sábado, 30 de abril de 2011

MOTIVAÇÃO....QUER VIVER...???

LEGALISMO.................




Legalismo, um caldo mortífero


  Malcon Smith definiu legalismo como um caldo mortífero. Quem dele se nutre adoece e morre. O legalismo é uma ameaça à igreja, pois dá mais valor à forma do que a essência, mais importância à tradição do que a verdade, valoriza mais os ritos religiosos do que o amor. O legalismo veste-se com uma capa de ortodoxia, mas em última análise, não é a verdade de Deus que defende, mas seu tradicionalismo conveniente. O legalista é aquele que rotula como infiéis e hereges todos aqueles que discordam da sua posição. O legalista é impiedoso. Ele julga maldosamente com seu coração e fere implacavelmente com sua língua e espalha contenda entre os irmãos.
As maiores batalhas, que Jesus travou foram com os fariseus legalistas. Eles acusavam Jesus de quebrar a lei e insurgir-se contra Moisés. Vigiaram os passos do Mestre, censuravam-no em seus corações e desandaram a boca para assacar contra o Filho de Deus as mais pesadas e levianas acusações. Acusaram-no de amigo dos pecadores, glutão, beberrão e até mesmo de endemoniado. Na mente doentia deles, Jesus quebrava a lei ao curar num dia de sábado, mas não se viam como transgressores da lei quando tramavam a morte de Jesus com requinte de crueldade nesse mesmo dia.
O legalismo não morreu. Ele ainda está vivo e presente na igreja. Ainda é uma ameaça à saúde espiritual do povo de Deus. Há muitas igrejas enfraquecidas e sem entusiasmo sob o jugo pesado do legalismo. Há muitos cultos sem vida e sem qualquer manifestação de alegria, enquanto a Escritura diz que na presença de Deus há plenitude de alegria e delícias perpetuamente. J. I. Packer em seu livro Na Dinâmica do Espírito diz que não há nada mais solene do que um funeral. Há cultos que são solenes, mas não há neles nenhum sinal de vida. Precisamos nos acautelar contra o legalismo e isso, por três razões:
1. Porque dá mais valor à aparência do que ao coração. Os fariseus gostavam de tocar trombeta sobre sua santidade. Eles aplaudiam a si mesmos como os campeõess da ortodoxia. Eles eram os separados, os espirituais, os guardiões da fé. Mas por trás da máscara de santidade escondiam um coração cheio de ódio e impureza. Eram sepulcros caiados, hipócritas, filhos do
2. Porque dá mais valor aos ritos do que às pessoas. Os legalistas são impiedosos com as pessoas. Censuram, rotulam, acusam e condenam implacavelmente. Não são terapeutas da alma, mas flageladores da consciência. Colocam fardos e mais fardos sobre as pessoas. Atravessam mares para fazer um discípulo, apenas para torná-lo ainda mais escravo do seu tradicionalismo. Os legalistas trouxeram uma mulher apanhada em flagrante adultério e lançaram-na aos pés de Jesus. Não estavam interessados na vida espiritual da mulher nem nos ensinos de Jesus. Queriam apenas servir-se da situação para incriminar Jesus. Os legalistas ainda hoje não se importam com as pessoas, apenas com suas idéias cheias de preconceito.
3. Porque dá mais valor ao tradicionalismo do que à verdade. Precisamos fazer uma distinção entre tradição e tradicionalismo. A tradição é a fé viva daqueles que já morreram enquanto o tradicionalismo é a fé morta daqueles que ainda estão vivos. A tradição, fundamentada na verdade, passa de geração em geração e precisa ser preservada. Mas, o tradicionalismo, filho bastardo do legalismo, conspira contra a verdade e perturba a igreja. Que Deus nos livre do legalismo. Foi para a liberdade que Cristo nos libertou! Aleluia!

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Jesus Liberta...: Edição de Momento...."Palavra de DEUS" 15/01/2011...

Jesus Liberta...: Edição de Momento...."Palavra de DEUS" 15/01/2011...: "A Inerrante Palavra de DEUS diz!!! A ascensão de JESUS ao céu..., E a promessa de seu retorno Literal...( indiscutível). Vejamos em ..."

No Que eu Acredito...DECLARAÇÃO DE DOUTRINA E CONDUTA...


