o único mediador entre Deus e os homens é Jesus Cristo. (1 Tm 2:5) Ainda que os líderes sejam importantes, nenhum deles pode substituir nossa relação direta com Deus através de Jesus Cristo.
  
DEUS SANTO
   |
   JESUS
   |
   HOMEM PECADOR

HISTÓRIA: com a pregação de William (ou Guilherme) Miller, nos EUA, em 1831, surgiu o Movimento do Advento (advento quer dizer volta, vinda). Volta de Jesus marcado para 1843, depois 1844.
Nome oficial: Igreja Adventista do Sétimo Dia (IASD), adotado em 28-09-1860. Em maio de 1863 foi organizada a Associação Geral dos Adventistas do Sétimo Dia.

LITERATURA SAGRADA: Bíblia + livros de Ellen White.
- "Pouca atenção tem sido dada à Bíblia, e o Senhor nos deu uma luz menor para guiar homens e mulheres a uma luz maior" (Orientação Profética do Movimento Adventista, p.108).
- "Cremos que... Ellen White foi inspirada pelo Espírito Santo e seus escritos, o produto dessa inspiração, têm aplicação e autoridade especial para os adventistas do sétimo dia. Negamos que a qualidade ou grau de inspiração de Ellen White sejam diferentes dos encontrados nas Escrituras Sagradas". (Revista Adventista de fevereiro de 1.984, página 84)
- "Disse o meu anjo assistente - Ai de quem mover um bloco ou mexer um alfinete dessas mensagens" (Primeiros Ensinos, p.258)
- anjo assistente? – veja Gálatas 1:8-9
- nosso assistente é o Espírito Santo - João 14:26

ADVERTÊNCIAS BÍBLICAS SOBRE AS SEITAS

Jesus falou sobre o falso profeta que se apresenta vestido como ovelha - Mt.7:15
Disse que surgirão falsos cristos que enganarão a muitos - Mt.24:11
Tais falsos cristos e falsos profetas farão grandes sinais e prodígios - Mt.24:24
Paulo advertiu várias vezes sobre as ações dos falsos profetas no meio da igreja:
Atos 20:28-31a; Rom.16:17-18; 2 Cor.2:17; 2 Cor.4:2; 2 Cor.11:3-4; 2 Cor.11:13-15; Gál.1:6-10; Gál.2:4-6; Ef.4:14; Fp.1:17; Fp.3:17-18; Col.2:8; 1 Tim.1:3,19; 1 Tim.6:3; 1 Tim.6:20-21; 2 Tim.1:13; 2 Tim.2:18; 2 Tim.3:8; 2 Tim.4:3-4,10; Tito 1:9-16

DOUTRINAS

A Profecia de Daniel 8:14

- Santuário a ser purificado era a Terra
- 2.300 "dias proféticos" – dia=1 ano (Nm 14:34, Ez.4:6)
- Início da profecia: Daniel 9:25 - 457 AC (Esd.7:11-26)
- 457 AC + 1843 anos = 1843 DC
- Remarcado para 22-10-1844

Refutação: não devemos saber o dia da volta de Jesus (Mt.24:36, At.1:7); as 70 semanas de Daniel não têm interpretação fácil –Dn 9:25; reconstrução do templo ou da cidade de Jerusalém? (Esd.7:11-26); qual a data para o decreto de Artaxerxes? 445 ou 457 AC; 2300 meio-dias, dias ou anos?

A Visão de Hiran Edson

- 22-10-1844 foi o "Dia do Grande Desapontamento"
- Miller errou quanto ao local, mas acertou na data
- Local não era a Terra, mas o lugar Santíssimo
- Jesus iniciou nessa data o Juízo Investigativo antes de completar a obra de redenção do homem
Refutação: Mentiras em nome de Deus (Jó 13:7); um abismo chama outro (Sl.42:7)
Redenção incompleta?
O Juízo Investigativo no Céu

"Durante 18 séculos este ministério continuou no primeiro compartimento do santuário. O sangue de Cristo (...) assegurava-lhes perdão e aceitação perante o Pai; contudo ainda permaneciam seus pecados nos livros de registro." (...) "Antes que se complete a obra de Cristo para redenção do homem, há também uma expiação para tirar o pecado do santuário" "Este é o serviço iniciado quando terminaram os 2.300 dias. Naquela ocasião, conforme fora predito pelo profeta Daniel, nosso Sumo Sacerdote entrou no lugar santíssimo para efetuar a última parte de Sua solene obra – purificar o santuário". (O Conflito dos Séculos, p.420)

"O Ministério de Cristo no Santuário Celestial. Há um santuário no Céu. Nele Cristo ministra em nosso favor, tornando acessíveis aos crentes os benefícios de Seu sacrifício expiatório oferecido uma vez por todas, na cruz. Ele foi empossado como nosso grande Sumo Sacerdote e começou Seu ministério intercessório por ocasião de Sua ascensão. Em 1844, no fim do período profético dos 2.300 dias, Ele iniciou a segunda e última etapa de Seu ministério expiatório. O juízo investigativo revela aos seres celestiais quem dentre os mortos será digno de ter parte na primeira ressurreição. Também torna manifesto quem, dentre os vivos, está preparado para a trasladação ao Seu reino eterno. A terminação do ministério de Cristo assinalará o fim do tempo da graça para os seres humanos, antes do Segundo advento." (As 28 Crenças Fundamentais - hiperlink -

COMENTÁRIOS:

- Para justificar o fracasso do advento, Hiran Edson desenvolveu a heresia da purificação do Santuário Celestial (Hb 9:24)
- Jesus ficou no lugar santo celestial desde sua ascensão fazendo apenas serviço dos sacerdotes
- Iniciou a obra de sumo sacerdote em 22-10-1844 quando entrou no lugar santíssimo do santuário celestial
- A expiação na cruz confere perdão, mas não cancela os pecados
Refutação: Jesus entrou na presença de Deus após sua ascensão (Hb.6:19-20; 7:23-28; 8:1-2; 9:1-14, 24-26; 10:19-20). A expiação feita por Jesus na cruz anula para sempre os pecados (Ef.1:7; 1 Jo.1:7)

Satanás é um co-Redentor dos pecadores?

- "Quando Cristo... remover do santuário celestial os pecados de Seu povo, Ele os colocará sobre Satanás, que, na execução do juízo, deverá arrostar a pena final" (O Conflito dos Séculos, p.421)
- "Cristo porá todos esses pecados sobre Satanás"(p.489). Ele ficará aprisionado na Terra por mil anos e "sofrerá finalmente a pena completa do pecado nos fogos que destruirão todos os ímpios. Assim, o grande plano da redenção atingirá seu cumprimento na extirpação final do pecado e no livramento de todos os que estiverem dispostos a renunciar ao mal" (p.489).
- Um dos bodes para expiação em Lv.16:5,9,10,20-22 representava Satanás, que levará sobre si os pecados dos salvos.
Refutação: Isaias 53:4



Lei será norma no julgamento (desde 1844)

"A fim de se prepararem para o juízo, é necessário que os homens guardem a lei de Deus. Esta lei será a norma de caráter no juízo" (O Conflito dos Séculos, p.436).
"A lei de Deus é a norma pela qual o caráter e vida dos homens serão aferidos no juízo" (p.486)
Refutação: Toda a carta aos Gálatas (4:8-11)

Igreja Cristã Apostatou

- Devido à apostasia geral, a igreja deixou de existir no final do 1o século
- Reorganizada em 1863
- A IASD é a única igreja verdadeira

Refutação: A igreja de Jesus jamais deixou de existir (Mt.16:16-18; 7:24-27; 13:24-30, 36-43; Jo.15:16; Ef.3:20-21; 1Tm.3:15; Hb.12:28); a apostasia, desvio da fé, foi parcial (1Tm.4:1; 2Ts.2:1-12; 2Pd.2:1-2; Jd.1:17-24)

Jesus Cristo é o Arcanjo Miguel e tem Natureza Pecaminosa?

- "Ele lhes foi revelado como o Anjo de Jeová, o Capitão do exército do Senhor, o Arcanjo Miguel" (Patriarcas e Profetas, pág. 366).
- "De sua parte humana, Cristo herdou exatamente o que herda todo o filho de Adão - uma natureza pecaminosa" (Estudos Bíblicos, CPB, edição de 1979, pp. 140-141)
Refutação: Jesus botou o diabo pra correr (Mateus 4:10); Miguel não (Judas 9).
Jesus é 100% santo - (Hebreus 7:26)

26 razões pôr que você não ser Adventista do Sétimo Dia.

ADVENTISTA
(APENAS UM ESCLARECIMENTO)
Copiado do Livro do Pastor Solon Teixeira

lª) PROVA HISTÓRICA SEM APOIO DO ESPIRITO SANTO.

Não somos adventistas do 7° Dia, porque não há prova histórica de que esse movimento tenha se originado do Espírito Santo, como ocorreu com as igrejas evangélicas.

2ª) ORIGEM DO ADVENTISMO DO SÉTIMO DIA.

Não o somos, porque o adventismo raiou dos "estudos" do fazendeiro Guilherme William Miller iniciados em l8l8 e plenamente propagados por ele a partir de 1831, sem, contudo, ensinar a observância do descanso sabático, pois este ensino já foi aplicado por sua sucessora posteriormente.

3ª) DECEPÇÕES DE GUILHERME WILLIAM MILLER.

Jamais teríamos coragem de ser adventistas do 7° Dia, porque essa seita está fundamentada sobre o engano ou mentira; uma vez que Miller, baseando-se em Dn B.14, enfatizou que Jesus Cristo voltaria à terra em 21-03 ou 10/12/1643; mas como isto não ocorreu, ele a mudou para 21/03 e ou 12/10/1644; porém novamente falhou vergonhosamente, passando assim para o rol dos falsos profetas, conforme sen-
tença em Dt 16.20.22. Graças a Deus, porém, que ele teve a felicidade de não ser linchado pelo povo frustrado no último dia marcado, e de conseguir fugir, abandonar o movimento, humilhar-se e voltar à Igreja Batista de onde era antes e falecer, na bendita e gloriosa esperança da vida eterna isto em 20/1 1/1649.

4ª) DECEPÇÕES DE HELEN GOLDEN WHITE.

Fugiremos do adventismo do sétimo dia, porque essa sucessora de Miller, não se decepcionando com as falsas profecias de seu mestre, teve ainda a insensata ousadia de remarcar a data da vinda de Cristo para 1647, 50, 52, 54, 55, 63, 66, 67, 66 e 77; todavia Ele não veio, deixando-a envergonhada com seus adeptos, por não respeitarem Mt 24.36; 25.13; At. 1.7; l Ts 5.1,2.

5ª) FALSOS PROFETAS ASSINALADOS.

Mesmo já sendo adventistas por acreditarmos no 2° advento de Cristo, isto é, em Sua 2º vinda, não podemos ser adventistas do 7° Dia, porque tanto o mestre Miller como sua substituta WHITE, que o propalara, são classificados de falsos pela própria Bíblia que nos avisa em Jr 14.14, Is; 23.21,22; Ez 14.9, que o sinal dos profetas falsos é sempre o não cumprimento de suas profecias, assim como ocorreu com os dois famosos pioneiros do adventismo.

6ª) ORIGEM DA OBSERVÂNCIA DA GUARDA DO SÁBADO

Não "guardamos" o sábado, porque essa observância começou, na Dispensação da Graça, não pelo Novo Testamento, mas através duma "revelação" que Wnite disse haver recebido, do 4° mandamento escrito fulgurantemente em alto relevo no céu, diante do que ela subentendeu que esse "sinal" estava exigindo o descanso sabático; mas a verdade é que dos 7.957 versículos do Novo Testamento ARA ou dos 7.956 do ARC, não há um só versículo que nos autorize a "guardar" o sábado.

7ª) HISTERISMO DE HELEN GOLDEN WHITE.

Não podemos nos submeter a essa exigência de White, porque além de suas revelações falsas quanto á vinda de Cristo; vários comentaristas afirmam que o médico dela, o qual era também adventista, declarara que ela sofria de forte histerismo e que nas ocasiões de suas crises é que ela recebia as tais revelações, diante do que podemos declarar que seria loucura, insensatez ou no mínimo, fanatismo; acreditar-se em tal profetisa.

8ª) RAÍZES DO ADVENTISMO NA AREIA MOVEDIÇA

Não somos adventistas do 7° Dia, porque se as raízes são santas, os ramos também são (Rm 1 1.16 e 18), mas é claro que se as raízes são podres ou estão fundamentadas em areia movediça da mentira, conforme já vimos nas razões 3, 4 e 5, então é óbvio, como a luz meridiana, que os ramos também são falsos e podres, e poderão ruir a qualquer momento, conforme ensina Mt 7.15 -27 acerca dos falsos profetas, da árvore má e da casa fundamentada na areia. QUE "PENA", NÃO E?!

9ª) HOMENS PIEDOSOS NÃO GUARDARAM O SÁBADO.

Não observamos a "guarda" do sábado, porque além do Novo Testamento não requerê-la em parte alguma, os homens mais piedosos e mais usados por Deus que a História Sacra registra, depois dos apóstolos, como sejam Spurgeon, Moody, George Muller, Lutero, Gunnar Vingren, Daniel Berg e muitos outros, jamais a observaram, entretanto foram indescritivelmente usados poderosamente por Deus, mesmo repousando aos domingos.

10ª) MANDAMENTOS DO DECÁLOGO REPETIDOS.

Rejeitamos o adventismo do 7° Dia, porque assim como os católicos romanos falam em Maria cerca de 9096 mais que em Jesus Cristo, assim fazem também os sabatistas com referência ao sábado; no entanto o Novo Testamento não reforça o 4° mandamento nem sequer uma vez, não obstante reforce todos os demais do decálogo. Vejamos, pois, esta pesquisa de alguém sobre os dez mandamentos em 20 de Êxodo:

O 1°, 20.2,3; é repetido em o N T 50 vezes;
O 2°, 20.5,6; é repetido doze vezes,
O 3°, 20.7; é repetido somente quatro vezes;
O 4°, 20.8~1 1, referindo-se ao sábado, ZERO vezes;
O 5°, 20.12, este é repetido seis vezes;
O 6°, 20.13; é também repetido seis vezes;
O 7°, 20.14; repete-se 12 vezes, já pensou?
O 8°, 20. Is; este é repetido também seis vezes;
O 9°, 20,16; acredita-se que apenas quatro vezes;
O 10°; é repetido nove vezes. Entendeu bem???????


Encontramos estas repetições em Mt 4. l0; 1 Jo 5.21; Mt 5.33;15.27; 5.27;19.18; Rm 7.7; At 17.23-31; 1 Co 6.9, l0; Ef 4.28; Cl 3.9; Tg 4. 1 1 ; Ef 5.3 ; Mt 3. 1 7 22. 3 6-40; Mc 9.7 e muitos outros. Não obstante

os adventistas do 7° dia não conseguem ver a nada disto devido o véu que ainda estar neles. Veja Raz. 55.

1lª) JESUS, O SENHOR DO SÁBADO DE VERDADE.

Deixamos de lado a observância do repouso sabático, porque mesmo que os sabatistas digam que Mt 12.8 revela o dia do SENHOR a ser "guardado," lembramo-lhes que Jesus estava explicando aos sabatistas da época, que embora eles cressem que o sábado era maior do que todos os demais mandamentos, mesmo assim, Ele, Jesus, era, é, e será sempre o SENHOR até do sábado e, portanto, tinha, tem e terá domínio sobre ele, podendo mudar sua observância ou encerrar sua ação quando bem LHE conviesse, conforme fizera no mesmo capítulo por eles acima citado, a partir de 9-14; Lc 6.2...

12ª) JESUS NÃO GUARDOU O SÁBADO COMO QUERIAM.

Discordamos dos pontos de vistas sabáticos, porque Jesus não "guardava" o sábado à maneira dm sabatistas, e isto Ele fazia, porque era SENHOR do sábado e não escravo dele; pelo que mesmo sendo fiel cumpridor da Lei, "guardava" não diferente que foi acusado por eles como quebrantador do sábado. Mt. S.17; Jo 5. 10,16-18; 9.16 etcetara.

