quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

"O DÍZIMO E A GRAÇA"


A IGREJA QUE COBRA DÍZIMO PODE PERTENCER A DEUS?


DÍZIMO NA GRAÇA: Mentira que insiste em prevalecer! 


Alguns ministros religiosos, ao aceitarem falsos princípios, afastam-se da realidade do Evangelho e passam a valorizar mais seus dogmas de doutrina do que a própria Palavra de Deus.
E Deus, então, para coibir tal heresia dentro de Sua Igreja, trata de corrigi-los.
Alguns defensores do dízimo têm me feito a seguinte pergunta: “muitas das igrejas que cobram dízimo têm sido reconhecidas pelo Espírito Santo (segundo a Sua operação no seu interior), como igrejas de Deus, juntamente com seus obreiros; poderia, então, uma obra de maneira errada ser praticada por uma Igreja de Deus? Como você explica isto?”.
Então eu, em resposta a estes, posso afirmar, pela correta interpretação que recebi da parte de Deus (pelo Espírito Santo que me foi dado), que, sem dúvida e isento de hipocrisia, também reconheço que muitas das igrejas que cobram dízimo são igrejas de Deus, e inclusive seus ministros; porém, isto não significa que tais ministros não estejam errando nesta área! Quando Deus repreende Seus obreiros, é exatamente pelo fato de existir erro dentro de Sua Igreja.
As sete igrejas da Ásia, as quais Jesus enviou cartas através do apóstolo João, também eram igrejas de Deus, e inclusive seus ministros, porém, cinco delas receberam fortes repreensões da parte de Jesus por algumas das suas obras não terem sido achadas corretas diante de Deus. E as igrejas, cujas cartas continham repreensões da parte de Jesus, foram advertidas para que seus ministros se corrigissem dos seus erros e permanecessem em pé diante de Deus.
Observemos a carta à Igreja de Éfeso:
Apocalipse 2. 1-7
1 Escreve ao anjo da igreja que está em Éfeso: isto diz aquele que tem na sua destra as sete estrelas, e anda no meio dos sete castiçais de ouro:
2 Conheço as tuas obras, e o teu trabalho, e a tua paciência, e que não podes sofrer os maus; e puseste à prova os que dizem ser apóstolos, e o não são, e tu os achaste mentirosos.
3 E sofreste, e tens paciência, e trabalhaste pelo meu nome, e não te cansaste.
4 Tenho, porém, contra ti que deixaste o teu primeiro amor.
5 Lembra-te, pois, de onde caíste, e arrepende-te, e pratica as primeiras obras; quando não, brevemente a ti virei, e tirarei do seu lugar o teu castiçal, se não te arrependeres.
6 Tens, porém, isto: que odeias as obras dos nicolaítas, as quais eu também odeio.
7 Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: Ao que vencer, dar-lhe-ei a comer da árvore da vida, que está no meio do paraíso de Deus.
         É claro que o erro da Igreja de Éfeso não tinha nada a ver com o dízimo; até porque sabiam, de primeira mão, que não deveriam cobrar dízimo; mas, o que podemos observar é que era uma Igreja de Deus e seu ministro também; tanto que todas as suas obras estavam corretas diante de Deus, com exceção de uma. E foi por esta única obra que não estava agradando a Deus, que Jesus estava tomando providência contra o seu ministro (o anjo da Igreja), para livrar o seu povo de uma queda espiritual.
Quanto ao erro da cobrança do dízimo nas igrejas de hoje, nota-se que nestes últimos tempos Deus tem tomado providências para corrigir seus ministros que praticam essa indevida cobrança.

O DÍZIMO NÃO É UMA COBRANÇA?