Declaração de Doutrina e Conduta

1) A existência de um só e eterno Deus: Pai, Filho e Espírito Santo, um em essência e trino em pessoas;
1.1.) Deus Pai, eterno, criador e sustentador de todo o universo, onipotente, onisciente e onipresente, santo, soberano sobre tudo e todos, antes e agora, e para todo o sempre.
1.2.) Deus Filho, eterno, unigênito de Deus Pai, encarnado, imaculado, Cordeiro de Deus, morto e ressurreto, único Mediador entre Deus e os homens;
1.3.) Deus Espírito Santo, eterno, Deus que habita em cada um e todos os que crêem, a Igreja, Consolador, intercessor, que atua para convencer o homem de seu pecado, da justiça em Cristo, e do juízo de Deus, e unge e capacita a Igreja para a continuidade da missão de Jesus Cristo no mundo.
2) A inspiração divina, veracidade e integridade da Bíblia, tal como foi revelada originalmente, e sua suprema autoridade em assuntos de fé e conduta;
3) A criação do universo em perfeita harmonia, e do ser humano à imagem e semelhança de Deus;
4) A pecaminosidade universal e a culpabilidade de todos os homens, desde a queda de Adão, e a conseqüente sujeição de todos os homens à ira da condenação de Deus, e a corrupção e degeneração de todo o universo criado;
5) A redenção da culpabilidade, pena, domínio e corrupção do pecado, somente por meio da morte expiatória do Senhor Jesus Cristo, o Cordeiro de Deus, nosso representante substituto, que através do seu sangue satisfez a justiça de Deus e triunfou sobre a morte, o Diabo e seus anjos maus, por toda a eternidade;
6) A ressurreição corporal do Senhor Jesus Cristo e sua ascensão à direita de Deus Pai;
7) A justificação do pecado somente pela graça de Deus, por meio da fé em Jesus Cristo , mediante ação do Espírito Santo;
8) A vida cristã como resultado da obra redentora de Deus, como formação da imagem (caráter) de Cristo nos que crêem, que se expressa em seu interior como fruto do Espírito Santo, e visivelmente na sociedade através da conduta ética à luz dos preceitos do Novo Testamento;
9) A única igreja santa e universal, que é o corpo de Cristo, sendo Ele mesmo seu edificador e Cabeça, à qual pertencem todos os que crêem, e que, na terra, se manifesta através de comunidades cristãs locais;
10) O reino de Deus como domínio de Deus, de fato e de direito, sobre tudo e todos, inaugurado e manifesto na história através de Jesus e sua Igreja, e que se consumará na eternidade quando todos os inimigos de Deus forem definitivamente vencidos e postos sob os pés de Jesus Cristo, para a glória de Deus Pai;
11) A missão da Igreja como extensão da missão de Jesus Cristo, a saber, "levar o evangelho todo para o homem todo", convocando todos os homens à participação no reino de Deus;
12) A segurança da segunda vinda de Jesus Cristo em corpo glorificado; a ressurreição dos mortos, a vida eterna dos salvos e a condenação de todos os que não crêem; e a consumação do eterno reino de Deus.

A MENSAGEM DA RESSURREIÇÃO por Marcelo Maia

A ressurreição foi a mensagem da igreja primitiva (veja Atos 2.24; 3.15; 3.24; 4.10; 4.33; 5.30 e 32; 10.40; 13.30-33; 17.31). Mas como foi entendida e pregada a ressurreição? O que eles viram e sobre o que estavam falando?

Lembremo-nos que os fariseus, principal grupo religioso da época de Jesus, criam na ressurreição. Inclusive, já haviam testemunhado casos de volta à vida (o filho da viúva, Lázaro).

No que a ressurreição de Jesus difere dos casos anteriores? A ressurreição do Senhor não foi simplesmente a volta à vida de um corpo morto. O que ocorreu foi o surgimento de uma nova ordem de vida, a vida eterna foi incorporada no tempo e no espaço. Aquilo que era apenas uma esperança escatológica havia acontecido debaixo dos narizes de todos.

A proclamação da ressurreição de Jesus pelos discípulos deu à doutrina novas proporções: o corpo glorificado de Cristo e o aparecimento da vida eterna no meio da mortalidade. Daí a causa de tanta oposição relatada em Atos.

O que Deus fez foi trazer para o presente algo reservado para o futuro. Algo que pertencia à esfera da eternidade, havia ocorrido na história.

Maravilhoso isso, não?