13ª) PROVA DO TRABALHO DE JESUS.

Não aceitamos a insinuação dos sabatistas de que o sábado é o dia do Senhor mencionado em Ap 1. lo, e que por isto deve ser "guardado", porque o próprio Jesus efetuou muitos trabalhos nos sábados. Vejamos, pois apenas alguns deles:
Curou a sogra de Pedro, Lc 4.38-39.
Curou o homem da mão mirrada, Lc 6.6-17
Curou a Mulher paralítica, Lc 13. 10- 1 7
Curou o paralítico e o mandou carregar a cama, Jo 5. Fabricou lodo e curou com ele o cego...Jo 9.1-7, etc.
Ora, todas estas foram curas literais e não espirituais e se elas não foram trabalho, então os médicos não trabalham. A verdade, porém, é que o próprio Jesus Cristo disse: "Meu Pai trabalha até agora e eu trabalho também". Jo 5.17.

14ª) SINAL DA BESTA E OS SANTOS DO ALTÍSSIMO.

Não conseguimos concordar com os adventistas do 7° Dia, porque eles afirmam que os não guardadores do sábado têm o sinal da besta, entretanto interpretando Dn 7.25, declaram, na Pg. 149 do "8ible Readvys", que os santos do Altíssimo ali citados, são os crentes que foram mortos na Idade média pela inquisição da Igreja Católica Romana, quando na verdade eles nunca "guardaram" o sábado. já pensou isto? Em um lugar eles dizem que os não guardadores do sábado têm o sinal da besta e em outro lugar ressaltam que são os santos do Altíssimo, assim sendo como nos seria possível crer em um sistema doutrinário tão contraditório?

15ª) ANJOS GUARDANDO O SÁBADO COM OS ADVENTISTAS.

Pensando-se bem, nem de longe seríamos sabatistas, porque eles dizem, no "Espiritual Gifts", volume 1, pág. 13 e no "Biblical lntitute", pág. 145, que as hostes angelicais observam o sábado juntos com todos os sabatistas do mundo em um mesmo período. Entretanto sabemos que quando aqui no Brasil são 6h da manhã, no Japão já são 6h da tarde; diante do que é plenamente impossível, guardarem-no ao mesmo tempo ou no mesmo período. Finalmente, com quem estarão os anjos "guardando" o sábado, com os sabatistas dm Brasil ou com os do Japão? já pensou que dificuldade tremenda para os anjos satisfazerem a insensata interpretação dos "sapientíssimos" sabatistas? Adias até esquecem que o sábado foi feito por causa do homem e não por causa dos anjos. Mc. 2.27

16ª) NÃO PASSARÁ NEM UM JOTA NEM UM TIL...

De forma alguma ratificaríamos a observância da Lei e do sábado, defendida pelos adventistas com Mt 5.18, porque quando Jesus disse que nem um jota e nem um til passariam sem cumprimento, indicava, é lógico, que depois de cumpridas essas observância passariam ou seriam abolidas quando Ele as cumprisse plenamente e estabelecesse Sua Nova Aliança registrada em Mt 26.28; Lc 22.20; 1 Co 11,25; Hb 8.8; 12. 18-24 etc. Isto porque conforme At 7.53; Rm 3. 12-3 1; 1 1.32; Gl 3.22 e muitos outros, ninguém antes de Cristo cumprira a lei totalmente e por isto Ele veio cumpri-la corretamente, sem deixar passar nem um jota nem um til, para então tirar o primeiro e estabelecer o segundo concerto, conforme comprova Hb 10.9.

17ª) A LEI jÁ ENVELHECIDA ENCERROU SUA AÇÃO.

Temos fugido até agora do Velho Concerto, porque quando a Bíblia promete uma Nova Aliança, afirma, categoricamente, que a lª já envelhecera e estava perto de acabar,, para dar lugar a uma Aliança SUPERIOR, Hb 7. 1 1 , 12; 8. 1 3 ; 12.24; a qual nos salvaria do rigor do 1° Concerto e faria isto somente pela fé, sem ajuda do antigo ritualismo e nem do sábado, conforme nos garante o Novo Testamento em Jo
3.16; 5.24; 18.36; Ef 2.8,9; Rm lo.16; Hb 5.9 etc..

18ª) PROMESSAS AOS GUARDADORES DO SÁBADO...

Não nos inclinamos a essas promessas feitas até aos estrangeiros observadores da "guarda" do sábado, conforme Is 56.6 muito citado pelos sabatistas; porque no Novo Pacto não encontramos nem sequer uma promessa feita com referência a observância sabática, mas sim com referência ao temor, á fé, á obediência á Palavra, ao poder do Espírito Santo e ao sangue poderoso de Jesus Cristo, conforme lemos em Jo 17.17; Rm I5.16;1Co 16.11; Hb 13.12;1Pe 1.22; 1 Jo 1.7; Ap 5 19 etc.

19ª) SINAL DE DEUS PARA ISRAEL E NÃO P/ A IGREJA.

Não temos nenhuma obrigação de repousar no sábado, porque este é um sinal entre Deus e Israel e não entre Deus e a Igreja, e por que nos intrometermos naquilo que não nos pertence, não é de nossa conta nem de nossa competência? Veja-se, sem dúvida alguma, que esse mandamento da lei, prende-se unicamente a Israel, conforme comprovam os textos seguintes: Ex 3 1 . 1 2 ~ l 7; Dt 5. 12- 15; Ez 20. 10~ 12 e MI 4.4. Por que tomar o que é dos outros para nós??? Lembrem-se que Pedro já dissera: "Não sofra, porém, nenhum de vós, como... quem se intromete em negócio de outrem; 1 Pe 4. Is, e é claro que esse negócio de sábado é com Israel e não com os gentios e com a Igreja.

20ª) SABATISTAS SENTENCIADOS PELO TEXTO SAGRADO

Sentimo-nos isentos dos deveres sabáticos, porque mesmo os sabatistas aplicando sobre nós Is 56.10~12; Mt 13.14; 23.1...; Lc 16.19- 31 e 1 Jo 2.3, mandando-nos ver neles a nossa sentença, é claro como um meio dia de verão, que se meditarmos imparcialmente nos textos recem-citados, constataremos evidentemente que no 1°, Deus falava para os próprios guardadores do sábado, conforme Is 58. Is; no 2° texto, Jesus atacara os próprios judeus e até os escribas e fariseus fanáticos observadores da lei e do sábado; no 3° observamos o rico chamando Abraão de pai, indicando assim que era judeu e, portanto, "guardador" do sábado, contudo estava em tormento, talvez por haver pensado que somente por "GUARDA-LO" estaria salvo, como alguns sabatistas atuais parecem pensar, uma vez que falam mais no sábado do que no próprio Jesus Cristo; e quanto ao 4° Texto, se o lermos até ao v.17, entenderemos, evidentemente que os mandamentos citados por João em nada se referiam ao sábado, mas sim á santidade e ao amor ágape; diante do que a sentença recai indubitavelmente sobre eles e não sobre nós, não está claro?

21ª) MANDAMENTOS E O SÁBADO EM O NOVO TESTAMENTO.
Ne
m mesmo em sonho pensamos "guardar" o sábado, porque além do Novo Testamento repetir várias vezes a todos os mandamentos do decálogo, excetuando apenas o 4° mandamento referente ao sábado; quando o Novo concerto fala em mandamento, jamais se refere ao sábado como querem provar os sabatistas, citando-nos Jo I5- li17.12,50; 1 Jo 3.23; 4.21. Aliás já dissemos inúmeras vezes a alguns sabatistas, que quando eles nos apresentarem pelo menos um versículo dos 7.957 ou 7.956 vs. do Novo Testamento. (ARS ARC E MELHORES TEXTO EM HB E GREGO), dizendo-nos: "Descanse no sábado, observe o repouso sabático ou guarde o sábado"; seremos também sabatistas. veja, porém, a razão seguinte.


22ª) LEI E MANDAMENTO EXTRA-DECÁLAGO.

Não nos inclinamos ás doutrinas sabáticos, porque os sabatistas tentam nos convencer, sofismaticamente, que quando o N T fala em mandamento, conforme 1 Jo 2.3-5 e outros, refere-se ao decálogo; todavia sabemos que Deus falou antigamente pela lei e pelos profetas, mas por fim nos falou pelo Filho que é um com o Pai e deve ser honrado igualmente, Hb 1.1,2; jo 10.30 e 5.23; diante do que a palavra do Filho é também lei e mandamento, conforme veremos na razão 23. Adém de tudo isto, o N-T deu outros mandamentos, sem mencionar o decálogo e muito menos o sábado. Leia-se, pois: Mt 28. 18-20; Mc 16, 15; Jo 21. I5-17; At 1.2; 1 Co 14.37; 2 Jo 9 etc.

23ª) NÃO ESTAMOS SEM LEI COMO INSINUAM OS SABATISTAS

Dizem os adventistas do 7° Dia, que nós, os evangélicos,' vivemos sem lei por não nos dirigirmos pela sua cartilha interpretativa do Antigo Concerto, mas graças a Deus que ao abrogá-lo, não nos deixou sem lei como pensam os sabatistas, porém nos outorgou a lei de Cristo, o novo "Esposo", Rm7.1-6; chamada lei do Espírito de vida, Rm B-1; a qual atua bem diferente da antiga Mt 5-11-22; Jo I5- l0- l2; Gl 6.2; 1 Co 9.21; 1 )o 3.22-24; 4.21. Vimos, pois nestes versículos, a lei e os mandamentos de Cristo sem se referir ao Sábado tem uma vez porque também o profeta já havia anunciado esta Sua nova doutrina por haverem passado as primeiras coisas. Is 42.1.9.

24ª) O SÁBADO CRAVADO NA CRUZ COM A SUA LEI.

Não nos preocupamos por não repousarmos no sábado religiosamente e sim no domingo, não somos condenados por Tg 1.17 e Ap 14.12; não estamos dizendo que há mudança de Deus e muito menos desobedecendo os Seus mandamentos, conforme dizem de sabatistas que estamos; mas bem ao contrário disto, estamos na verdade declarando com nossa observância do Novo Pacto: que Nele não há mudança nem falha Nm 23.19; que Ele cumpriu, cumpre e cumprirá tudo o que predissera: estabelecimento duma Nova Aliança Jr 31.31-34; a cessação da observância do sábado, Os 2.11 etcetera Isto porque havia se tornado um fardo para Deus, Is 1.12,14 e também porque com o Novo Concerto chegou o tempo do sábado ser cravado na cruz com a lei, a fim de darem lugar à Nova Aliança e ao verdadeiro descanso em Cristo Jesus; porque sendo eles apenas sombras da realidade
Futura, ao chegar esta, tinham que pararem de atuar Mt. l 1.28,29; Gl 2. 16, 1 7; Cl 2. 14; Hb 4.6,9 Etc.

25ª) SÁBADO "ESQUECIDO" PELO APÓSTOLO PAULO.

Não nos lembramos da observância do sábado, porque o grande apóstolo supracitado também não se "lembrou" dela nem sequer uma vez em todas as suas epístolas; apesar de ser hebreu de hebreus e o más intelectual e experimentado dentre os demais apóstolos, e haver sido altamente zeloso pela lei; mesmo assim pregou salvação pela fé, valorizou as boas obras, enfrentou terríveis perseguições dos sabatistas da época, combateu o bom combate e guardou a fé; enfrentou e venceu o mensageiro de Satanás e quando pediu a Jesus para afastar dele o tal mensageiro, o SENHOR lhe disse "a minha graça te basta" 2 Co 12.9, sendo, pois, através dela que ele foi totalmente vitorioso e anda acrescentou ser más do que vencedor e que tudo podia Naquele que lhe fortalecia. Ep 3.5; Ef 2.8- l0; Gl 5.16-21; 2 Co 11.22-26; 2 Tm 4.7,8; Rm 8.37; Fp 4.13 etc. INCRÍVEL; não é? Paulo não contou nenhuma vitória pela "guarda" do sábado, não disse que a coroa estava reservada aos guardadores do sábado, não disse haver combatido o bom combate e guardado o sábado, não falou que para vencer o mensageiro de Satã foi preciso "guardou' o sábado e, finalmente, acerca da obrigatoriedade de guardar o sábado; zero e zero em todas suas treze epístolas. Será que ele escreveu mesmo desse tão importante mandamento dos sabatistas? Que coisa! Por que ele não
escreveu nem sequer um vislumbre inerente à "guarda" do sábado, antes a combateu no tocante aos gentios? Rm 3.21-28; Cl 2.16.17.

26ª) A LEI E O SÁBADO ERAM APENAS SOMBRAS.

Sentimo-nos desabrigados da observância de dias, porque até mesmo o sábado, outros ritos e a própria lei, eram simplesmente sombras registradas no Antigo Testamento para alertar a expectativa da realidade porvir: Cl 2.14-17; Hb 7.18; 8-5,13; l0-1,9; Gl 2.21; 3.25; 4.9, l0 e Jo 1.17. Ora se a realidade já chegou, por que voltarmos a permanecer nas sombras? Elas não nos ampararão das chuvas tempestuosas, escondamos, pois, em Cristo.

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Linguas estranhas....e Batismo com água e com fogo...Seitas...Batismo com ESPÍRITO SANTO.

Ao passo que João Batista pregava no deserto da Judéia, ele declarava: “Eu vos batizo com água para arrependimento. Mas depois de mim virá um que... vos batizará com o Espírito Santo e com fogo” (cf Mt 3:11;. Luc 3:16). Ao longo da Bíblia, muitas vezes o fogo representa o juízo (Gn 19:24, 2 Reis 1:10; Amos 1:4-7, Mt 7:19, 2 Tessalonicenses 1:8; Tiago 5:3), incluindo o castigo eterno (Mt 18: 8; Judas 7). Mas também pode ter um efeito positivo sobre a purificação do povo de Deus (Is 1:25; Zc 13:9; Mal 3:2-3; 1 Coríntios 3:13-15, 1 Pedro 1:7; Ap 3:18) . No contexto da pregação de João, é natural associar o batismo de fogo com o julgamento (cf. Mt 3:10, 12, Lucas 3:9, 17). Por outro lado, João é o primeiro a se dirigir aos crentes, aqueles que estão recebendo o seu batismo em água. Então, alguns acham que as línguas de fogo no Pentecostes é o cumprimento de sua profecia. Mas a construção gramatical em grego (o uso de uma preposição para governar os dois objetos) é mais naturalmente como se referindo a apenas um batismo que envolve tanto a bênção e julgamento (cf. Isa 4:4). O Pentecostes pode muito bem representar as primícias de purgação para os crentes, mas o batismo não está completo até que todas as pessoas experimentem o julgamento final.
Craig L. Blomberg
Bibliografia. 
J. D. G. Dunn, Baptism in the Holy Spirit; NIDNTT, 1:652-57.
Fonte: Baker's Evangelical Dictionary of Biblical Theology. Editado por Walter A. Elwell.


I- “Falo Mais Línguas Do Que Todos Vós” – I Co. 14:18.

O Dom de Línguas
Definição de termos
Línguas = glossolalia (língua – idioma)
Primeiro Evento Bíblico tratando das Línguas
Gênesis 11:7-9 (Torre de Babel)
Línguas como sinal de julgamento.
Isaías 28:11-13
Línguas para o Povo de Deus (Judeus)
Fogo = Condenação/ Julgamento/ purificação ( Isaías 66:15-16 e Zacarias 13:9)
Deus usa o fogo para condenação e purificação (Gênesis 19:24 e Jeremias 6:9)
Aparece 365 vezes no V.T. e 76 vezes no N.T.
Nota: mesmo quando é usado como purificação há sempre o aspecto de julgamento envolvido.