Muitos defendem a prática do dízimo no cristianismo, afirmando erroneamente que o dízimo não é uma cobrança (não é um pagamento obrigatório), mas sim uma contribuição voluntária. Mas isto não é verdade. O dízimo não seria uma cobrança, se não fosse acompanhado de influência espiritualmente legalista; mas esta não é a realidade de sua prática, pois se tratando de dízimo, já é, obviamente, prefixado 10% e cobrado sob o rigor da Lei. Quem convive no meio evangélico sabe disto. Eu, por exemplo, ao longo dos 28 anos que sirvo a Deus, venho acompanhando a atitude de algumas lideranças religiosas em relação à prática do dízimo, e presenciando constantes pressões que são feitas em relação a essa cobrança, as quais têm, na verdade, avaliada as qualidades espirituais dos seus fiéis pelo pagamento de dízimo. Ao invés de ensinarem o povo a amar a obra de Deus, ou seja, a contribuir inspirado pelo amor, acham mais fácil e confortável (para si mesmos) ensinarem o povo a ter medo das ordenanças do Antigo Pacto, sob ameaça da maldição da Lei, levando o povo a contribuir para sentir o alívio de um peso obrigatório (para o resgate de uma dívida para com Deus), rejeitando assim o que foi estabelecido pelo Espírito da Graça. A verdade é que, a maioria das igrejas fecha as portas de seu convívio espiritual para aqueles que não derem no mínimo 10% de suas rendas.
Para confirmação de tudo isto, observe o que nos últimos tempos estão ensinando em relação ao cristão que não pode pagar o dízimo, ou que por fidelidade ao Espírito da Graça não for dizimista:

1º: Está roubando a Deus.

2º: É amaldiçoado.

3º: Não pode estar em comunhão com o povo de Deus.

Diante de tudo isso, muitos ainda têm a coragem de dizer que isto não é uma cobrança. A verdade é que, nas entrelinhas, a mensagem da pregação do dízimo é esta: “Não é obrigatório, mas espontâneo, porque você tem livre escolha: dar o dízimo, ou viver em maldição”.
Conclusão: o dízimo é, com certeza, cobrado pelo rigor da Lei, mas aplicado no cristianismo sob o disfarce de contribuição voluntária. 
A cobrança do dízimo no cristianismo é um jugo que tem causado sofrimento e angústia para muitos cristãos, e até tem impedido que muitas pessoas se integrem à Igreja. Muitos, ao crerem no Evangelho, não se aliam às igrejas por causa do dízimo, isto é, por não sentirem espiritualidade na sua cobrança; enquanto outros se desintegram das igrejas por não resistirem tal carga nos seus ombros.
Esse jugo tem feito com que muitos cristãos enfraqueçam na fé; pois quando alguém encontra impossibilidade de apurar os 10% do que ganha para poder contribuir em forma de dízimo, o tal é reputado, pelos pregadores de dízimos, como ladrão e amaldiçoado. Pois ganhando pouco e procurando saldar seus compromissos para manter sua honestidade social e sua integridade espiritual, nem sempre consegue levar aos seus líderes os 10%, mesmo sentindo no coração grande desejo de contribuir. Impossibilitado de levar esse valor, deseja levar o que pode, mas é impedido pelo pregador legalista que diz que 10% deve ser o mínimo, e que seria injusto levar menos, apontando para a Ordenança da Lei do Antigo Pacto mencionada em Malaquias 3.8-10, para dizer que o tal é ladrão e amaldiçoado. Então este cristão acaba não levando nada; e quando vai orar, aquela acusação do pregador soa injustamente nos seus ouvidos: “Você é ladrão e amaldiçoado”, desanimado na fé e julgando-se sem condição de servir a Deus, acaba se desintegrando da Igreja. Porém, tais pregadores, com certeza, vão prestar contas com Deus pelo prejuízo espiritual que têm causado à vida desses cristãos, pois nesse sentido, o apóstolo Paulo expressamente declara: “Aquele que destruir o templo de Deus que sois vós, Deus o destruirá” (1 Co 3.17).
Portanto, pregadores de dízimos, não destruam por causa do dinheiro aqueles por quem Cristo morreu.
Temos acima um real exemplo do pobre que vive oprimido por não conseguir apurar 10% do seu salário (o dízimo) para cumprir a exigência de seus respectivos líderes. Pois é natural que a contribuição cristã, ordenada em forma de dízimo, causa opressão aos pobres. E aí, é quando essa indevida cobrança ameaça o cumprimento das profecias de libertação da opressão da Lei, como:
 1º) “Porque tu quebraste o jugo que pesava sobre ele, a vara que lhe feria os ombros e o cetro do seu opressor, como no dia dos midianitas” (Isaias 9.4).
2º) “O Espírito do Senhor Jeová está sobre mim, porque o Senhor me ungiu para pregar boas novas aos mansos; enviou-me a restaurar os contritos de coração, a proclamar liberdade aos cativos e a abertura de prisão aos presos” (Isaias 61.1).
3º) “Por causa da opressão dos pobres e do gemido dos necessitados, me levantarei agora, diz o Senhor; porei em salvo aquele para quem eles assopram” (Salmos 12.5).
         4º) “mas julgará com justiça os pobres” (Isaias 11.4).
5º) “então, ao Senhor trarão ofertas em justiça” (Malaquias 3.3).