Mesmo assim, a ressurreição foi um acontecimento discreto. Jesus não apareceu a Pilatos, nem aos guardas, nem aos judeus. Não anunciou aos poderosos deste mundo sua vitória sobre a morte, não foi pedir contas a Roma nem ao Sinédrio. Apareceu, primeiramente, para mulheres, segundo o relato de Lucas, as testemunhas com menos credibilidade na época, em um dia de trabalho normal. Depois acompanhou dois discípulos, compartilhando o pão com eles ao fim da jornada; também fez uma refeição na praia junto com seus amigos.

Isso nos mostra, que nossa formação espiritual, que tem como fundamento a ressurreição de Cristo, dá-se nas situações corriqueiras do cotidiano: comendo, trabalhando, encontrando amigos. Nessas situações Cristo é formado em nós. É a fé vivida no dia-a-dia.

Que Cristo viva em nós, segundo a Sua Palavra!

Salmos se aplicam na vida do Cristão...?


Como os Salmos se aplicam ao cristao?

Os Salmos são uma excelente fonte de inspiração para qualquer cristão, e fazemos bem quando os lemos. Porém é preciso entender que eles têm dois aspectos importantes: Primeiro, que foram escritos para Israel, ou seja, em uma ordem de coisas totalmente diferente daquelas que são para a Igreja, e segundo, que em grande parte eles falam de sentimentos.


Por isso você encontra nos Salmos coisas como o salmista pedindo a Deus o sofrimento, morte e destruição de seus inimigos, coisa que um cristão jamais pediria. Sendo cristão, você não seria capaz de fazer a oração do salmista abaixo:

Slm 71:13 Sejam confundidos e consumidos os que são adversários da minha alma; cubram-se de opróbrio e de confusão aqueles que procuram o meu mal. 

Slm 143:12 E por tua misericórdia desarraiga os meus inimigos, e destrói a todos os que angustiam a minha alma; pois sou teu servo. 

Slm 139:22 Odeio-os com ódio perfeito; tenho-os por inimigos. 

Tudo isso podia fazer sentido para um povo que tinha por esperança habitar na terra e estava cercado de inimigos humanos, como faz sentido para muitos radicais muçulmanos explodirem seus inimigos, já que boa parte dos preceitos do islamismo foram tirados do Antigo Testamento. Mas não faz sentido para aqueles que creem em Jesus, que são cidadãos do céu, e foram ensinados de outra maneira pelo próprio Senhor:

Mat 5:44 Eu, porém, vos digo: Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem; para que sejais filhos do vosso Pai que está nos céus; 

Mat 5:40 E, ao que quiser pleitear contigo, e tirar-te a túnica, larga-lhe também a capa

Joã 16:33 Tenho-vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo. 

Efs 6:12  Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais. 
Outro ponto é entender que os Salmos são muitas vezes a expressão de sentimentos . Você não poderia, honestamente, jamais afirmar o que diz o salmista nos versículos abaixo, porque você sabe muito bem que é falho e pecador:

Slm 18:21 Porque guardei os caminhos do SENHOR, e não me apartei impiamente do meu Deus

Slm 18:23 Também fui sincero perante ele, e me guardei da minha iniqüidade

Slm 119:22 Tira de sobre mim o opróbrio e o desprezo, pois guardei os teus testemunhos

Slm 119:93 Nunca me esquecerei dos teus preceitos; pois por eles me tens vivificado. 

Slm 119:56 Isto fiz eu, porque guardei os teus mandamentos

Somente o Homem perfeito poderia ter dito tais coisas, e o único Homem perfeito é Cristo. Se ler com atenção os Salmos 22, 23 e 24 (na Bíblia católica a numeração é outra) verá que todos eles falam de Cristo em sequência: primeiro o Cordeiro é morto, depois Ele aparece identificado com as ovelhas do rebanho de Deus e é ao mesmo tempo Pastor, e por fim é Senhor de toda a terra, quando vier para reinar.

JESUS MEU MESTRE...