O Que a Bíblia Ensina Sobre
Falar em Línguas
Gary Fisher
Quase todos os grupos religiosos tentam "provar" que são a religião verdadeira. Freqüentemente, eles apelam para algum tipo de sinal, milagre ou experiência sobrenatural. Os católicos, por exemplo, citam o aparecimento de Maria; os mórmons alegam as visitas de um anjo a Joseph Smith; os espíritas têm uma variedade de sinais e manifestações do sobrenatural; a Igreja Universal do Reino de Deus, todas as noites, realiza curas, expulsões de demônios e milagres; as igrejas pentecostais tradicionais têm línguas, curas, e o batismo do Espírito Santo. E a lista continua. Certamente, não é Deus aquele que realiza todas estas demonstrações, em todos estes diferentes grupos. Como podemos saber com certeza se um sinal ou uma língua ou um fenômeno sobrenatural é de Deus ou não? A existência de falsos sinais, prodígios de mentira e milagres falsificados não surpreenderá os estudantes sérios da Bíblia. Numerosos textos bíblicos advertem sobre estas coisas (Mateus 24:4; 2 Coríntios 11:13-15; 2 Timóteo 3:13; Apocalipse 13:13-14; 16:13-14). Se acreditarmos na Bíblia, podemos esperar uma abundância de falsos milagres. Então, como saberemos quais sinais são verdadeiros e quais não são? Primeiramente, comparando o ensinamento do operador do sinal com as Escrituras para ver se sua mensagem é verdadeira. João nos adverte para testar os espíritos: "Amados, não deis crédito a qualquer espírito; antes, provai os espíritos se procedem de Deus, porque muitos falsos profetas têm saído pelo mundo fora" (1 João 4:1). Ele revela o teste a usar: "Nós somos de Deus; aquele que conhece a Deus nos ouve; aquele que não é da parte de Deus não nos ouve. Nisto reconhecemos o espírito da verdade e o espírito do erro" (1 João 4:6). O teste é a revelação escrita pelos apóstolos. Os cristãos de Beréia são um bom exemplo: "Ora, estes de Beréia eram mais nobres que os de Tessalônica; pois receberam a palavra com toda a avidez, examinando as Escrituras todos os dias para ver se as cousas eram, de fato, assim" (Atos 17:11). Paulo operou sinais em Beréia, mas os cristãos dali determinaram se Paulo era de Deus ou não, comparando sua pregação com as Escrituras. (Deuteronômio 13:1-5; Jeremias 23:25-32; 1 Coríntios 12:1-3; 1 Tessalonicenses 5:21 podem ser estudados para mais ajuda neste ponto). Infelizmente, muitas pessoas vêem acontecimentos espantosos e, automaticamente, concluem que eles vêm de Deus. Precisamos perceber que coincidência, pensamento positivo, ilusão fraudulenta e o Diabo podem falsificar milagres bíblicos. Contudo, as falsificações nunca poderão igualar-se aos milagres reais. Deus mostrou que seu Filho era inigualável por meio de sinais que hoje ninguém sequer pretende realizar: transformar água em vinho, multiplicar pães e peixes, caminhar sobre as águas, curar instantaneamente um cego, surdo e leproso, e ainda ressuscitar um morto. Temos que voltar ao modelo da Bíblia, que é testar o sinal pela Palavra de Deus, e não modificar a Palavra de Deus para ajustá-la ao sinal. A Bíblia é o padrão segundo o qual toda a pretensão de ter um sinal ou um prodígio de Deus deve ser testada. Por favor, estudem as Escrituras cuidadosamente, com o desejo de permitir que elas sejam o juiz final da validade de qualquer sinal ou prodígio. Neste estudo, testemos o falar em línguas das igrejas Pentecostais pela Bíblia. Veremos seis diferenças entre as línguas da Bíblia e as línguas das igrejas de hoje:

O Dom de Línguas
Hoje em Dia É Diferente
 · Regras de Uso
 · Tipo das Línguas
 · Modo de Receber
· Propósito
· Pessoas que Recebem
· Época
Regras de Uso
(1 Coríntios 14:26-40)
· Específicas:
v. 27  Não mais do que dois ou três por culto
v. 27  Sucessivamente
v. 28  Se não houver intérprete, fique calado
v. 34-35 As mulheres não falam na igreja
· Princípios Gerais:
v. 26  Tudo para edificação
v. 40  Com decência e ordem
Encontram-se vários regulamentos para o uso das línguas da Bíblia.Existem regras específicas e princípios gerais.  Quase todas estas regras a serem obedecidas no uso das línguas da Bíblia são habitualmente violadas por aqueles que pretendem falar línguas da Bíblia.  Em vez de limitar o número dos que falam em línguas a 2 ou 3 pessoas por culto, as igrejas de hoje, às vezes, têm dúzias falando no mesmo culto.  Em vez de falar um de cada vez, atualmente falam muitos simultânea-mente.  Em vez de falar em línguas somente quando um tradutor está  presente, muitas igrejas onde se falam em línguas falam quer haja um  intérprete, quer não.  A proibição de Deus das mulheres falarem nos cultos da igreja é tão flagrantemente des-respeitada que, em alguns cultos, a maioria dos que falam em línguas é mulheres.  As regras gerais, também, são violadas freqüente-mente.  Os propósitos das línguas são mais de mostrar excitação e emoção do que edificar.  E, em muitos cultos em que se falam línguas, há pouquíssima ordem.  O forte contraste entre as regras de Deus para as línguas da Bíblia e as regras que são segui-das pelas línguas modernas deveriam fazer-nos perguntar: Por quê?  Por que, se temos os mesmos dons, não seguimos as mesmas regras?  Se as igrejas que mais freqüentemente dizem que falam em línguas flagrantemente desrespeitam a Bíblia no uso destas línguas, poderia ser que essas próprias línguas não fossem de Deus?

II- Tipo das Línguas
· Na Bíblia:  Idiomas Verdadeiros
Atos 2
 v. 4 ­  "em outras línguas"
 v. 6 ­  "cada um ouvia falar na sua própria língua"
v. 8 ­  "ouvimos falar, cada um em nossa própria língua"
 v. 9-11­ lista das nações
 v. 11 ­  "ouvimos falar em nossas próprias línguas"
1 Coríntios 14
 v. 2,4,5, etc.­  "língua" quer dizer "idioma"
v. 13 ­  "interpretar" quer dizer "traduzir"
 v. 11 ­  "estrangeiro" quer dizer "alguém que fala uma linguagem diferente"
v. 21 ­  Referência à linguagem assíria
v. 10 ­  "Há . . . muitos tipos de vozes no mundo, nenhum deles, contudo, sem sentido"
· Hoje:  Sílabas sem Sentido
De que tipo eram as línguas da Bíblia?  Com alguma exceção ocasional, as igrejas Pentecostais de nossos dias nem sequer pretendem falar em linguagens conhecidas de hoje, mas em sons incompreensíveis (combinações de sílabas sem significado próprio, ao menos para principiantes). Mas as línguas da Bíblia sempre significavam falar em idiomas verdadeiros, entendidos por pessoas que sabiam falar aquelas linguagens (Apêndice 1).  Em Atos 2, pessoas de muitas nações tinham se reunido em Jerusalém para a celebração do dia de Pentecoste.  Ali, pela primeira vez, homens batizados pelo Espírito Santo começaram "a falar em outras línguas".  O texto mostra clara-mente que a audiência era composta de pessoas que falavam diferentes línguas:  "E como os ouvimos falar, cada um em nossa própria língua materna? Somos partos, medos e elamitas e os naturais da Mesopotâmia, Judéia, Capadócia, Ponto e Ásia,  da Frígia e da Panfília, do Egito e das regiões da Líbia, nas imediações de Cirene, e romanos que aqui residem, tanto judeus como prosélitos, cretenses e arábios" (Atos 2:8-11).  E as Escrituras dizem: "Quando, pois, se fez ouvir aquela voz, afluiu a multidão, que se possuiu de perplexidade, porquanto cada um os ouvia falar na sua própria língua" (Atos 2:6); "e como os ouvimos falar, cada um em nossa própria língua materna?" (Atos 2:8); "como os ouvimos falar em nossas próprias línguas as grandezas de Deus?" (Atos 2:11).  Atos 2 foi o protótipo do falar em línguas no Novo Testamento.  E, em Atos 2, falar em línguas significava falar em linguagens que poderiam ser entendidas.  Em 1 Coríntios 14, a Bíblia mostra também que essas línguas eram idiomas verdadeiros.  Notem os significados das palavras usadas:  "língua" (nos versículos 2,4,5,6,9,13,18,19 . . .) significa "idioma"; "interpretar" (versículo 13) significa traduzir de uma língua para outra; "estrangeiro" (versículo 11) significa alguém de um país diferente, que fala uma linguagem diferente.  Ele ilustra esta passagem, citando uma profecia de Isaías que se referia à linguagem assíria:  "Falarei a este povo por homens de outras línguas e por lábios de outros povos, e nem assim me ouvirão, diz o Senhor" (versículo 21 ­ Isaías 28:11).  Finalmente, ele categoricamente, disse:  "Há, sem dúvida, muitos tipos de vozes no mundo, nenhum deles, contudo, sem sentido" (1 Coríntios 14:10).  Pessoas que falavam línguas da Bíblia eram capazes de falar em linguagens reais, sem estudo ou treinamento.  Muito interessante, mesmo as igrejas que hoje são muito ativas no "falar em línguas" nunca enviam um missionário sem dar-lhe treinamento, de modo que ele possa falar a linguagem do povo ao qual ele está sendo enviado.  As línguas da Bíblia eram linguagens reais.  Portanto, as "línguas" das igrejas de hoje não são línguas da Bíblia.