Se os cobradores de dízimos procurassem amar um pouco mais a igreja de Deus, certamente não agiriam com ameaças de maldição, mas abençoariam a igreja ao contribuir com qualquer percentual. Deixariam de operar pelo Ministério da Letra, chamado também de Ministério da Condenação, e operariam pelo Ministério do Espírito, que dá vida e paz aos que com um coração puro aceitam a Graça de Cristo para remição dos seus pecados, e agora, dentro de suas possibilidades, querem contribuir, levando à obra de Deus com alegria e propósito de coração, o que podem ajuntar, conforme a orientação do apóstolo Paulo: “o que puder ajuntar, conforme sua prosperidade” (1Co 16.2). E ainda: “Porque, se há prontidão de vontade, será aceita segundo o que qualquer tem, e não segundo o que não tem” (2Co 8.12).
Os legalistas do dízimo, que não conhecem totalmente a verdade do Evangelho e a integridade da Graça de Cristo, preferem dizer que aquele que dá menos de 10% é ladrão e amaldiçoado. Confiam mais no Ministério da Letra do que no Ministério do Espírito. Mas, veja o que está escrito: “O qual nos fez também capazes de ser ministros de um Novo Testamento, não da letra, mas do Espírito; porque a letra mata e o Espírito vivifica” (2 Co 3.6).

“O DÍZIMO É BÍBLICO; ESTÁ ESCRITO!”, ALEGAM OS PREGADORES LEGALISTAS.

“É BÍBLICO” ou “ESTÁ ESCRITO”, é a razão equivocada que muitos apresentam para introduzir no cristianismo algumas obras cuja realização é, sem dúvida, contra a vontade de Deus. Existem muitas obras bíblicas, ou, que estão escritas, mas que não podem ser aplicadas no cristianismo, como por exemplo:

a) Sacrifício de animais é uma obra bíblica e, inclusive, paralela ao dízimo; pois também está escrita no livro de Malaquias! Foi praticada na Lei, antes da Lei, mas não deve ser praticada no cristianismo. 

b) O apedrejamento por adultério é, sem dúvida, bíblico, mas também não se enquadra na prática cristã.
 
 c) A circuncisão também é bíblica; foi praticada na Lei, antes da Lei, e inclusive por Jesus (Lc 2.21-24; Rm 15.8), entretanto, o cristão não deve praticá-la, pois está escrito: “Se vos deixardes circuncidar, Cristo de nada vos aproveitará (Gl 5.2)”.
Não é por uma obra estar escrita na bíblia, que deve ser praticada no cristianismo. Vale lembrar que, existem a letra da Bíblia e o Espírito da bíblia. A letra só tem respaldo divino aliada ao Espírito da Bíblia. Citar a letra da Bíblia sem juntá-la ao Espírito dela, pode levar à heresia, ou seja, pode formar um anátema. Por isto Paulo diz: “porque a letra mata, mas o Espírito vivifica” (2º Co 3.6). Satanás, ao tentar Jesus, pediu-lhe indevidamente a realização de uma obra bíblica, usando o seguinte argumento: “porque está escrito”. Ele pediu para Jesus se atirar do pináculo do Templo, dizendo: “Está escrito: Que aos seus anjos dará ordens a teu respeito, para que não tropeces em alguma pedra”. Então Jesus lhe respondeu, usando também um texto bíblico, porém, em harmonia com o Espírito da Bíblia, dizendo: “também está escrito: Não tentarás o Senhor teu Deus”. Porque, o que Satanás citou, realmente estava escrito (era bíblico), mas não era para àquela hora (para aquela situação), mas para a hora certa.
Aplicar uma obra de maneira indevida só porque “está escrito” é realmente tentar a Deus. Por este motivo encontramos, em Atos dos Apóstolos, a devida repreensão aos discípulos que cometeram essa tentação a Deus ao imporem sobre os cristãos a prática da Lei de Moisés (inclusive o dízimo), quando diz: “Por que tentais a Deus, pondo sobre a cerviz dos discípulos um jugo que nem nossos pais nem nós pudemos suportar?” (At. 15.10). Observem que, todas estas obras que o Espírito Santo revelou aos apóstolos que se as colocassem em prática no cristianismo seria uma tentação a Deus, estavam escritas na Bíblia! Eram bíblicas! Portanto, obreiros do Evangelho, não vamos tentar a Deus, mas sim deixar o cristão livre para contribuir com qualquer percentual.    
Porque sobre o dízimo, realmente está escrito, porém, para a hora certa (para a época do Velho Testamento, ou, para quem quer viver debaixo da Lei), mas não para o verdadeiro cristianismo.
Então, sabemos que, aplicar o dízimo ao cristianismo, porque está escrito, é cometer o erro da observância exclusiva da letra (é tentar a Deus). Vale ressaltar que, Satanás provocou a tentação a Deus, ao pedir para Jesus se atirar do pináculo do Templo, dizendo: “está escrito”.