O sentido para mim tornou-se claro



Ora o Deus de esperança vos encha de todo o gozo e paz em crença,
para que abundeis em esperança pela virtude do Espírito Santo.
Romanos 15:13

Entreguei minha vida em Tuas mãos
E assim vivo com o coração feliz
Há uma luz que emana de Teu forte amor
Que ilumina sempre o meu espírito
Enchendo-me de paz, enquanto Te sigo

Saciando a minha sede, usa-me Senhor
Cumpra em mim o Teu querer, sou Teu servo
Dispõe em mim as palavras do Teu coração
Purifica-me e usa-me e serei feliz até o fim.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Jesus Como a Videira Verdadeira (João Cap.15)


JESUS COMO A VIDEIRA VERDADEIRA (João Cap. 15)

João 14 encerra com a frase “Levantai-vos, vamo-nos daqui”, o que sugere que a conversa dos dois capítulos seguintes aconteceu a caminho do jardim. É provável que Cristo e os discípulos estivessem passando por uma vinha ou pelo templo com sua decoração de uma vinha de ouro quando ele faz a analogia da videira e do ramo. Esse capítulo divide-se em três seções: a parábola (vv. 1-11), o mandamento (vv. 12-17) e a advertência (vv. 18-27).

1.     A PARÁBOLA (15.1-11)
É importante lembrar que nem tudo em uma parábola deve ter algum significado. A parábola ensina uma verdade principal, e, muitas vezes, tentar explicar todos os seus detalhes é o primeiro passo em direção à má interpretação. Nessa parábola, o ensinamento principal de Cristo é a importância de a pessoa permanecer nele a fim de frutificar. A palavra “fruto”  é usada seis vezes, e “permanecer”, pelo menos, onze vezes (mas nem sempre é traduzida por “permanecer”). O ponto principal desse ensinamento é relacionamento, não filiação.
Seria inverter o sentido da parábola, usar o v. 6 para ensinar que o cristão perde sua salvação e queima no inferno se não frutificar. Em primeiro lugar, isso contradiz o ensinamento claro de outros versículos – João 6.27; 10.27-29; etc. Além disso, observe que o ramo de que Cristo fala no v. 6, primeiro seca, depois é jogado fora! Se esse ramo retrata um cristão que apostata e perde sua salvação, ele primeiro deve “secar”, depois deixar de frutificar e , a seguir, ser lançado fora. Permanecer em Cristo não quer dizer manter-nos em segurança. Significa viver segundo a sua Palavra e orar (v. 7), obedecer a seus mandamentos (v. 10) e manter nossa vida pura por meio da Palavra dele (vv. 3-4). O cristão que não permanece nele torna-se um ramo inútil, como o sal que perde o sabor e não serve para nada. Em 1 Cor. 3.15, é ensinado que nossas obras serão testadas pelo fogo. Os cristãos que não usam os dons e as oportunidades que Deus lhes dá os perdem (Lc. 8.18 e 2 Jo. 8).
Ser um ramo da videira significa estar unido a Cristo e compartilhar a vida dele. À medida que permanecemos nele, sua vida flui em nós, e frutificamos. O cristão carnal pode produzir “obras”, mas apenas o cristão espiritual produz frutos duradouros. Observe que o ramo frutífero é “limpo” (v. 2, mesma palavra usada no v. 3) a fim de que produza mais frutos. Deus limpa-nos por intermédio da Palavra a fim de purificar-nos para que frutifiquemos mais, o que explica por que o cristão dedicado, muitas vezes tenha que passar por provações. O crente glorifica o Pai à medida que se move ao dar “fruto” (v. 8). As evidências de uma “vida de permanência” em Cristo são: o sentimento do amor do Salvador (v. 9)obediência à Palavra (v. 10), oração respondida (v. 7) e alegria (v. 11).

2.     O MANDAMENTO (15.12-17)
Sem dúvida, os cristãos que permanecem em Cristo devem se dar bem com outros crentes! O amor pelo irmão é a marca do discípulo. Agora, Jesus chama seus discípulos de “amigos”. Sua morte na cruz provará seu amor por eles; agora, eles tinham de provar seu amor por Ele ao amar seu filhos. Amigos se amam e se ajudam. A obediência que Cristo nos pede é a do amigo, não a do escravo. Nós conhecemos a vontade dele e compartilhamos seus segredos, pois somos seus amigos e permanecemos nele. Somos lembrados de que Abraão era amigo de Deus, e o Senhor contou-lhe os planos que tinha em mente para Sodoma.