III-Modo de Receber
· Batismo no Espírito Santo
Apóstolos no dia de Pentecoste (Atos 2)  ­ para revelar o evangelho
A família de Cornélio (Atos 10) ­ para mostrar a aceitação dos gentios
· As Mãos dos Apóstolos
Samaritanos (Atos 8:14-18)
Discípulos em Éfeso (Atos 19:1-7)
. . . Mas Hoje . . .
· Só há um batismo ­ Efésios 4:5 (na água para remissão dos pecados ­ Mateus 28:18-20; Atos 2:38; Efésios 5:26)
· Os apóstolos morreram ­ estão na fundação da igreja (Efésios 2:20; Apocalipse 21:14)
As línguas não poderiam ser recebidas hoje em dia como foram as línguas da Bíblia.  As línguas da Bíblia foram recebidas ou por pessoas sendo batizadas pelo Espírito Santo (Atos 2:1-4) ou pela imposição das mãos dos apóstolos (Atos 8:14-18; 19:1-7).  É claro que ninguém poderia receber línguas hoje pela mão dos apóstolos, uma vez que eles morreram e estão na fundação da igreja (Efésios 2:20; Apocalipse 21:14).  Muitas pessoas, que hoje pensam possuir línguas da Bíblia, acreditam tê-las recebido pelo batismo do Espírito Santo.  Mas na Bíblia, o batismo pelo Espírito Santo ocorreu somente duas vezes:  aos apóstolos, em Atos 2, para capacitá-los a revelar o Novo Testamento e a Cornélio e sua família, em Atos 10, para mostrar a aprovação, por Deus, da conversão dos gentios.  Depois destes dois casos, a Bíblia diz que agora só existe um batismo (Efésios 4:5), o batismo na água para remissão dos pecados (Mateus 28:18-20; 38; Efésios 5:26).  Portanto, se alguma pessoa falasse em línguas da Bíblia hoje em dia não poderia havê-las recebido da maneira pela qual eram recebidas na Bíblia.
Propósito
· Na Bíblia 
Confirmar a Palavra (Marcos 16:17-20; Atos 2; 1 Coríntios 14:22; Hebreus 2:3-4)
. . . Hoje, a palavra já tem sido confirmada
Edificar a Igreja (1 Coríntios 14:5-6, 26)
. . . Hoje, a palavra já tem sido
revelada para a edificação
· Hoje
Adoração de Deus
Demonstração de salvação
Glória pessoal
O propósito das línguas da Bíblia era diferente do propósito das línguas de hoje.  Nos primeiros dias da Cristandade, o Novo Testamento estava em processo de revelação.  Ninguém poderia recorrer ao Novo Testamento escrito, para testar a verdade do ensinamento de um homem, uma vez que ainda não estava escrito.  Por isso foram dados aos apóstolos e aos profetas sinais especiais, tais como as línguas, para mostrar que sua mensagem vinha de Deus.  Sinais dados por Deus deveriam confirmar a palavra dos apóstolos e dos profetas revelando o Novo Testamento.  Nota:  "Estes sinais hão de acompanhar aqueles que crêem:  em meu nome expelirão demônios; falarão novas línguas; pegarão em serpentes; e, se alguma cousa mortífera beberem, não lhes fará mal; se impuserem as mãos sobre enfermos, eles ficarão curados.  De fato, o Senhor Jesus, depois de lhes ter falado, foi recebido no céu e assentou-se à destra de Deus.  E eles, tendo partido, pregaram em toda a parte, cooperando com eles o Senhor e confirmando a palavra por meio de sinais, que se seguiam" (Marcos 16:17-20).  "De sorte que as línguas constituem um sinal não para os crentes, mas para os incrédulos; mas a profecia não é para os incrédulos e sim para os que crêem" (1 Coríntios 14:22). "Como escaparemos nós, se negligenciarmos tão grande salvação?  A qual, tendo sido anunciada inicialmente pelo Senhor, foi-nos depois confirmada pelos que a ouviram; dando Deus testemunho juntamente com eles, por sinais, prodígios e vários milagres, e por distribuições do Espírito Santo segundo a sua vontade" (Hebreus 2:3-4).  Isto é, exatamente, o que aconteceu quando os apóstolos falaram em línguas, no dia de Pentecoste.  Sua habilidade para falar em outras línguas, apesar de serem galileus, provou que a nova mensagem que eles estavam revelando era de Deus.  Cada vez que uma nova mensagem é revelada, Deus, tipicamente, dá prova da autenticidade de seus mensageiros.  Moisés, por exemplo, operou muitos sinais para mostrar que os mandamentos que Deus estava revelando por meio dele vinham, de fato, de Deus.  Jesus operou muitos sinais e foi, finalmente, ressuscitado, para provar sua afirmação de que era o Filho de Deus.  Igualmente, os apóstolos e profetas do primeiro século operaram sinais e prodígios, incluindo as línguas, para demonstrar que Deus estava, na verdade, revelando sua nova mensagem através deles.  Mas Deus nunca continuou a confirmar sua revelação por novos sinais a cada geração sucessiva.  Sua Palavra, uma vez confirmada, é considerada provada para todas as gerações.  Assim, nenhuma geração posterior de israelitas podia testemunhar a separação das águas do Mar Vermelho ou os milagres do Monte Sinai (Êxodo 13-14, 20).  Ninguém, desde o primeiro século, viu o corpo ressuscitado de Jesus.  Da mesma maneira, a Palavra revelada pelos apóstolos já foi confirmada e nenhum sinal novo está sendo dado para "reconfirmá-la". A Bíblia também mostra que as línguas interpretadas (traduzidas) edificavam a igreja (1 Coríntios 14) por meio da revelação das mensagens de Deus.  Mensagens que foram mais tarde escritas para nós, no Novo Testamento.  Desde que a Palavra já foi revelada e confirmada, qual propósito têm as "línguas" modernas? De acordo com o ensinamento em muitas igrejas Pentecostais, as línguas são para louvar a Deus e para mostrar a evidência da salvação.  Os propósitos das línguas da Bíblia eram diferentes do propósito das "línguas" moderna
Época:
Finalmente, porém talvez o mais importante, a Bíblia especificamente ensina que as línguas deveriam continuar somente durante aquela época.  Note cuidadosamente 1 Coríntios 13:8-13.  No versículo 8, Paulo disse que as línguas cessariam: "havendo línguas, cessarão".  No versículo 10 ele mostra quando:  Quando vier o que é perfeito.  Isto está intensamente claro.  As línguas eram para durar somente até que o perfeito viesse.  A dificuldade está em determinar a que o "perfeito" se refere.  Em geral, muitas coisas poderiam ser perfeitas (completas).  Poderíamos ter uma casa perfeita, um carro perfeito ou, talvez, uma completa e perfeita pizza.  Perfeito é uma qualidade que pode ser (e assim está na Bíblia) usada para qualificar muitas coisas.  Desta maneira, há um contraste entre o que é "em parte" e o que é "o perfeito".  Em qualquer área, o perfeito é sempre a soma das partes.  Assim, se sabemos quais eram as partes, podemos juntá-las e encontrar o perfeito.  As partes eram o conhecimento e a revelação (profecia) da vontade de Deus.  Naquele tempo, a revelação de Deus estava se fazendo conhecida justamente uma parte de cada vez. A própria primeira carta aos Coríntios era uma dessas partes. Se as partes, então, se referem à revelação da Palavra de Deus, parte por parte, o perfeito tem que ser a revelação completa de Deus, o Novo Testmento. Portanto, quando o Novo Testamento se completou, o dom das línguas cessou, de acordo com o plano de Deus   O que vai acontecer? "Línguas cessarão" Quando? "Quando vier o que é perfeito" O que é perfeito? A soma das partes O que são partes? Revelação da palavra em partes  O que é o perfeito? A revelação completa ­ a Bíblia Quando a revelação foi completada, as línguas bíblicas cessaram O resto do capítulo 13 confirma este entendimento. No versículo 11, Paulo mostra que é normal a diferença entre o falar e o pensar de uma criança e o de um adulto. "Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, pensava como menino; quando cheguei a ser homem, desisti das cousas próprias de menino" (1 Coríntios 13:11). Igualmente, é normal a diferença entre a infância e a idade adulta da igreja. Deus usou os traços da infância (línguas, profecia, etc.) para revelar sua Palavra, originalmente. Mas, agora que a maturidade foi atingida, não usamos mais o falar de uma criança. Isto é muito semelhante à construção de um edifício. No processo de construção, o escoramento é usado; mas, sempre que a construção é completada, o escoramento é removido. No versículo 12, Paulo descreve o tempo quando o evangelho estava sendo revelado peça por peça, como vendo em um espelho vagamente ou conhecendo em parte: "Porque, agora, vemos como em espelho, obscuramente; então veremos face a face. Agora, conheço em parte; então, conhecerei como também sou conhecido" (1 Coríntios 13:12). Imagine-se olhando em um espelho feito de pedacinhos, com alguns deles faltando: você não veria uma imagem completa. Mas, quando o espelho contém todas as peças, você pode se ver face a face e ter conhecimento total. É interessante que Tiago usa a mesma ilustração do espelho e a mesma palavra "perfeito" para descrever o Novo Testamento (Tiago 1:22-25). No versículo 13, Paulo resume tudo. Ele falou sobre coisas que cessam e coisas que vêm. Ele mostrou que, durante esta transição, algumas coisas permanecem: fé, esperança e amor. No ponto em que a parte (línguas e profecia) cessa e o perfeito vem, estas três coisas continuam inalteradas. Em vista dos esforços que são feitos para aplicar a palavra "perfeito" neste caso, à segunda vinda ou ao estado eterno, é importante examinar cuidadosamente este versículo. No retorno de Cristo, até mesmo a fé e a esperança findarão, porque esperamos apenas pelo que não vemos (Romanos 8:24-25), e cremos, ainda que não vejamos (2 Coríntios 5:7; 1 Pedro 1:8). Quando Cristo retornar, portanto, a fé e a esperança cessarão. Mas a fé continua quando as línguas cessam e o perfeito vem. Portanto, isto tem que ocorrer antes da segunda vinda de Cristo. Assim como muitos dos escritos de Paulo, 1 Coríntios 13:8-13 está cuidadosamente escrito e requer estudo minucioso. Mas quando estudamos com cuidado, aprendemos que Deus planejou que as línguas cessassem quando o Novo Testamento estivesse completo. As "línguas" de hoje simplesmente não são as mesmas que as línguas da Bíblia.
APÊNDICE 1: 
As línguas eram linguagens reais. Há dois textos usados algumas vezes para tentar provar que as línguas não eram linguagens reais. Um está em 1 Coríntios 14:2: "Pois quem fala em outra língua, não fala a homens, senão a Deus, visto que ninguém o entende, e em espírito fala mistérios". O argumento tirado freqüentemente deste versículo é que as línguas eram uma "linguagem de oração", especial para comunicação com Deus. De fato, neste trecho, Paulo está reprovando os Coríntios por seu uso errado das línguas. Desde que as línguas da Bíblia eram linguagens reais, elas seriam entendidas somente por aqueles que falassem aquela linguagem. Nas assembleias dos Coríntios, alguns homens estavam falando em linguagens que nenhum dos presentes conhecia, e sem o auxílio de um tradutor. Paulo mostra a conseqüência deste mau uso das línguas. Ninguém além de Deus as entendia e, portanto, não havia proveito (edificação) para a igreja. Não há proveito em falar uma língua que não é entendida pela igreja. Paulo disse claramente que todas as vozes tinham significado (versículo 10), mas que, se não conhecessem o significado da linguagem, ele estaria falando como um estrangeiro aos ouvintes, sem nenhum proveito (versículo 11). Paulo lança o princípio que tudo o que é feito na igreja tem que ser para edificação  Portanto, as pessoas poderiam falar somente em linguagens conhecidas dos ouvintes, ou então, com um intérprete. Nesta passagem, Paulo não está recomendando que se fale em uma linguagem que só Deus poderia entender, mas está reprovando esta prática dos Coríntios. Outro texto está em 1 Coríntios 13:1, onde Paulo diz: "Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o bronze que soa, ou como o címbalo que retine". Paulo fala semelhantemente nos versículos 2-3: "Ainda que eu tenha o dom de profetizar e conheça todos os mistérios e toda a ciência; ainda que eu tenha tamanha fé, a ponto de transportar montes, se não tiver amor, nada serei. E ainda que eu distribua todos os meus bens entre os pobres e ainda que entregue o meu próprio corpo para ser queimado, se não tiver amor, nada disso me aproveitará". Em cada versículo, Paulo está dizendo, em essência: Ainda que eu vá até ao mais extremo limite concebível ­ em línguas, em conhecimento, em fé, em serviço ­ sem amor estarei vazio e inútil. Paulo não estava sugerindo que ele havia conhecido todos os mistérios, que havia dado seu corpo para ser queimado ou que ele houvesse falado na língua dos anjos. Mas estava, isto sim, dizendo que, mesmo que ele houvesse, isso nada seria sem o amor.
APÊNDICE 2: 
Certas doutrinas das igrejas contradizem a Bíblia Todos os ensinamentos, práticas, e igrejas precisam ser testados pelo padrão da Palavra de Deus. Doutrinas e ensinamentos que não estão na Bíblia vêm dos homens e são condenadas por Cristo (Mateus 15:1-14; Marcos 7:1-13; Colossenses 2:20-23). A ênfase e a atenção constante de muitas igrejas ao dinheiro é uma das feições muito opostas ao ensino de Cristo. Nada lemos a respeito de Jesus ou de seus seguidores pedindo dinheiro. Os cristãos deveriam dar conforme sua prosperidade e não por causa de exigência das igrejas (1 Coríntios 16:1-2; 2 Coríntios 9:7). A contínua ênfase no dinheiro em muitas igrejas de hoje deveria ser uma advertência de que seus motivos e doutrinas são muito diferentes daquelas de Cristo. Na Bíblia, os falsos professores foram freqüentemente caracterizados por sua ganância (1 Timóteo 6:5; Tito 1:11; 2 Pedro 2:1-3,14-15; Marcos 12:40; Mateus 21:13).Usando o princípio da Hermenêutica “Lei da Primeira referência”, definindo que o sentido simbólico da Bíblia é constantemente o de sua primeira ocorrência, podendo haver outros, sem entretanto perder-se o primeiro significado. Vemos o uso das línguas como julgamento em Gênesis 11:7-9. Em Atos 2:3 vemos línguas como que de fogo repartidas sobre cada um dos discípulos. Notemos a menção feita nos quatro evangelhos a respeito do Batismo com o Espírito Santo: Mateus 3:11 – “ ...vos batizará com o Espírito Santo e com fogo...” (Mt 3:7 fariseus e saduceus) Marcos 1:8 “...vos batizará com o Espírito Santo...”  Lucas 3:16 “ ...vos batizará com o Espírito Santo e com fogo...” (ler versos 7-8-9) João 1:33 “...esse é o que batiza com o Espírito Santo...” Somente em Mateus e Lucas encontramos o termo “Espírito Santo e fogo”, onde na ocasião os Fariseus vieram ao batismo realizado por João Batista. Existe então uma clara distinção entre o batismo com “Espírito Santo” e o batismo “com fogo”. O primeiro é ligado ao depósito celestial e o segundo ao fogo inextinguível (Mateus 3:12 e Lucas 3:17). Podemos confirmar essa posição em Atos 1:5 e 11:16. O Batismo “com fogo” está em oposição ao do Espírito Santo, e é sinônimo de condenação/julgamento.
Dois reinos das Línguas
De acordo com a interpretação dada atualmente aos textos concernentes ao dom de línguas, existem dois tipos:
As línguas inteligíveis ( Atos 2)
As línguas ininteligíveis ( I Cor 14) Entretanto, o vocabulário empregado por Lucas em Atos é o mesmo que Paulo usou em sua carta aos Coríntios. E Lucas além de familiarizado com as cartas de Paulo, foi seu companheiro de viagens, estando familiarizado com seu vocabulário, ao ponto de caso fosse necessário empregar outro termo afim de eliminar possível confusão, o que não ocorre no texto. Aceitando a infalibilidade das Escrituras, não podemos aceitar o fato da Bíblia se contradizer. O que então Paulo quis dizer em I Cor 14:2 quando diz “...em língua desconhecida” ? Examinemos em detalhes o dia de Pentecostes. O Pentecostes era uma festa celebrada ao 50º dia partindo da oferta de molho de cevada até o início da Páscoa. Era proclamada como uma Santa Convocação, onde todo o homem israelita era obrigado a fazer-se presente no Santuário (Levíticos 23:16 e 21). Conforme Atos 2, o Espírito Santo colocou sobre cada discípulo língua de Fogo (julgamento), onde começaram a falar na linguagem nativa das diferentes pessoas presentes. Muitos países, pessoas e línguas são citados. E cada um entendeu, em sua linguagem de origem.
O falar era sobrenatural, porém o entender era natural.
Agora, supondo que houvessem alguns cristãos de Corinto presentes, cada um com um “Gravador” onde gravariam, separadamente, o que estava sendo dito e entendido, e retornassem a Corinto, tocando o que gravaram. Conclusão “...ninguém o entende...” ( I Cor 14:2). Obviamente ninguém em Corinto entenderia. E o mesmo ocorreria se tocássemos as fitas em nossa Igreja.
Agora, se a Igreja de Corinto fosse “transportada” até Jerusalém no dia de Pentecostes, eles entenderiam seu idioma (Grego) e somente isso, não as demais línguas faladas. E se o Espírito Santo resolvesse não incluir o grego, eles absolutamente nada entenderiam, não por se tratar de uma linguagem sobrenatural, mas simplesmente por não ser o grego. ideia de uma linguagem sobrenatural é estranha ao texto Grego. Através de Sua Palavra, anjos, profetas, ou mesmo uma jumenta (Num 22:28) Deus sempre fala claramente. Como posso acreditar que esse Deus que fez uma jumenta falar claramente pode fazer o homem, criado a sua Imagem e Semelhança, falar pior que a jumenta? Na ocasião, haviam dois grupos de Judeus no dia de Pentecostes: Os que visitavam Jerusalém (Atos 2:9-11) Os nativos de Jerusalém e Judéia (Atos 2:13) O segundo grupo de Judeus poderiam falar sobre o “Dom de Línguas” exatamente o que Paulo disse em I Cor 14:2 “ ... porque ninguém o entende...”, de modo que os Apóstolos foram taxados de “Bêbados”.

IV- Falando a Deus
O dom de línguas não se trata de Deus falando aos homens, mas sim dos homens falando a Deus. Olhando novamente o dia de Pentecostes não vemos a pregação do Evangelho em outras línguas, mas sim “... falar das grandezas de Deus. “ (Atos 2:11). Essa adoração a Deus tomou emprestada as línguas dos povos pagãos, as línguas de onde os Judeus vieram, e por certo as entendiam. Em outras palavras, o louvor retornou ao Céu após um mergulho no oceano das línguas pagãs. Isso certamente chocou os Judeus que vieram a Jerusalém, que acreditavam que sua língua, a língua do povo escolhido por Deus, era a única língua que o Senhor Deus entenderia. Mas através do Dom de línguas, Deus mostra sua acepção em relação aos demais povos, mostrando que agora “...os gentios são co-herdeiros, e de um mesmo corpo, e participantes da promessa em Cristo pelo Evangelho. “ (Ef 3:6).
No dia de Pentecostes houve:
  • maravilha para alguns: judeus e gentios convertidos. Naturalmente o Pentecostes prendeu a atenção da multidão, para o que se seguiria, a pregação de Pedro (não em línguas, mas numa única língua (idioma), que os trouxe ao arrependimento e a fé.
  • julgamento para outros: judeus incrédulos, enfurecidos e com ciúmes por saber que o Deus de Israel agora era também o Deus de todos povos, línguas e nações.
Em espírito fala Mistérios
O que Paulo quis dizer quando escreveu aos Coríntios “...e em Espírito fala mistérios? “. Estava referindo-se a algo compreensível somente a Deus? Ou algo que ainda não fora revelado? O sentido do termo mistérios ( mysterion ) no grego clássico é “qualquer coisa oculta ou secreta” e era empregado no plural (ta mysteria) para referir-se aos ritos sagrados das religiões gregas místicas.  Mas no Novo Testamento, mistério significa um segredo que está sendo ou mesmo que foi revelado, que é também divino em seu escopo e que só pode ser revelado por Deus aos homens através de seu Espírito. Assim sendo, o termo é bem próximo quanto ao sentido do vocábulo neo-testamentário “revelação”. Mistério é um temporário, o qual revelado uma vez é conhecido e compreendido – não é segredo mais um segredo.