Portanto, não se pode tomar uma obra da Lei (que vem por mandamento carnal, obra morta), como é o caso do dízimo, e aplicar ao cristianismo, pelo fato de ser bíblica. Obras desta natureza, no cristianismo, são consideradas obras mortas. Mas a contribuição cristã deve chegar diante de Deus como obra viva, sem percentual prefixado por Lei, isto é sem limite máximo nem mínimo, mas que se realiza pela lei da liberdade (Tg 2.12; 1.25; 2º Co 9.7).

     SACRILÉGIO:

A pregação do dízimo no cristianismo é um verdadeiro sacrilégio (é um agravo ao Espírito da Graça). Pois quando é pregado que aquele que não dá o dízimo é ladrão e amaldiçoado, está reputando o dízimo como uma obra imprescindível à salvação, ou seja, está substituindo a Graça de Cristo pelo cumprimento da lei do dízimo. E isto é realmente fazer agravo ao Espírito da Graça. Porque aespontaneidade para contribuir, e a liberdade para que o percentual de contribuição seja determinado pelas possibilidades e propósito de coração, são características proporcionadas pelo Espírito da Graça. Ao contrario, estaríamos aniquilando a Graça de Deus. Por esta razão lemos em Gálatas 2.21: “Não aniquilo a graça de Deus; porque, se a justiça provém da lei, segue-se que Cristo morreu debalde”.
A ofensa ao Espírito da Graça pode custar muito caro para aquele que à pratica, pois a este respeito, está escrito: “quebrantando alguém a lei de Moisés, morre sem misericórdia, só pela palavra de duas ou três testemunhas. De quanto maior castigo cuidais vós será julgado merecedor aquele que pisar o Filho de Deus, e tiver por profano o sangue da Aliança, com que foi santificado, e fizer agravo ao Espírito da graça.?” (Eb 10.28,29 ; Rm. 5,20.)  


 A  HERESIA  DA  DEVOLUÇÃO:

A pregação do dízimo troca a Graça de Cristo pela maldição da Lei. Chegam até a ensinar que o cristão está devolvendo o dízimo! Ora, devolver o dízimo é rejeitar a Graça de Cristo; é devolver o Sacrifício que Ele consumou na Cruz do Calvário, e confiar que pode cumprir essa Lei, como quem diz: “eu não preciso, eu cumpro, eu posso, eu sou fiel nesta Lei, então te devolvo.” Mas, mesmo que alguém seja fiel nesta Lei, terá que ser fiel em toda a Lei, ou seja, devolver todo sacrifício de Cristo, e passar a guardar toda a Lei, (Gl 5.1-3; Tg 2.10).
O Dízimo, corretamente compreendido, era o imposto de renda da nação. Imposto esse, que só foi regularmente cobrado pelas autoridades eclesiásticas durante o tempo em que a religião e a política caminhavam juntas, ou seja, quando o ministério político era governado pelas autoridades religiosas. Eram dois componentes em uma só realidade. Tanto, que no mundo judaico, o Sinédrio (máximo órgão jurídico e administrativo da nação) era presidido pelo sumo sacerdote.
Mas, o ministério cristão foi constituído, sem dúvida, separado da política. O próprio Jesus declarou: “O meu Reino não é deste mundo” (Jo 18.36). Por este motivo, a cobrança do imposto de renda (o dízimo) ficou somente a cargo do governo político. Isso nos ajuda a entender o porquê da Igreja cristã primitiva não ter praticado a cobrança do dízimo.
Porque, tudo que se trata de tributo, imposto de renda, pertence ao governo político. Por este motivo, Jesus achou justo dar a moeda do tributo ao representante político (a César). Temos certeza que, hoje, em termo de Brasil, se perguntasse para Jesus sobre o imposto de renda (que corresponde ao dízimo da época), dizendo: É lícito pagar o imposto de renda à Lula? A resposta seria a mesma: Dai a Lula o que é de Lula, e a Deus o que é de Deus. Ou seja: dai o imposto de renda ao governo político, e a Deus o que é de Deus.
Todos os cobradores de dízimos, na área de contribuição, operam como ministros do Velho Testamento e não do Novo, da letra e não do Espírito. E em referência às suas justificativas de que há operação divina no meio de suas respectivas igrejas, posso afirmar que a correção é parte integrante dela; Deus opera no meio de Sua Igreja para salvar, abençoar, ensinar e corrigir.
Deus está tomando providências contra o grave erro da cobrança do dízimo, exatamente pelo fato dela estar acontecendo dentro de muitas das Suas igrejas. Se tal erro acontecesse simplesmente fora da Igreja, Deus não tomaria as devidas providências como tem tomado nestes últimos tempos. Mas, para livrar o Seu povo desse jugo desagradável e dessa indevida cobrança, o Senhor tem Se dirigido de forma repreensiva a tais obreiros. Este é o principal motivo que prova que muitas das igrejas que cobram dízimo pertencem a Deus e, igualmente, seus respectivos obreiros.
Em quase todos os livros da Bíblia Sagrada encontram-se repreensões a obreiros, por alguma obra que não estava correta diante de Deus; e a recomendação para essa situação é: ao reconhecer o erro, aceitar a devida correção, para melhor agradar a Deus no seu ministério, conforme a orientação do escritor aos Hebreus: “Por isto, deixando os rudimentos da doutrina de Cristo, prossigamos até a perfeição, não lançando de novo o fundamento de arrependimento de obras mortas e de fé em Deus” (Hb 6.1).
Deus tem falado de diversas maneiras com o Seu povo a respeito desse legalismo, e agora fala através deste livro que tem me inspirado. Só não aprende aquele que endurece o coração e não dá ouvido ao Espírito Santo; mas é importante termos como exemplo a recomendação divina do Salmo 95.7-8: “Hoje, se ouvirdes a sua voz, não endureçais os vossos corações”.
Portanto, irmãos, vamos seguir a vontade de Deus expressada pelo apóstolo Paulo na sua Epístola aos Gálatas, quando disse: “Estai, pois, firmes na liberdade com que Cristo nos libertou, e não torneis a colocar-vos debaixo do jugo da servidão”, (Gl 5.1).
Concluo, pois, este capítulo, trazendo à memória o capítulo 15, versículo 10, de Atos dos Apóstolos, o qual nos adverte que, submeter a Igreja de Cristo ao jugo da servidão da Lei (da qual o dízimo é parte integrante) é realmente tentar a Deus:
Agora, pois, por que tentais a Deus, pondo sobre a cerviz dos discípulos um jugo que nem nossos pais nem nós pudemos suportar?

FONTE:  Extraído do Livro "O Dízimo e a Graça"
AUTOR:  Antonio Vergilio Vicente

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

O Verbo Morrer.


O verbo morrer, no sentido da morte de Jesus, deveria ser um verbo defectivo, como colorir, reaver ou precaver. Você jamais poderá conjugar estes verbos na primeira pessoa, dizendo "eu coloro", "eu reavo" ou "eu precavo". Apesar de sermos capazes de conjugar o verbo morrer na primeira pessoa, não somos capazes de morrer na prática. Eu explico.

Uma pessoa pode ser morta por uma doença, acidente ou ação criminosa. Ela pode tirar a própria vida tornando-se homicida de si mesma, mas não pode simplesmente morrer. Ninguém é capaz de parar o próprio coração ou desligar suas funções cerebrais. Ninguém é capaz de entregar o espírito, devolvendo-o a Deus. Exceto Jesus.