3.     ADVERTÊNCIA (15.18-27)
Cristo passa do amor ao próximo para o ódio do mundo. Por que o mundo odeia os cristãos? (1) Porque, primeiro, ele (mundo) odiou a Cristo, e nós pertencemos a Ele (1 Jo 3.13); (2) porque não pertencemos  mais ao mundo (1 Jo 4.5 e Jo 17.14); (3) porque o mundo tem rejeitado a Palavra dEle (v. 20); (4) porque ele (mundo) não conhece o Pai (veja 16.1-3); e (5) porque Cristo expôs o pecado do mundo.
Claro que Jesus se referia a todo o sistema da sociedade que se opõe a Cristo e ao Pai quando mencionou o “mundo”. Ele compõe-se de pessoas e organizações, de filosofias e objetivos que são anticristãos. Satanás, o arqui-inimigo de Cristo é o príncipe “do mundo” (Jo 14.30). Sob o aspecto espiritual, os cristãos não são do mundo, embora estejam nele. A velha imagem do barco e da água ainda se aplica aqui: não há nada de errado quando o barco está na água, mas quando a água está no barco, tome cuidado!
Os cristãos podem tornar-se mundanos, e eles fazem isso (como Ló) de forma gradual. Primeiro, ficam amigos do mundo (Tg. 4.4); a seguir, amam o mundo (1 Jo 2.15-17); e, por fim,conformam-se ao mundo (Rm. 12.2). Qualquer coisa que nos impeça de usurfruir o amor de Deus e de fazer sua vontade é mundana e deve ser afastada. Viver para o mundo e com o mundo significa negar a cruz de Cristo (Gl. 6.14). Como o cristão pode amar o mundo, se este odeia Cristo?
No v. 22-24, Cristo declara o princípio básico de que arevelação traz responsabilidade. As palavras e as obras dele revelam a vontade de Deus e a pecaminosidade do homem. A raça humana não tem desculpa. O fato de que Judeus e gentios juntaram-se no ódio e na crucificação de Cristo prova que todas as pessoas são pecadoras e culpadas diante de Deus.
Cristo citou Salmos 69.4 (v. 25) a fim de encorajar os discípulos. É a Palavra que nos fortalece nos encoraja. Ele também lhes prometeu o ministério do Espírito Santo. A obra do Espírito Santo é testificar a Cristo e apontar para Ele. Ele faz isso por intermédio da Palavra e das boas obras que os cristãos fazem com o poder do Espírito (Mt. 5.16). O Espírito testifica para os cristãose estes, para o mundo (vv. 26-27). Veja Atos 18.
Em suma, na primeira seção desse capítulo (vv. 1-11). O Senhor trata do relacionamento do cristão com Cristo. Nos versículos 12-17, o foco é o relacionamento entre os cristãos, e os versículos 18-27 falam do relacionamento do cristão com o mundo. Observe que o primeiro relacionamento apresentado é com o Salvadorpois, se permanecemos em Cristo, amamos nosso próximo e vencemos o ódio do mundo.

Angeologia - Demonios e a Queda de Sátanas...


ANGELOLOGIA - DEMONIOS E A QUEDA DE SATANÁS


 ANJOS CAÍDOS "DEMÔNIOS" 

Os anjos foram criados perfeitos e sem pecado, como o homem, dotado de livre 

escolha. Sob a influência de satanás, muitos pecaram e foram lançados fora do céu (II Pe. 2.4). Segundo as Escrituras temos a ideia de que esses anjos estão, parte presos em cadeias eternas (II Pe. 2.4) e parte nos lugares celestiais (Ef. 6.12). Haverá um tempo - na grande tribulação - que eles serão expulsos dos lugares celestiais para operarem na terra (Ap. 12.9).  Um dia os salvos irão julgá-los (I Co. 6.2,3). O destino deles é o inferno (Mt. 25.41). 


1 – As Escrituras dão testemunho da sua existência
 (Mt. 12.26-28). 
Os demônios são seres espirituais e chamados de espíritos imundos (Mc. 9.25). Nos Evangelhos eles aparecem possuindo corpos tanto de homens como de animais (Lc. 8.29,30; Mc. 16.9; Mc. 5.12,13). A pessoa possuída por um demônio é chamada de endemoninhado (Mt. 4.24). Quando a pessoa é possuída por muitos demônios, se diz que tem uma legião (Lc. 8.29,30).
2 - Os demônios podem ocasionar os seguintes efeitos numa pessoa:
a) loucura (Mc. 5.2-5)
b) mudez (Mt. 9.33)
c) cegueira (Mt. 12.22)
d) algumas outras enfermidades (Lc. 13.11-13).
É importante observar que nem todas as enfermidades são conseqüências de demônios.