Na teologia Paulina, os mistérios possuem quatro aspectos:


  • É eterno, visto que se relaciona com o plano divino da Salvação. O “mistério” são as boas novas que formam o conteúdo da revelação de Deus (Ef 6:19); é o mistério do próprio Deus, cujo o foco é Cristo (Col 2:2). Como tal está contido dentro dos eternos conselhos de Deus e ocultos N’ele ( Ef 3:9) decretado desde a eternidade ( I Cor 2:7)
  • É histórico em seu anúncio. Esse mistério é também o “ mistério de Cristo” anunciado historicamente, definitivamente por Deus na pessoa do próprio Cristo (Ef 1:9) quando a plenitude do tempo chegara (Gal 4:4. É precisamente esse ministério centralizado e declarado na pessoa do Senhor Jesus Cristo, mediante cuja a morte Deus nos reconcilia consigo mesmo ( 2 Cor 5:18 e I Cor 2:2) que Paulo foi comissionado a proclamar (Ef 3:8). O Caráter particular dos “mistérios” do qual Paulo foi encarregado de anunciar, e que na Epístola de Efésios ele se preocupa principalmente em esboçar - a nova Esperança e assim a nova vida em Cristo, disponível para Judeus e gentios igualmente (Ef 3:8 e Col 1:27) onde conteúdo do mistério é qualificado como “Cristo em vós, a esperança da Glória”.
  • É espiritual em sua percepção. Já tivemos ocasião de verificar nos evangelhos, que o mistério do Reino só pode ser percebido espiritualmente ( I Cor 2:14) Paulo retém essa idéia quando reputa o ministério de Cristo (cujo foco é particularmente “os Gentios são co-herdeiros”) conforme revelados aos apóstolos e profetas pelo Espírito (Ef 3:5). Desta maneira, devemos entender o termo conforme é derivativamente empregado por Paulo em conexão com o matrimônio cristão (Ef 5:32) e com “o mistério da iniqüidade...o iníquo”. (2 Ts 2:7-8). A significação divina desses mistérios é aprendida por uma conjunção de revelação e de compreensão espiritual (Apoc. 17:3-7).
  • É escatológico em seu resultado. O mistério que foi revelado dentro do tempo ainda aguarda sua consumação e cumprimento divinos na eternidade, nesse sentido o vocábulo em Apocalipse 10:7. Tal mistério, mesmo quando revelado, nos avassala ainda com a profundidade de nada menos que a sabedoria e conhecimento do próprio Deus (Col 2:2);
V- O Sinal e seu Propósito
Devemos agora voltar a questão: Certamente o Dom de línguas era um sinal, mas para quem? De sorte que as línguas são um sinal, não para os fiéis, mas para os infiéis...” ( I Cor 14:22) Este sinal não é para os fiéis. Naturalmente se o fosse, Paulo teria encorajado seu uso na Igreja, mas ao contrário, ele desencoraja seu uso ( I Cor 14:19). E Paulo preferia proferir cinco palavras em sua inteligência a dez mil e língua desconhecida.O final do trecho citado diz “...mas para os infiéis...”, onde a resposta está nos versos anteriores, onde Paulo exorta-nos a sermos “ adultos no entendimento “ e cita Isaías 28: 11 a 13.  Nota: este é o grande perigo de saber as escrituras por textos fora do contexto ou por experiências.  “Está escrito na lei: Por gente de outras línguas, e por outros lábios, falarei a este povo...” (I Cor 14:21). Mas sobre qual povo ele está se referindo? Os judeus. Era um sinal para os judeus, especialmente os descrentes. Isto porque os Judeus não queriam acreditar na salvação dos Pagãos (pessoas de outras línguas) e que se opunham com todo seu poder. Paulo escreveu a eles “...e nos impedem de pregar aos gentios as palavras de salvação....” (I Ts 2:16). Poderíamos ver Jonas como alguém que detestava “as línguas” (os ninivitas), ao ponto de desobedecer a Deus. Ele fugiu para Társis para não pregar a salvação a eles. Ele discutiu com Deus. Preferia ver a imensa metrópole perecer do que ser salva. Para ele, o Senhor era o Deus de Israel e de ninguém mais. Em seu rancor ele foi para longe para clamar pela sua morte. Se os ninivitas vivessem, Jonas queria morrer. Ele repreende a Deus pela salvação dos homens de cada tribo e nação. Seu espírito de resistência e descrença cresceu ao longo dos séculos.  Eles (os Judeus) pertenciam a Jeová e Jeová pertencia a eles. O círculo estava fechado e quem estava de fora era maldito.  Qualquer tentativa de irmandade ou tolerância causava violentas reações, morte para as odiadas “línguas” e quem as falava. (Vide Atos 21-17-40). Jesus suscitou a ira dos Judeus ao lembrar que no tempo de Elias havia muitas viúvas em Israel “E a nenhuma delas foi enviado Elias, senão a Sarepta de Sidom, a uma mulher viúva. E muitos leprosos havia em Israel no tempo do profeta Eliseu, e nenhum deles foi purificado, senão Naamã, o sírio. “. Aos olhos dos Judeus isso era suficiente. Ele (Jesus) mereceu ser morto. Notemos o preconceito dos Judeus quando Jesus não foi recebido em uma aldeia dos Samaritanos, que não o receberam: “E os seus discípulos, Tiago e João, vendo isto, disseram: Senhor, queres que digamos que desça fogo do céu e os consuma, como Elias também fez?” (Luc 9:54) E Jesus os repreende dizendo “... Vós não sabeis de que espírito sois. “ (Luc 9:55). Mais tarde, após terem recebido o Espírito Santo, esses Judeus crentes retornaram aos Samaritanos orando aos céus não para batizá-los com fogo, mas com o mesmo Espírito que receberam (At 8:14-15). Vemos também a ira dos judeus quando Paulo anunciou que foi enviado a pregar para os gentios (Atos 22:21-22). Não comeriam, nem beberiam (Atos 23:12) enquanto não matassem o apóstolo que falou na língua dos gentios mais que qualquer outro. Até mesmo Pedro precisou justificar-se perante a Igreja por ter pregado a Cornélio, onde ele expôs a visão que o Senhor lhe deu, anunciando a abertura da Salvação para os Gentios (Atos 11). Concluindo esse trecho onde o propósito do Dom de Línguas está explícito em Atos, onde Pedro menciona o profeta Joel “...derramarei meu Espírito sobre toda a carne...e todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo (Atos 2:17-21). O propósito? Dizer aos teimosos Judeus que o Evangelho estava disponível a todas as pessoas do mundo. Paulo conclui “...de fato as línguas são um sinal, não para os fiéis, mas sim infiéis.” (I Cor 14:22). Através do Espírito Santo, Paulo deu com exatidão, a identidade desses “infiéis”, chamado-os de Judeus “...por gente de outros línguas e por outros lábios falarei a esse povo...” (I Cor 14:21).



VI- A Serpente de Bronze
Moisés fez a Serpente de Bronze de acordo com a ordem de Deus, que foi um meio de salvação para milhares de pessoas (Números 21:9). Isto foi um presente divino, o Poder da Palavra de Deus para salvação daqueles que cressem em Sua Palavra. O Senhor Jesus Cristo usou essa imagem em sua famosa conversa com Nicodemos, quando fez um paralelo entre sua Pessoa e a serpente “ E como Moisés levantou a serpente no deserto, assim importa que o Filho do homem seja levantado.” (João 3:14). Os israelitas mantiveram a Serpente de Bronze por séculos. Olhemos II Reis 18:4, para vemos o que o reis Ezequias fez “Ele tirou os altos, quebrou as estátuas, deitou abaixo os bosques, e fez em pedaços a serpente de metal que Moisés fizera; porquanto até àquele dia os filhos de Israel lhe queimavam incenso, e lhe chamaram Neustã.” Tornou-se uma pedra de tropeço para Israel. Era exatamente a mesma Serpente do tempo de Moisés, não uma réplica. Agora os Israelitas queimavam incensos à serpente que estavam reservados somente a Deus. Provavelmente quem reprovava a adoração a serpente, ouvia de seus partidários (da Serpente) as provas históricas e bíblicas, sem mencionar a experiência, para tal prática, sob pretexto de adoração a Deus. A propósito, foi Deus que disse para os Israelitas olharem para a Serpente, que é o mesmo ontem, hoje e eternamente (Hebreus 13:8). Atualmente, existem certas práticas espirituais que podem ser comparadas a “relíquias” que são abominação aos olhos do Senhor . Para muitos, o Dom de Línguas é como uma relíquia que deve ser defendida de todas maneiras, pois afinal, foi Deus quem deu....mas foi Deus também que deu a Serpente de Bronze por uma razão específica por um período específico. Além de que coisas obsoletas, como um remédio vencido tornam-se perigosas após expirar o prazo de validade. Saúde transforma-se em Infecção. Foi justamente o que ocorreu com a serpente de bronze. A vida espiritual dos israelitas foi infectada. Quando foi removida pelo rei Ezequias, muitos pensaram que sua vida espiritual acabaria, visto não haver mais nada tangível. O mesmo ocorre com o dom de línguas, onde pessoas que se baseiam em experiências externas não as tiverem, entrarão em colapso. Não podem prosseguir sem.


  • uma vez fora da palavra de Deus, satanás pode fornecer as experiências que nós queremos. I Co 11:14.
  • Muitos sacrificam a bíblia pela experiência. Hoje, o cristianismo começa a se livrar de tudo o que o incomoda; mesmo que seja a PALAVRA DE DEUS; ao colocar uma etiqueta bíblica agradável sobre suas experiências, enganando facilmente os novos convertidos.
VII- O Falar em línguas como sinal do Espírito Santo
A essa altura do estudo 3 coisas ficaram bem esclarecidas:
  1. falar em línguas não poderia ser dirigido aos homens, mas, unicamente a Deus. Caso isso acontecesse seria como “moeda falsa” 1 Co 14:2
  2. falar em línguas era sinal aos judeus incrédulos que a salvação agora estava aberta a “todos” os povos, raças, línguas.
  3. havia somente um dom de línguas e esse era um idioma conhecido (glossa).

Portanto como pode ser que hoje muitos ainda teimam em dizer que o falar em línguas é a prova do batismo com o Espírito Santo? A única utilidade das línguas foi como sinal da entrada dos judeus e não judeus (gentios) no corpo de Cristo 1 Co 12:13 . 


Quando desapareceria o dom de línguas?
Em 1 Co 13:8 a 10 Paulo escreve: havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desapareceráComo então dizer que o dom de línguas cessou logo após o pentecostes se os outros dois dons continuaram? Simplesmente porque o Novo Testamento ainda não estava completo, e a profecias e a ciência eram necessários para seu término. Nossa fé é edificada sobre o fundamento dos profetas e apóstolos sendo Jesus Cristo a pedra angular. O conhecimento (ciência) e a profecia são parte da fundação, na qual ninguém pode acrescentar qualquer coisa mais. Lendo devagar o versículo 8 temos: profecias –aniquiladas; línguas- cessarão; ciência – desaparecerá. Agora lendo o versículo 9 temos: em parte conhecemos; em parte profetizamos, cadê as línguas? Não estão no versículo ou seja o cessar das línguas não está amarrado à ciência ou a profecia ou com a vinda daquele que é perfeito. (vs 10) O dom de línguas teve sua finalidade completa no Pentecostes e quando o fato dos judeus e gentios serem um só corpo do qual Jesus Cristo é o cabeça foi entendido e aceito e não mais contestado, o sinal foi retirado por não ser mais necessárioSe interpretar que “o que é perfeito” é o Senhor Jesus Cristo nenhum dos três dons poderiam cessar até à volta de Jesus Cristo, mas lendo o versículo 13 temos: permanecem a fé, a esperança e o amor... em contraste com os três dons do versículo 10, permanecem mas após o que? Ora a fé e a esperança desaparecerão quando da vinda de Jesus Cristo; o amor permanece porque é eterno. Essa é a ordem correta: o conhecimento e a ciência cessam quando a palavra de Deus revelada estiver completa (inteiramente revelada). As línguas cessam quando sua finalidade fosse cumprida. A fé e a esperança não cessam até a volta do Senhor Jesus Cristo. O amor nunca cessará por ser a essência de Deus.



VIII- As sete colunas do Pentecostes
  1. língua conhecida, idioma – 1 Co 14:10; At 2:8
  2. não deve ser dirigida aos homens – 1 Co 14:2
  3. deve ser dirigida somente a Deus – 1 Co 14:2
  4. não é sinal para crentes – 1 Co 14:22
  5. é sinal para judeus incrédulos – 1 Co 14:21
  6. sinal de julgamento para judeus incrédulos – 1 Co 14:21
  7. Não é para uso próprio, mas em público na presença de judeus incrédulos a quem se destinou – At 2:5; 1 Co 14:22
BATISMO COM ESPÍRITO SANTO E COM FOGO
William Hendriksen
“E eu, em verdade, vos batizo com água, para o arrependimento; mas aquele que vem após mim é mais poderoso do que eu; cujas alparcas não sou digno de levar; ele vos batizará com o Espírito Santo, e com fogo”. 



Em sua mão tem a pá, e limpará a sua eira, e recolherá no celeiro o seu trigo, e queimará a palha com fogo que nunca se apagará. 
(Mt 3:11,12) 
Foi necessário que João apresentasse esse contraste, pois o povo já começava a indagar se por ventura ele não seria o Cristo (Lc 3.15; cf. Jo1:19,20; 3:25-36). Portanto, João está dizendo que o contraste entre ele e aquele que cronologicamente vinha após ele era tão grande, João, nem mesmo era digno de desatar (isso somente em Mc 1.7 e Lc3.16), tirar e levar as sandálias de seu sucessor; equivale dizer que para alguém tão grande, ele próprio nem mesmo era digno de prestar serviços de um escravo. É verdade que no caminho da vida, Jesus, não somente em seu nascimento, mas no início do seu ministério público, vieram após João (Lc 1.26,36; 3.23). Porém, entre Cristo e João havia uma diferença qualitativa como a que existe entre o infinito e o finito, o eterno e o temporal, a luz original do sol e a luz refletida da lua (cf. Jo 1.15-17). João batiza com água; Jesus batizará com o Espírito. Ele fará com que seu Espírito e os dons que procedem deste venham sobre seus seguidores (At 1.8), sejam derramados sobre eles (At 10.44; 11.15). Ora, é verdade que todas as vezes que uma pessoa é retirada das trevas e posta na maravilhosa luz de Deus, ela está sendo batizada com o espírito Santo e com fogo. Calvino ao comentar Mt 3.11, chama atenção para o fato de que Cristo é quem concede o Espírito de regeneração, e que, como fogo, esse Espírito nos purifica retirando a nossa imundícia. Contudo de acordo com as próprias palavras de Cristo (At 1.5,8), lembradas por Pedro (At 11.16), num sentido especial dessa predição se cumpriu no dia de pentecostes e com a era que ela introduziu. Foi então que, pela vinda do Espírito, as mentes dos seguidores de Cristo foram enriquecidas com a iluminação sem precedentes (1 Jo 2.20); suas vontades se fortaleceram, como nunca antes, com uma animação contagiante (At 4.13,19,20,33; 5.29); e seus corações se inundaram com uma afeição ardente a um grau até então desconhecido (At 2.44-47; 3.6; 4.32). A menção do fogo (“Ele os batizará com o Espírito Santo e com fogo”) ajusta essa aplicação ao pentecostes, quando “foram vistas por eles línguas repartidas como que de fogo, as quais pousaram sobre cada um deles” (At 2.3). A chama ilumina. O fogo purifica. O Espírito faz as duas coisas. Não obstante, pelo contexto (anterior e posterior, ver vv.10 e 12) e pela profecia de Joel referente ao pentecostes (Jl 2.30; cf. At 2.19), considerada no contexto desse último, (ver Jl 2.31), parece que o cumprimento final das palavras de João aguarda a segunda vinda gloriosa de Cristo para purificar a terra com fogo (2Pe 3.7,12; cf. Ml 3.2; 2Ts 1.8). Nas Escrituras com freqüência o fogo simboliza a ira. Mas o fogo também indica a obra da Graça (Is 6.6,7; Zc 3.9; Ml 3.3; 1Pe1.7). Portanto, não é estranho que esse termo possa ser usado num sentido favorável como indicativo das bênçãos do pentecostes e da nova dispensação, e num sentido desfavorável como indicativo dos terrores do futuro dia do Juízo. É Cristo quem purifica os justos e expurga a terra de suas escórias – os ímpios. Além disso, se os profetas do antigo testamento, por meio da perspectiva profética, combinam entre si eventos que correspondem a primeira vinda de Cristo (tomada em seu sentido completo, incluindo o pentecostes) com os da segunda, porque não se pode atribuir a mesma característica também ao estilo de João Batista, que de muitas formas se parecia com esse profeta? Portanto, é evidente que é forte o argumento em favor da interpretação segundo a qual a palavra fogo, aqui em 3.11, se refere tanto ao pentecostes como ao juízo final. O caráter razoável da explicação, segundo o qual o batismo com fogo inclui uma referencia ao juízo final, também se faz evidente pelo V.12, que igualmente se refere aquele grande dia. Ele tem pá de joeirar em sua mão, e limpará completamente sua eira. A figura subjacente é de um espaço liso onde se limpa o trigo. Esse espaço tanto pode ser natural como artificial. No primeiro caso, é a superfície plana de uma rocha no cume de uma colina, exposta ao vento. Se é o segundo caso, é uma é uma área semelhante exposta de uns dez a quinze metros de diâmetro, a qual era preparada das pedras do solo umedecendo-o e socando-o até ficar compacto e liso, fazendo o centro mais baixo que as bordas, cercando as extremidades com pedras com o fim de reter o grão dentro. Primeiro os dois pisam as espigas com o grão (trigo ou cevada), aquele porção que foi espalhada nessa área, puxando uma espécie de trenó em cujo fundo são postas pedras por meio das quais os grãos são separados dos talos. A moinha, ( o que fica da espiga, a casca do grão, o restolho, pequenos pedaços de palha) ainda permanece misturada com os grãos. Então começa o processo de joeiramento referido no versículo 12. Porção após porção, o grão debulhado é lançado ao ar por meio de uma pá equipada com dois ou mais garfos, permitindo que o vento da tarde, que geralmente sopra do mediterrâneo durante os meses de maio a setembro, leve a moinha. O grão, mais pesado que a moinha, cai verticalmente na eira. Assim o grão é separado da moinha. A obra de joeiramento não para enquanto a eira estiver completamente limpa. Da mesma forma, Cristo limpará completamente sua eira, ou seja, o lugar onde Ele, em sua segunda vinda, executara o juízo. Ninguém escapará de sua detecção. Mesmo agora ele já se acha completamente equipado com tudo que necessita para a realização da tarefa de separar os bons dos maus. Prossegue: Ele recolherá o grão no celeiro, porém queimará a palha com fogo indistinguível. Voltando outra vez a figura subjacente, o grão descascado e joeirado é conduzido ao celeiro; literalmente, ao lugar onde as coisas são guardadas (ou armazenadas) . O grão é armazenado em virtude de ser algo muito valioso, muito precioso. Da figura subjacente passamos para a realidade. Até mesmo a morte dos crentes é descrita nas escrituras de uma forma mui consoladora. Ela “é preciosa à vista do Senhor” (Sl 116:15); é ser “levado pelos anjos para o seio de Abraão” (Lc 16.22); é ir ao paraíso (Lc 23.43); é uma bendita partida (Fl 1.23) Uma vez mais voltamos a figura subjacente. Do Grão passamos agora a moinha (palha). Esta, tendo caído nalgum lugar ou lugares, Lange do grão é recolhida e queimada. Assim também sucede com os ímpios: separado dos bons serão lançados no inferno, lugar onde o fogo não se apaga. Ali o seu castigo é interminável. Não se trata propriamente de que há sempre um fogo queimando na Geena, e, sim, de que os ímpios são queimados com fogo inextinguível, o fogo que foi preparado tanto para eles como para o diabo e seus anjos (Mt 25.41). O seu bicho nunca morre (Mc 9.48). A sua vergonha é eterna (Dn 12.2). Eternas também são as suas prisões (Jd 6.7) serão atormentados com fogo e enxofre... e a fumaça do seu tormento sobe pelos séculos dos séculos, de modo que não tem descanso nem de dia nem de noite (Ap14.9-11;19. 3; 20.10).
Fonte:


Extraído do comentário do Novo Testamento/ Mateus Vol 1/ Mt 3.11,12/ William Hendriksen. Editora Cultura Cristã.