No capítulo 10 deste evangelho de João, Jesus diz ter um poder sobre-humano: dar a sua vida. Ele diz: "Por isso é que meu Pai me ama, porque eu dou a minha vida para retomá-la. Ninguém a tira de mim, mas eu a dou por minha espontânea vontade. Tenho autoridade para dá-la e para retomá-la. Esta ordem [ou poder] recebi de meu Pai". Os judeus entenderam muito bem o que ele quis dizer, pois "muitos deles diziam: 'Ele está endemoninhado e enlouqueceu'". (Jo 10:15-20). 

Jesus tinha tanto o poder de entregar sua vida -- de realmente morrer na primeira pessoa -- como de ressuscitar. Ele faz uso desse primeiro poder na cruz, mas não ressuscita por si próprio na sepultura. Deus irá fazê-lo, reconhecendo assim que seu foi sacrifício cumpriu toda a justiça. Porque Jesus vive, aqueles que creem nele podem ter a certeza, não apenas de que já foram julgados em Cristo, como de terem nele a garantia da ressurreição.

Obviamente tudo isso só é possível pela fé, que "é a certeza daquilo que esperamos e a prova das coisas que não vemos". Você não é salvo pela razão, mas por tocar o invisível. "Pela fé [e não pela ciência] entendemos que o universo foi formado pela palavra de Deus, de modo que o que se vê não foi feito do que é visível... "Pela fé Noé, quando avisado a respeito de coisas que ainda não se viam [chuva e dilúvio], movido por santo temor, construiu uma arca para salvar sua família... Pela fé Abraão, quando chamado, obedeceu e dirigiu-se a um lugar que mais tarde receberia como herança, embora não soubesse para onde estava indo... Sem fé é impossível agradar a Deus, pois quem dele se aproxima precisa crer que ele existe e que recompensa aqueles que o buscam" (Hb 11).

Agora você já sabe que se quiser receber o perdão de seus pecados e ter sua dívida para com Deus quitada sem passar pelo juízo final, precisará crer em Jesus; exercitar fé nele e em sua Palavra. Não existe outra maneira. Esta é a única que dá a Deus, e não a você, todo o mérito da sua salvação.


Fonte:http://www.3minutos.net/

Príncipe herdeiro do Kuwait abandona o Islã e confessa a sua fé em Jesus Cristo

Sabah Al Abdollah é membro da família real do Kuwait que governa o país

Príncipe herdeiro do Kuwait abandona o Islã e confessa a sua fé em Jesus Cristo
O Kuwait é um país do Oriente Médio, vizinhos do Iraque, Arábia Saudita e Irã. Sua capital também se chama Kuwait. Na década de 1990, foi invadido pelo Iraque e defendido pelos Estrados unidos, dando origem a Primeira Guerra do Iraque. O Islamismo é a religião oficial e predominante no país. Estima-se que apenas 4% da população é cristã. O Artigo 2 da Constituição do Kuwait, diz: “O Islã é a religião oficial no país e a Sharia é a principal fonte da legislação”.
De acordo com a agência de notícias cristãs Mohabat, um árabe cristão chamado Al-haqiqa, que transmite programas de televisão via satélite mostrou no ar um arquivo de áudio atribuído ao príncipe Abdollah Al-Sabah. Esse príncipe seria membro da família real do Kuwait que governa o país.
“Em primeiro lugar, eu concordo totalmente com a distribuição desse arquivo de áudio e declaro que, se eles me matarem, por causa disso vou entrar na presença de Jesus Cristo e estar com ele por toda a eternidade. Estou satisfeito, porque a verdade na Bíblia me levou para o caminho certo ” , diz a voz atribuída ao Príncipe Abdollah.
Durante o programa, foi dito que o príncipe renunciou à sua fé muçulmana e se converteu ao cristianismo.
Falando sobre o grupo islâmico que recentemente tomou o poder no Egito, o príncipe do Kuwait declarou que “as muitas comunidades islâmicas sempre quiseram dominar diferentes partes do mundo, mas Deus tem preservado o mundo e ainda o protege. É por isso que temos visto as discrepâncias que aparecem entre os grupos islâmicos que agora estão lutando entre si”.
As declarações do príncipe foram manchetes brevemente em canais de TV a cabo de notícias árabes e também na agência de notícias do governo iraniano. Mas alguns sites xiitas contradizem as declarações atribuídas a Abdollah Al-Sabah dizendo que não há “ninguém na família real do Kuwait com esse nome”.
Traduzido e adaptado de Notícias Cristianas