Postado por Pr Davi Buriti às 
Citações Bíblicas substituídas pelo professor Josias Baraúna Junior (Eram da ARA e agora estão na ACF). Todas as citações bíblicas são da ACF (Almeida Corrigida Fiel, da SBTB). As ACF e ARC (ARC idealmente até 1894, no máximo até a edição IBB-1948, não a SBB-1995) são as únicas Bíblias impressas que o crente deve usar, pois são boas herdeiras da Bíblia da Reforma (Almeida 1681/1753), fielmente traduzida somente da Palavra de Deus infalivelmente preservada (e finalmente impressa, na Reforma, como o Textus Receptus).
Novas Revelações do Espírito
Autor: João Calvino
As Institutas da Religião Cristã - Livro I, Capítulo 9
Os fanáticos, pondo de lado a Santa Escritura, passam por cima da revelação e subvertem todos os princípios da piedade
Apelo dos Fanáticos ao Espírito em Prejuízo da Escritura
Além disso aqueles que repudiam as Escrituras, imaginando que podem ter outro caminho que o leve a Deus, devem ser considerado não tanto como dominados pelo erro, mas como tomados por violenta forma de loucura. Recentemente, apareceram certos tipos de mau caráter que atribuindo a si mesmos, com grande presunção, o magistério do Espírito, fazia pouco caso de toda leitura da Bíblia, e riam-se da simplicidade dos que ainda seguem o que esses, de mau caráter, chamam de letra morta e que mata. Eu gostaria de saber deles, porém, que Espírito é esse por cuja inspiração eles são levados a alturas sublimadas, a ponto de terem a ousadia de desprezar, como infantil e rasteiro, o ensino da Escritura. Se eles responderem que é o Espírito de Cristo quem os inspira, consideramos absurdamente ridículo esse tipo de certeza uma vez que eles se concordam como penso que o fazem, que os Apóstolos de Cristo e todos os fiéis, na Igreja Primitiva, foram iluminados por esse mesmo Espírito. O fato é que nenhum dos Apóstolos ou fiéis aprenderam desse Espírito a desprezar a Palavra de Deus. Ao contrário, cada um deles foi antes tomado de profunda reverência (para com a Escritura), como seus escritos o comprovam muito luminosamente. Na verdade, assim foi predito pela boca do Isaías, pois o Profeta não cerca o povo antigo com um ensino meramente externo, como se fosse para o povo como as primeiras letras, mas diz: "O meu Espírito que está sobre ti, e as minhas palavras que pus na tua boca, não se desviarão da tua boca nem da boca tua descendência..." (Is 59.21), considerando antes que a nova Igreja terá, sob o reino de Cristo, a verdadeira e plena felicidade, que consiste em ser regida pela voz de Deus, não menos que pelo seu Espírito. Concluímos daqui que esses fanáticos cometem abominável sacrilégio quando separam estes dois elementos que o Profeta uniu por meio de um vínculo inviolável. A isto, acrescente-se que Paulo, não obstante ter sido arrebatado até o terceiro céu (II Co 12.2) - não deixou, entretanto, de aproveitar o ensino da Lei e dos Profetas, exortando também a Timóteo - mestre de projeção singular - a que se dedicasse à sua leitura (1 Tm 4.13). É também digno de ser lembrado aqui o que Paulo diz da Escritura: "Que ela é útil para ensinar, admoestar, redargüir, para que os servos de Deus se tornem perfeitos" (II Tm 3.16). Não será, portanto, diabólica loucura imaginar como transitório ou temporário o valor da Escritura, destinada a conduzir os filhos de Deus até a perfeição final? Quero que esses fanáticos me respondam também o seguinte: Terão eles bebido de outro Espírito e não daquele que o Senhor prometeu aos seus discípulos? Ainda que estejam possuídos de loucura tão extrema, não os considero, contudo, arrebatados de tão furiosa demência a ponto de terem a ousadia de gabar-se disso. Mas, ao prometer o Espírito, de que natureza declarou ele haver de ser esse Espírito? Na verdade, era um Espírito que não falaria por si mesmo, mas, ao contrario, sugeriria a mente deles e nela instilaria aquilo que ele mesmo, Jesus, havia transmitido por meio da Palavra (João 16.13). Portanto, não é função do Espírito que Cristo nos prometeu desvendar novas e indizíveis revelações, ou forjar novos tipos de doutrina, pelos quais sejamos desviados do ensino do Evangelho já recebido. Ao contrario, a função do Espírito é a de selar, na nossa mente, a mesma doutrina que o Evangelho nos recomenda.
A Bíblia é o Árbitro do Espírito Se ansiamos obter algum uso e fruto da parte do Espírito de Deus, podemos entender facilmente como é imperioso para nós aplicar-nos, com grande diligência, tanto a ler quanto a ouvir a Escritura. É por isso que Pedro até louva (II Pe I.19) o zelo dos que estão atentos ao ensino profético, ensino que, todavia, depois de começar a brilhar a luz do Evangelho poderia parecer ter perdido a validade. Muito ao contrário, se algum espírito, desprezando a sabedoria da Palavra de Deus, nos impõe outra doutrina, devemos suspeitar com justa razão, de que seu ensino é vaidade e mentira (Gl. 1:6-9). Sim, porque se Satanás se transforma em anjo de luz (II Co 11.14), que autoridade poderá ter o Espírito entre nós, se não soubermos discerni-lo por meio de sinal de absoluta certeza? E muito claramente a voz do Senhor no-lo tem apontado, mas esses infelizes (embusteiros) tudo fazem por extraviar-se, buscando a própria ruína, quando buscam o Espírito por si mesmos, ao invés de busca-lo por ele próprio. Alegam eles que é ofensivo ao Espírito de Deus - a quem tudo deve estar sujeito -, ficar subordinado a Escritura. Como se fosse, na verdade, repulsivo ao Espírito Santo ser igual a si mesmo, por toda parte, ou permanecer de acordo consigo mesmo em todas as coisas, e em não variar em coisa alguma! De fato, se fôssemos obrigados a julgar de acordo com a norma humana, angélica ou estranha, então poder-se-ia considerar o Espírito como reduzido à subordinação, e até a servidão, se se preferir. Quando, porém comparamos o Espírito consigo mesmo, e em si mesmo o consideramos quem poderá dizer que, com isso, o estejamos ofendendo? Confesso que o Espírito, desse modo, é submetido a um exame através do qual Ele quis fosse estabelecida a sua majestade entre nós. Ele deve ficar plenamente manifestado a nós tão logo entre no nosso coração. No entanto, para que o Espírito de Satanás não nos persuada em nome do Espírito Santo, este quer ser reconhecido por nós na imagem que imprimiu de si mesmo nas Escrituras, pois sendo ele mesmo o autor da Escritura, não pode variar nem ser inconstante consegue, mesmo. Portanto, do modo como nelas se manifestou, tem de permanecer para sempre. Isto não pode ser modificado, a menos que julguemos - como dignificante -, o Espírito abdicar e degenerar de si mesmo!  A Bíblia e o Espírito Santo não se Separam Quando a acusação que fazem contra nós, de que nos apegamos demasiadamente à letra que mata, acabam eles incorrendo na pena de desprezarem a Escritura. Ora, salta aos olhos o fato de Paulo (II Co 3.6), estar contendendo com os falsos apóstolos os quais, insistindo na Lei separada de Cristo, estavam, na realidade, alienando o povo da Nova Aliança, na qual o Senhor prometeu que haveria de gravar a sua Lei nas entranhas dos fiéis, e imprimi-la no coração deles (Jr. 31:33), Portanto, a letra está morta e a Lei do Senhor mata a seus leitores, quando não apenas se divorcia da graça de Cristo, mas, também, não tocando o coração, atinge só os ouvidos. Se ela, porém, por meio do Espírito, se imprime de modo eficaz nos corações e manifesta a Cristo, ela é a Palavra da vida (Fl. 2:16), que converte as almas e da sabedoria aos símplices (Sl. 19:7). Além disso, nessa mesma passagem (II Co 3.8), Paulo chama a sua pregação de ministério do Espírito, querendo dizer com isso, sem dúvida, que o Espírito Santo de tal modo se prende à sua verdade expressa na Escritura, nela manifestando e patenteando o seu poder, que nos leva a reconhecer na Palavra a devida reverência e dignidade. E isto não contradiz o que foi dito pouco atrás quando afirmamos que a Palavra não é absolutamente certa para nós, se não for confirmada pelo testemunho do Espírito, visto que o Senhor uniu entre si - como se fosse por mútua ligação -, a certeza de sua Palavra e a certeza do seu Espírito, de maneira que a firme religião da Palavra seja implantada em nossa alma, quando brilha o Espírito, fazendo-nos contemplar a face de Deus. Do mesmo modo, reciprocamente, abraçamos ao Espírito sem nenhum temor ou engano, quando o reconhecemos na sua imagem ou, seja, na Palavra!
IX- E, de fato, é assim!
Deus não deu a Palavra aos homens tendo em vista uma apresentação passageira, que fosse abolida assim que viesse o seu Espírito. Ao contrário enviou-nos o mesmo Espírito por meio de cujo poder nos deu a Palavra, com o fim de realizar a sua obra, confirmando eficazmente a mesma Palavra. Por isso, Cristo abriu o entendimento dos dois discípulos de Emaús (Lc 24.27, 45), não para que, pondo de lado as Escrituras, esses discípulos se fizessem sábios a si mesmos, mas para que fossem capazes de entender essas Escrituras. Igualmente Paulo, quando exorta os cristãos de Tessalônica (1Ts 5.19-20) a não extinguirem o Espírito, não os eleva as altura com vãs especulações fora da Palavra, mas acrescenta imediatamente que não se deveriam desprezar a profecias. Com isso, o Apóstolo diz, de maneira não duvidosa, que quando se desprezam as profecias, a luz do Espírito fica obscurecida. Que dirão a respeito destas coisas esses fanáticos que consideram com validas apenas esta iluminação, desprezando e dizendo adeus a Divina Palavra, sem qualquer preocupação? Não menos confiantes e temerários são eles quando se agarram ambiciosamente a qualquer coisa que conceberam enquanto dormiam! Aos filhos de Deus, certamente, convém sobriedade bem diferente, pois eles, ao mesmo tempo em que, sem o Espírito, se sentem privados de toda verdadeira luz, não ignoram, todavia, que a Palavra é o instrumento pelo qual o Senhor concede aos fiéis a iluminação do seu Espírito. Os fiéis não conhecem outro Espírito senão aquele mesmo Espírito que habitou nos Apóstolos e falou através deles, e desses oráculos os fiéis são continuamente convocados a ouvir a Palavra.
Qual o tipo de línguas em 1Cor 14?
Idiomas humanos, aprendidos e falados por exibicionistas carnais, tentando emular o que era exclusivo dos 83 discípulos, e se encerraria com a Diáspora, em 70 DC.
1) Mesmo que houvesse em 1Cor (escrita por Paulo, em algum ponto entre os anos 52 e 56 DC) a indisputável prova de que todos (ou alguns de) os crentes em Corinto tinham o dom de miraculosa e perfeitamente falarem em idiomas humanos que jamais haviam estudado, isto não implicaria que alguém, hoje, pudesse ter tal dom: O dom de falar idiomas humanos não aprendidos tinha o propósito expresso de servir de testemunho aos JUDEUS, judeus DESCRENTES, durante os ÚLTIMOS DIAS, últimos dias não da Igreja mas, sim DE ISRAEL (1Cor 14:21-22), e estes dias foram interrompidos no ano 70 DC, quando o General Tito destruiu Jerusalém e todos os judeus fugiram para todos os países do mundo. 21 ¶ Está escrito na lei: Por gente de outras línguas, e por outros lábios, falarei a ESTE POVO; e ainda assim me não ouvirão, diz o Senhor. 22 De sorte que as línguas são um sinal, não para os fiéis, mas para os INFIÉIS; e a profecia não é sinal para os infiéis, mas para os fiéis. (1 Coríntios 14:21-22; Conf. Is 28:11)  2) Mas há nada que indique que os crentes de Corinto tinham o dom de falar idiomas humanos que nunca tinham aprendido!
- "Você pode provar isto”?
Sim: se os crentes estivessem sendo dominados e controlados pelo Espírito Santo de Deus, como é que precisaram receber tão pesada repreensão e instrução (1 Cor 14) para não continuarem fazendo bagunça e confusão???? Em que ponto da Bíblia uma pessoa crente CONTROLADA pelo Espírito Santo de Deus tem que ser vigiada, repreendida, policiada, obrigada a não fazer nada indigno (ou menos que perfeito) enquanto está sob o controle total do Perfeito??? Que louco absurdo isto seria! o que eram, então, as 'línguas' que os coríntios falavam?" Ora, em nenhum local da Bíblia é dito que eram línguas ESTRANHAS isto é, nunca aprendidas (se alguém achar onde é dito, favor me informar. Mas, mesmo assim, prevalece (1) para hoje). Também nunca é dito que as línguas eram MIRACULOSAS, que eram DONS, que eram dons do ESPÍRITO SANTO (se alguém achar onde é dito, favor me informar. Mas, mesmo assim, prevalece (1) para hoje). - "Mas que eram, mesmo, estas 'línguas' que os coríntios falavam,?" Simplesmente, eram idiomas humanos que haviam sido aprendidos. Elaborando: a) Alguns crentes nativos de Corinto legitimamente usavam idiomas humanos (que já haviam aprendido) para pregar a um estrangeiro visitando a cidade e que estivesse presenciando o culto da igreja (como se eu, que sei algum inglês, pregasse em inglês a um americano que não soubesse português e estivesse em visita ao Brasil e fosse a um culto da minha igreja). Isto não devia nem deve ser proibido. b) Alguns crentes visitantes, que não falavam o idioma comum de Corinto, também podiam legitimamente pregar nos seus próprios idiomas e serem traduzidos para o idioma de Corinto (como se um pastor americano, sem saber português, em visita ao Brasil, pregasse em inglês e eu traduzisse para português, para todos entenderem). Isto não devia nem deve ser proibido. c) Muitos crentes nativos de Corinto, carnais, ameninados, exibicionistas, cobiçosos de IMITAREM os apóstolos, estavam pregando em idiomas estrangeiros, mas o faziam sem nenhuma necessidade (deviam pregar no idioma comum, que todos conheciam), e/ou o faziam sem nenhuma utilidade (não havia quem entendesse, ou não havia quem traduzisse). Às vezes, falavam 2, 3 ou mais desses crentes acriançados, ao mesmo tempo, pura bagunça. (Como se, numa igreja brasileira de 100 pessoas, 98 pessoas só soubessem português, houvesse 1 pessoa que soubesse japonês e 1 pessoa que soubesse chinês, e ambas, por puro exibicionismo carnal, levantassem começassem a pregar bem alto, ao mesmo tempo... Que bagunça ... Que exibicionismo carnal ...)
X- E a renovação carismática católica?07 razões que rebatem os carismáticos!
Primeiro:
A Renovação Carismática ensina que não é bíblico dizer que está salvo. Dizem eles que a salvação não nos é dada agora, que ninguém pode ter a certeza de que vai para o céu. Refutação: a Bíblia sagrada ensina que todo aquele que tem um encontro pessoal com Cristo, passa a ter, desde então, a certeza da sua salvação. “Em verdade, em verdade vos digo que quem ouve a minha Palavra, e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna e não entra em juízo, mas já passou da morte para a vida. (João 5:24) "As minhas ovelhas ouvem a minha voz, e eu as conheço, e elas me seguem; eu lhes dou a vida eterna, e jamais perecerão..." (João: 10:27,28). Jesus afirmou que para todas as suas ovelhas Ele dá a vida eterna; é por isso que os católicos carismáticos não tem a certeza de salvação, porque se dizem ovelhas de Maria, e a vida eterna é para quem é ovelhas de Jesus Cristo somente. Segundo: A Renovação Carismática ensina que Maria é medianeira entre Deus e os homens, que através dela podemos ter acesso ao Pai e ao Filho. Refutação: a Bíblia Sagrada ensina que os que estão no céu não podem interceder por ninguém, pois os que lá estão não têm acesso ao que ocorre aqui na terra, pois só Deus é onisciente. (I Reis 8 :39). Por isso, só Jesus Cristo intercede junto a Deus, pois só Ele, e mais ninguém, é o intercessor entre Deus e os homens. "...Há um só Deus, e um só mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem." (I Timóteo 2: 5) Terceiro: Os católicos carismáticos ensinam que na missa repete-se o sacrifício de Cristo, que em toda missa Jesus está morrendo de novo. Refutação: a Bíblia ensina que Jesus Cristo deu o Seu corpo como sacrifício pelo pecado uma única vez; este ensino de que na missa repete se o sacrifício de Cristo não passa de uma mentira, e daquelas grandes!!! "Assim também Cristo, oferecendo-se uma só vez para levar os pecados ..."(Hebreus: 9:28). Quarto: A Renovação Carismática ensina que Maria é a "madrinha" do batismo no Espírito Santo. Refutação: não existe na Bíblia madrinha do batismo no Espírito Santo, existe o batizador no Espírito Santo, que é unicamente o Senhor Jesus (Marcos 1: 7,8), que batiza só o salvo (atos:2:8). Pois quem não é crente em Jesus não pode receber. (João 14:12). Quinto: A Renovação Carismática diz receber o batismo no Espírito Santo, afirmam que falam línguas estranhas; que são pentecostais. Refutação: Este batismo de que falam os carismáticos, nada tem haver com o batismo no Espírito Santo bíblico. No catolicismo há imitações, meios humanos de fazer uma pessoa falar diferente; as línguas do céu vêm depois de um enchimento do Espírito Santo; são línguas dadas pelo próprio Espírito: (Atos: 2:4). Essas manifestações que há na Renovação Carismática são coisas estranhas e não línguas estranhas. A verdade é que de pentecostais, os católicos carismáticos não tem nada. Faço minha as palavras de Aníbal Pereira Reis, ex padre: "Católicos Pentecostais? Essa Não!" Sexto: Os católicos carismáticos ensinam que Jesus participou do sangue e da carne de Maria, por isso, era Maria mãe de fato e de verdade do Senhor Jesus. Refutação: a Bíblia ensina que Jesus não participou da carne de Maria, pois foi gerado unicamente pelo Espírito Santo (Lucas 1:35). Por isso, Maria era só uma mãe adotiva, e não mãe de sangue. Jesus é chamado de segundo Adão, (I Coríntios 15 :45) uma das razões é porque assim como o primeiro, não teve mãe. Se Maria fosse realmente mãe de Jesus, de fato e de direito, por que Jesus nunca a chamou de minha mãe? Assim como chamava a Deus de meu Pai? O silêncio é a única resposta! (João 6:32). Sétimo: A Renovação Carismática ensina ser Pedro o alicerce da Igreja, que o "Papa", segundo eles, sucessor de Pedro, é o alicerce, o fundamento da Igreja. Refutação: A Bíblia ensina que o alicerce da Igreja é Jesus Cristo; Ele é a Rocha sobre a qual a verdadeira Igreja está edificada. Pedro nunca foi papa, e nem o "Papa" é o chefe da Igreja. O próprio Pedro dirá quem é a Rocha que sobre a qual a Igreja está edificada: "Ele (Jesus) é a Pedra que foi rejeitada por vós,... a qual foi posta como pedra angular. (Atos 4:11). Portanto, meu amado leitor, você viu através deste pequeno estudo, que a Renovação Carismática Católica fere a Palavra de Deus com seus ensinos anti-bíblicos; você viu só um resumo. Garanto-lhe que o poço é mais fundo do que isso, ainda há muito mais heresias apregoadas por eles. Converta-se ao verdadeiro cristianismo, ao Jesus vivo, Todo-poderoso, que não precisa de medianeira, porquanto pode salvar sozinho. (Hebreus 7:25). Só Jesus Cristo pode levar-te para o céu (João 14:6). Ainda que a Renovação Carismática procure imitar os crentes, na verdade não passa disto. Aliás, os carismáticos fazem suas reuniões parecidas com a reunião de nós, crentes, porque a eles falta o Jesus do crentes, e porque não o tem imitado. "... “E não mais sejas incrédulo, mas crente” (João 20:27).
SEITAS RELIGIOSAS

ESBOÇOS COMPILADOS POR PAULO C. PIMENTEL

fundador e presidente do CPR

CENTRO DE PESQUISAS RELIGIOSAS

APRESENTAÇÃO
A seguir estão alguns estudos sobre as seitas. Nem todos os aspectos de cada seita serão tratados, e nem todas as seitas serão abordadas. O importante é a gente saber as razões que fazem as seitas surgir, se manter e crescer. Por exemplo, em Êxodo 19 e 20 vemos os judeus recebendo as Leis de Deus através de Moisés. O povo, amedrontado ao ver os efeitos da manifestação de Deus no monte Sinai (Êxodo 19:17-18; 20:18), disse a Moisés o seguinte:

"Fala tu conosco, e ouviremos: e NÃO FALE DEUS CONOSCO,

para que não morramos." Êxodo 20:19

Pessoas com medo de Deus?! Podemos dizer, com certeza absoluta, que o que caracteriza as seitas é o medo de Deus incutido nos seguidores por seus líderes.

Diagrama das seitas com base em Êxodo 20:19:
ÊXODO 20:19TEST. JEOVÁCATÓLICOSMÓRMONS
DEUS fala a DEUS fala ao DEUS fala aoDEUS fala ao 
MOISÉSCorpo GovernantePapaProfeta Vivo
e ele fala aoe ele fala aoe ele fala aoe ele fala ao
POVOPOVOPOVOPOVO

Como cristãos sabemos que o único mediador entre Deus e os homens é Jesus Cristo. (1 Tm 2:5) Ainda que os líderes sejam importantes, nenhum deles pode substituir nossa relação direta com Deus através de Jesus Cristo.

  DEUS SANTO

   JESUS

   HOMEM PECADOR

ADVERTÊNCIAS BÍBLICAS SOBRE AS SEITAS

Jesus falou sobre o falso profeta que se apresenta vestido como ovelha - Mt.7:15

Disse que surgirão falsos cristos que enganarão a muitos - Mt.24:11

Tais falsos cristos e falsos profetas farão grandes sinais e prodígios - Mt.24:24

Paulo advertiu várias vezes sobre as ações dos falsos profetas no meio da igreja:

Atos 20:28-31a; Rom.16:17-18; 2 Cor.2:17; 2 Cor.4:2; 2 Cor.11:3-4; 2 Cor.11:13-15; Gál.1:6-10; Gál.2:4-6; Ef.4:14; Fp.1:17; Fp.3:17-18; Col.2:8; 1 Tim.1:3,19; 1 Tim.6:3; 1 Tim.6:20-21; 2 Tim.1:13; 2 Tim.2:18; 2 Tim.3:8; 2 Tim.4:3-4,10; Tito 1:9-16


Índice:
1 - CONHECENDO AS SEITAS
2 - COMO IDENTIFICAR UMA SEITA
3 - ADVENTISMO DO SÉTIMO DIA
4 - TESTEMUNHAS DE JEOVÁ
5 - MORMONISMO
6 - RENOVAÇÃO CARISMÁTICA CATÓLICA
7 - A FAMÍLIA ou OS MENINOS DE DEUS
8 - ESPIRITISMO
9 - CANDOMBLÉ E UMBANDA

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CONHECENDO AS SEITAS

Esboço escrito por Matthew J. Slick, dos Estados Unidos,

adaptado por Paulo C. Pimentel, do CPR, em 30/08/04.

INTRODUÇÃO

1. Este esboço vai lhe dar informações de como as seitas trabalham e como evitá-las. Se você tem algum conhecido preso a uma seita, então ore ao Senhor para tirá-lo de lá.
2. Aqui você não encontrará os textos bíblicos para refutar as heresias das seitas, mas seu orientador, ou você mesmo, poderá sugerir textos úteis.

3. As Seitas estão em todos os lugares. Algumas são populares e amplamente aceitas. Outras são isolacionistas e procuram se esconder para evitar um exame de suas ações. Elas estão crescendo e florescendo a cada dia. Algumas seitas causam grande sofrimento aos seus seguidores, enquanto outras até parecem muito úteis e benéficas.

4. Em 1978, o então missionário norte-americano Jim Jones, foi responsável pela morte de 900 seguidores, na Guiana Francesa, todos envenenados após ter anunciado a eles o fim do mundo. Um fato interessante desse trágico acontecimento foi o depoimento de um dos militares americanos responsáveis pela remoção dos corpos. Ele disse que, após vasculhar todo o acampamento, não foi encontrado um só exemplar da Bíblia. Jim Jones substituiu a Bíblia por suas próprias palavras.

5. Em 1993, o líder religioso David Koresh, que se intitulava a reencarnação do Senhor Jesus, promoveu um verdadeiro inferno no rancho de madeira, onde ficava a seita Branch Davidian (Ramo Davidiano). Seduzindo os seguidores com a filosofia de que deveria morrer para depois ressuscitar das cinzas, derramou combustível no rancho e ateou fogo, matando 80 pessoas, incluindo 18 crianças.

6. Em 1997, outra seita denominada Heaven’s Gate (Portão do Céu), que misturava ocultismo com fanatismo religioso, levou 40 seguidores ao suicídio. Na ocasião, essas pessoas acreditavam que seriam conduzidas para outra dimensão em uma nave que surgiria na cauda do cometa Halley Bop.

7. Quase todas essas seitas refutam a Trindade (com a conseqüente diminuição do Senhor Jesus Cristo), a ressurreição, a salvação pela Graça e contrariam outros princípios bíblicos.


ASPECTOS COMUNS

A - Existem muitos aspectos comuns entre as seitas que têm se disseminado pelo mundo. É importante que nós saibamos reconhecer suas características, a fim de que não sejamos enganados ou até mesmo desviados da verdadeira fé cristã.

B - As seitas subestimam o valor do Senhor Jesus ou colocam-no numa posição secundária, tirando-lhe a divindade e os atributos divinos como conseqüência.

C - Crêem apenas em determinadas partes da Bíblia e admitem como "inspirados" escritos de seus fundadores ou de pessoas que repartem com eles boa parte daquilo que crêem;

D - Dizem ser os únicos certos;

E - Usam de falsa interpretação das escrituras;

F - Ensinam o homem a desenvolver sua própria salvação, muitas vezes, sob um conceito totalmente naturalista;

G - Costumam buscar suas presas em outras religiões, conseguindo desencaminhar para o seu meio, inclusive, muitos cristãos.

1. O que é uma seita?
1-1. Geralmente é um grupo religioso, até mesmo cristão, não-ortodoxo (ortodoxo significa: orto = correto, e doxo = doutrina) e esotérico (do grego esoterikós, que significa conhecimento secreto, ao alcance de uns poucos membros). Podem ter devoção a uma pessoa, objeto, ou a um conjunto de idéias novas. As seitas costumam fazer uso das seguintes práticas:

A - Freqüentemente isolacionistas – para facilitar o controle dos membros fisicamente, intelectualmente, financeiramente e emocionalmente.

B - Freqüentemente apocalípticas - dão aos membros um enfoque no futuro e um propósito filosófico para evitar o apocalipse.

C - Fornecem uma nova filosofia e novos ensinos – revelados pelo seu líder.

D - Fazem doutrinação - para evangelismo e reforço das convicções de culto e seus padrões.

E - Privação – quebrando a rotina do sono normal e privação de comida, combinados com a doutrinação repetida (condicionamento mental), para converter o candidato a membro.


1-2. Muitas seitas contêm tipos de doutrinas "não-verificáveis".

A - Algumas ensinam algo que não pode ser verificado: Uma nave espacial que vem atrás de um cometa para resgatar os membros. Ou, Deus, um extraterrestre ou anjo apareceram ao líder e lhe deram uma revelação. Ou os membros são anjos vindos de outro mundo, etc.

B - Freqüentemente, a filosofia da seita só faz sentido se você adotar o conjunto de valores e definições que ela ensina.

C - Com este tipo de convicção, a verdade fica inverificável, interiorizada, e facilmente manipulada pelos sistemas filosóficos de seus inventores.

1-3. O Líder de uma Seita é freqüentemente carismático e considerado muito especial por razões variadas:

A - O líder recebeu revelação especial de Deus.

B - O líder reivindica ser a encarnação de uma deidade, anjo, ou mensageiro especial.

C - O líder reivindica ser designado por Deus para uma missão

D - O líder reivindica ter habilidades especiais

E - O líder está quase sempre acima de repreensão e não pode ser negado nem contradito.

1-4. Como se comportam as Seitas?

A - Normalmente buscam fazer boas obras, caso contrário ninguém procuraria entrar para elas.
B - Parecem boas moralmente e possuem um padrão de ensino ético.
C - Muitas vezes, quando usam a Bíblia em seus ensinos, utilizam também "escrituras" ou livros complementares.
D - A Bíblia, quando usada, é sempre distorcida, com interpretações próprias, que vão de encontro à filosofia da seita.
E - Muitas seitas "recrutam" o Senhor Jesus como sendo um deles, redefinindo-o adequadamente.
1-5. Algumas seitas podem variar grandemente...
A - Do estético ao promíscuo.
B - Do conhecimento esotérico aos ensinamentos muito simples.
C - Da riqueza e poder à pobreza e fraqueza.
2. Quem é vulnerável a entrar para uma seita?

2-1. Todas as pessoas são vulneráveis.

A - Rico, pobre, educado, não-educado, velho, jovem, religioso, ateu, etc.

2-2. Perfil geral do membro em potencial de uma seita (alguns ou todos os itens seguintes):

A - Desiludido com estabelecimentos religiosos convencionais.

B - Intelectualmente confuso em relação a assuntos religiosos e filosóficos

C - Às vezes desiludido com toda a sociedade

D - Tem uma necessidade por encorajamento e apoio


E - Emocionalmente carente

F - Necessidade de uma sensação de propósito, um objetivo na vida.

G - Financeiramente necessitado

3. Técnicas de recrutamento

3-1. As seitas encontram uma necessidade e a preenchem. As táticas mais usadas são:

A - "Bombardeio de Amor – Love Bombing " – que é a demonstração constante de afeto, através de palavras e ações.

B - Às vezes há muito contato físico como abraços, tapinhas nas costas, toques e apertos de mão.

C - Emprestam apoio emocional a alguém em necessidade.

D - Ajuda de vários modos, onde for preciso. Desta maneira, a pessoa fica em débito então com a seita e procura de algum modo retribuir.

E - Elogios que fazem a pessoa pensar que é o centro das atenções.

3-2. Muitas seitas usam a influência da Bíblia ou mencionam Jesus como sendo um deles; dando validade assim ao seu sistema.
A - Escrituras distorcidas

B - Usam versículos tirados da Bíblia fora do contexto

C - Então misturam os versículos mal interpretados com a filosofia aberrante delas.

3-3. Envolvimento gradual
A - Alterando lentamente o processo de pensamento e o sistema de convicção da pessoa, através da repetição dos seus ensinos (condicionamento mental).

B - As pessoas normalmente aceitam as doutrinas de uma seita um ponto de cada vez.

C - Convicções novas são reforçadas por outros membros da seita.

4. Por que alguém seguiria uma Seita?

4-1. A seita satisfaz várias necessidades:
A - Psicológica - Alguém pode ter uma personalidade fraca, facilmente manipulável.

B - Emocional – A pessoa pode ter sofrido um trauma emocional recente ou no passado

C - Intelectual – O membro tem perguntas que este grupo responde.

4-2. A seita dá a seus membros a aprovação, aceitação, propósito e uma sensação de pertencer a algum grupo.

4-3. A seita pode ser atraente por algumas razões. Podem ser:
A - Rigidez moral e demonstração de pureza

B - Segurança financeira

C - Promessas de exaltação, redenção, "consciência mais elevada" ou um conjunto de outras recompensas.

5. Como as pessoas são mantidas na Seita?

5-1. Dependência:
A - As pessoas querem freqüentemente ficar porque a seita vai ao encontro das suas necessidades psicológicas, intelectuais e espirituais.

5-2. Isolamento:
A - O contato com pessoas de fora do grupo é reduzido e cada vez mais a vida do membro é construída ao redor da seita.

B - Fica muito mais fácil então controlar e moldar o membro.

5-3. Reconstrução cognitiva (Lavagem cerebral):
A - Uma vez que a pessoa é doutrinada, seu processo de pensamento é reconstruído de acordo com a seita e se tornar submisso ao novo líder.

B - Isto facilita o controle pelos líderes da seita.

5-4. Substituição:
A - A Seita e os líderes ocupam freqüentemente o lugar de pai, mãe, pastor, professor etc.

B - Freqüentemente o membro assume as características de uma criança dependente, que busca ganhar a aprovação do líder ou do grupo.

5-5. Obrigação
A - O membro fica endividado emocionalmente com o grupo, às vezes financeiramente, etc.

5-6. Culpabilidade
A - É dito para a pessoa que sair da seita é trair o líder, Deus, o grupo, etc.

B - É dito também que deixar o grupo é rejeitar o amor e a ajuda que o grupo deu.

5-7. Ameaça:
A - Ameaça de destruição por "Deus" por desviar-se da verdade.

B - Às vezes ameaça física é usada, entretanto não freqüentemente.

C - Ameaça de perder o apocalipse, ou ser julgado no dia do julgamento, etc.

6. Como tirar alguém de uma Seita?

6-1. A melhor coisa é não tentar um confronto direto no primeiro encontro, o que pode assustar o membro e afastá-lo de você.
6-2. Se você é um Cristão, então interceda em oração pela pessoa primeiro.

6-3. Para tirar uma pessoa de uma seita é necessário tempo, energia, e apoio.

6-4. Ensine a verdade:
A - Dê-lhe a verdadeira substituição para o sistema de convicção aberrante que ela aprendeu, ou seja, o Evangelho da Graça de Jesus Cristo.

B - Mostre as inconsistências da filosofia do grupo, à luz da Bíblia.

C - Estude a seita e aprenda sua história, buscando pistas e informações

6-5. Tente afastá-lo fisicamente da seita por algum tempo, para quebrar o laço de isolamento.

6-6. Dê o apoio emocional de que ele precisa.

6-7. Alivie a ameaça de que se ele deixar o grupo, estará condenado ou em perigo.


6-8. Geralmente, não ataque o líder do grupo, deixe isso para depois. Freqüentemente o membro da seita tem lealdade e respeito para com o fundador ou líder.
6-9. É melhor conversar somente com um membro da seita de cada vez; confronte outros ao mesmo tempo somente quando for inevitável.
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COMO IDENTIFICAR UMA SEITA


INTRODUÇÃO:

O QUEM VEM A SER HERESIA, SEITA E RELIGIÃO?

HERESIA - (do grego HÁIRESIS). No NT essa palavra é traduzida de acordo com o contexto.A princípio significava escolha, modo de pensar. Depois, facção, partido, grupo, seita. (1Co 11.19, Atos 5.17, 15.5, 23.8, 26.5). Usada com sentido pejorativo (Atos 24.5 e 14). Usada para identificar ensino falso (2Pe 2.1). SEITA - (do latim SECTA). Essa palavra significa cortar, separar, seccionar. A seita é considerada um grupo que se separa de uma Religião, mas está identificado com as doutrinas básicas da Religião a que pertence. Por exemplo: Farisaísmo é uma seita do Judaísmo. Ver Atos 26:5. RELIGIÃO - vem do latim Religare (religar) – religar o homem a Deus. É o grupo maior e está fragmentado em seitas (grupos menores). São poucas as religiões reconhecidas – cerca de 11 apenas. Ver Atos 26.5. Em Tiago 1.26-27 religião indica o lado prático da devoção a Deus. 


                  Hoje em dia:
Heresia = falso ensino Seita = grupo religioso falso




1º GRUPO DE SEITAS: ADIÇÃO


Característica: Adiciona algo a Palavra de Deus

1. Testemunhas de Jeová – as literaturas do Corpo Governante (revistas, livros, etc)

2. Adventistas – as literaturas da Sra. White

3. Maçons – os livros sagrados de todas as religiões são aceitos

4. Católicos - a Tradição e o Magistério da Igreja

5. Mórmons – livro de mórmon, pérola de grande valor, doutrina e convênios

Refutação: Col. 2.8, 2 Tim. 3.16-17, 2 Ped. 1.21


2º GRUPO DE SEITAS: SUBTRAÇÃO

Característica: Subtrai algo da pessoa de Jesus
1. Testemunhas de Jeová – não é Deus; é a 1ª criatura de Jeová, o arcanjo Miguel
2. Adventistas – natureza pecaminosa herdade de Adão; não é 100% santo
3. Espíritas e LBV – não é Deus nem teve corpo humano real
4. Maçons – fundador de religião como Krishna, Buda, etc.
sua Divindade – Jo 1.1, Ro 9.5, 1 Jo 5.20
sua Santidade – He 4.15, 7.25-26
sua Humanidade – 1 Jo 4.2, 2 Jo 7
sua Salvação – He 5.9, 9.12, 9.26, 10.14
3º GRUPO DE SEITAS: MULTIPLICAÇÃO
Característica: Exige mais do que crer em Jesus
1. Testemunhas de Jeová – 5 reuniões semanais + leitura + trabalho de rua
2. Adventistas – Sábado e outras leis
3. Católicos – mediação de Maria e dos santos, crer nos dogmas
4. Espíritas – lei do carma (não há perdão), reencarnação (forma de expiar faltas)
5. Mórmons - alcançar a divindade pelo casamento
Refutação: Atos 4.12; 15.1 e 11; 16.30-31
4º GRUPO DE SEITAS: DIVISÃO
Característica: Divide lealdade a Deus com a seita
1. Testemunhas de Jeová – obediência aos 144.000 líderes – Mt 24.45 "Escravo Fiel"
2. Mórmons – profeta Joseph Smith (fundador) e atual profeta
3. Católicos – fora da Igreja Católica Apostólica Romana não há salvação
Refutação: Col 3.23-24
"E tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como ao Senhor, e não aos homens..."



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RENOVAÇÃO CARISMÁTICA CATÓLICA

Iniciado em 1967 na Universidade de Duquesne, na cidade de Pittsburgh, Pensilvania, EUA, dirigida pela fundação Padres do Espírito Santo.


A. Dois professores leigos (Ralph Kiefer e Bill Storey), em 1966, foram fortemente influenciados por dois livros evangélicos – "A Cruz e o Punhal", de David Wilkerson, e "Eles Falam em Outras Línguas", de John Sherrill. Foram batizados no Espírito e falaram em línguas após contato com um grupo de oração liderado por presbiterianos e ajudados por um sacerdote episcopal.

B. Idealizaram um retiro de fim de semana, de 17 a 19 de fevereiro de 1967 para vários amigos a fim de buscarem o derramamento do Espírito Santo na Igreja Católica.

C. Um estudante chamado David Mangan foi lançado por terra "pelo Espírito". Disse ele: "Gritei o mais forte que já gritara em minha vida, mas não derramei uma lágrima. De repente, Jesus Cristo era tão real e tão presente que eu podia senti-lo. Fui dominado por tal sentimento de amor que não posso descrevê-lo."

D. A maioria recebeu o batismo no Espírito ajoelhada diante do santíssimo sacramento em oração. Ou seja, em adoração à hóstia dentro do ostensório.

E. "Alguns riam incontrolavelmente `no Espírito´, enquanto um jovem rolava pelo chão em êxtase. Gritar louvores ao Senhor, chorar e falar em línguas caracterizaram este início do movimento na Igreja Católica."

F. Em 1967, o fogo pentecostal católico atingiu também a Universidade de Notre Dame (a capital intelectual do catolicismo americano) em South Bend, Indiana.

G. Em 1975, em Kansas City, houve um encontro pentecostal ecumênico visando a unidade de todos os pentecostais reunindo os pentecostais clássicos, os neo-pentecostais e os católicos carismáticos. Estavam lá: católicos, luteranos, presbiterianos, episcopais, metodistas e judeus messiânicos. Até Jesus falou aos presentes por intermédio de um deles apoiando a unidade!!!

H. O movimento atingiu seu ápice nos anos 70. Mas, com o tempo, a cúria romana resolveu botar ordem a fim de que a coisa fosse mais católica. Determinaram maior ênfase na participação: 1) da missa; e 2) na centralização de Maria.

I. Como resultado, muitos saíram e se uniram a igrejas pentecostais. A maioria ficou submissa ao papa, mas o movimento virou departamento dentro da igreja católica, e não um movimento de transformação e renovação.

FATOS QUE ANTECEDERAM O MOVIMENTO:
CURSILHOS DA CRISTANDADE

- Os Cursilhos da Cristandade contribuíram para preparar o terreno para a Renovação Carismática Católica. Foi iniciado em 1949, na Espanha, como uma tentativa de renovar a fé dos católicos através de um retiro de três dias chamado cursilho (mini-curso, cursinho).

- Os primeiros líderes do movimento carismático católico eram líderes nos cursilhos.
- O cursilho é um encontro de três dias. Em 1972, o jornalista Sebastião Nery resumiu o cursilho como uma "psicoterapia de grupo feita para abalar os alicerces da personalidade e torná-la capaz de rebanho"1 .
- O cursilho se assemelha ao encontro do G12: 3 dias, não se pode conversar, pessoas chorando, músicas de fundo, juramento de segredo, etc.
DAVID DU PLESSIS
- David du Plessis (1905-1987), pastor da Assembléia de Deus, esteve presente no Concílio Vaticano II, em 1964, convidado pelo cardeal Bea (chefe da Secretaria para a Promoção da Unidade Cristã). Em 1961 visitou o Vaticano para explicar o pentecostalismo. Dirigiu uma equipe pentecostal que dialogou com católicos entre 1972/82. Recebeu do papa Paulo VI em 1975 a medalha Paulo VI pela participação no Concílio Vaticano II, e do papa JP2 (João Paulo II), em 1982 uma medalha de bronze, e em 1983, a medalha de ouro "Benemerenti", a mais alta honra concedida por um papa, por excelente serviço a toda cristandade. (?!) É a mais alta honra que o papa pode conferir, e du Plessis foi o primeiro e único protestante a recebê-la. Foi expulso das AD em 1962 por causa da aproximação com os católicos, mas readmitido em 1979. Faleceu aos 82 anos em 1987.
RCC NO BRASIL
- Marcelo Rossi não é da RCC – é oba-oba tipo o padre Zeca ("Deus é Dez"). Apenas animador de festa....
- A Renovação Carismática chegou ao Brasil em 1974 através do padre jesuíta Eduardo Dougherty. Nos EUA inspirou-se nos televangelistas e aqui no Edir Macedo, afirma o padre Marcelo Rossi.
- A liderança dos jesuítas é exatamente para estancar a revoada de fiéis que nos últimos anos têm deixado as fileiras do catolicismo para os grupos evangélicos.
- De Campinas a RCC se espalhou por todo o Brasil
- Crescimento rápido apesar das restrições impostas pelo clero brasileiro que nunca apoiou totalmente a RCC. Em 1979 eram 300.000; 1984 / 1 milhão; 1989 / 2 milhões; 1994 / 4 milhões; 1998 / 8 milhões.
- Perante a CNBB não é apoiado oficialmente, mas apenas tolerado para evitar um racha na igreja.
DOUTRINAS
Seguem as doutrinas normais de todo católico, acrescentando as experiências pentecostais.
Ministérios da RCC: Ministério da Palavra (Pedro), Ministério de formação (Paulo), Ministério de Oração por cura e Libertação (Anjos Miguel e Raphael), o Ministério de intercessores (Moisés), o Ministério de acolhimento (Anjo Gabriel) e de artes (Rei Davi). Há outros, como o Ministério das famílias, de jovens, das crianças, de fé e política, de serviço, de sacerdotes e de seminaristas.
"Eu sou coordenador de uma célula da RCC que, caso cresça, pode vir a ser uma Comunidade de Aliança, como a Canção Nova, o Shalom, etc." (internet)
"Em dado momento, invoquei a presença do Anjo Miguel (Quem é como Deus?). Eu orava de olhos abertos, a pessoa de olhos fechados. No mesmo instante, pude ver alguém vestindo vestes brancas e aparência resplandecente, que brilhava muito. Ele tinha nas mãos uma espada flamejante que inflamava, sem queimar. Passou por nós, pousou a mão sobre a pessoa e depois seguiu até sumir no fim do ambiente. SEM QUE EU FALASSE NADA À PESSOA, no fim da oração ela disse-me que durante a oração, quando invoquei Miguel ela, de olhos fechados, percebera que havia uma grande luz diante de si. Logo após sentiu um imenso calor envolvendo-a. Só então eu lhe confirmei o que havia ocorrido." (internet)
Um doutrina bem estranha é a LOCUÇÃO INTERIOR Desenvolvida pelos místicos católicos: Santa Tereza de Ávila, São João da Cruz e outros.
"Carismas são dons extraordinários do Espírito Santo. Recebemos pelo Batismo no Espírito. O de profecia permite ouvir a voz de Deus para anunciá-la ao povo. O de palavra de ciência, é uma locução interior que nos leva a conhecer - sem intervenção prévia - detalhes da vida interior de outrem ou fatos que Deus está realizando. Eu o recebo muito. E sempre de forma acertada." (internet)"Recebo mensagens por locução interior, nas quais Nosso Senhor Jesus Cristo e a Santíssima Virgem Maria, falam diretamente para a humanidade. Recebo também mensagens de vários Santos, Anjos e Almas do Purgatório." "Jesus revela profecias e prepara as Arcas de Aliança do Amor do Pai (são comunidades para os últimos tempos)" (internet).