3 - Os demônios lutam para fazer uma pessoa se desviar da fé (I Tm 4.1):
a) Eles são parte das potestades malignas que o crente tem que lutar (Ef. 6.12).
b) Eles lutam constantemente, pois são inimigos dos homens em geral, principalmente, dos crentes e desviados (Mt. 12.43-45).
c) O desviado pode ficar endemoninhado, mas o verdadeiro crente em comunhão não, porque estão cheios do Espírito Santo (II Co. 6.15,16).
d) O crente verdadeiro sofrerá sua influência se der lugar e não vigiar (Mt. 16.23; II Co. 11.3).
e) O verdadeiro crente tem poder sobre os demônios (Lc. 10.19).
f) Os demônios são expulsos em nome de Jesus (Mc. 16.17).
g) Para expulsá-los o crente precisa ter autoridade advinda da comunhão contínua com Deus, para não ficar envergonhado (At. 19.11-16).

4 - Causas do endemoninhamento:
a) Idolatria – adorar falsos deuses é o mesmo que adorar demônios (I Co. 10.19-21; Ap. 9.20).
b) Adivinhação (At. 16.16-18).
c) Praticas de encantação (At. 13.8-11).
d) Consagração aos serviços.
d) Pecados de modo geral: prostituição, drogas, álcool, etc.

SATANÁS  -  “um anjo caído”
Satanás existe? (Lc. 22.31,32).
Cristo ensinou sobre a sua existência (Mt. 13.39).

1 - Sua identidade - um ser maligno com todas as características de uma pessoa

2 - Seu serviço - fazer oposição a Deus e acusar os homens.
Ele no AT conservava um relativo acesso a Deus, para denunciar os servos de Deus (Zc. 3.1,2).
É chamado de acusador (Ap. 12.10). Ele delatou o sumo sacerdote Josué (Zc. 3.1) e pediu para cirandar com Pedro (Lc. 22.31). Vivamos pois de modo que ele não tenha de que nos acusar (Tt. 2.8; Jo. 14.30).

3 - Seu campo de atuação
Ele é chamado “príncipe deste mundo” por Jesus (Jo. 12.31; 14.30; 16.11) e “deus deste século” por Paulo (II Co. 4.4). No seu rodear a terra, quantas vítimas deve ter deixado? Adão e Eva, Caim, Saul, Judas, Ananias, etc.

4 - Sua permissão para provar Jó 1.12; 2.6. Satanás não pode tocar na vida do crente a não ser com a permissão de Deus (I Jo 5.18), pois o cristão tem a sua existência no esconderijo do altíssimo (Sl. 91; Cl. 3.3). Deus permitiu a prova de Jó, para mostrar a Satanás que o homem que confia no seu criador, pode perder todas as coisas aqui na terra, mas jamais deixa de confiar em Deus (II Tm 4.7). No caso de Pedro não houve permissão para satanás cirandar com ele (Lc. 22.31,32).

5 - O limite imposto por Deus Jó 1.12 “somente contra ele não estendas a tua mão”. Deus permitiu a Satanás destruir os bens e a família de Jó; porém, Ele fixou um limite até onde Satanás podia ir e não lhe concedeu o poder de morte sobre Jó. Satanás lançou tempestades violentas contra Jó (vv. 13-19).

6 - Estado original de Satanás: A relação figurada com o rei de Tiro (Ez. 28.12-18).

7 - Algumas características originais antes da queda (Ez. 28.12-18) - possuidor de elevada distinção e detentor de honrosos títulos e posições: 
a) Aferidor da medida - nele se encontrava a medida perfeita da criação daquilo que Deus queria.
b) Estavas no Éden, jardim de Deus - pedras preciosas representa a gloria que ele possuía antes da queda.
c) No dia em que foste criado - era um ser criado por Deus (ver. 13)
d) Querubim ungido para proteger (v. 14) - fazia parte de uma alta classe de seres angélicos. Sua função seria proteger o trono de Deus (Gn. 3.24; Sl. 80.1).

8 - Sua queda:  A queda de satanás resultou de sua própria escolha, ilustrada na lamentação pela queda do rei da Babilônia (Is. 14.11-15)

9 - Cinco afirmativas descritas em (Is 14.13,14), que revelam as pretensões de Lúcifer:
a) Eu subirei ao céu
b) Acima das estrelas de Deus exaltarei o meu trono
c) No monte da congregação me assentarei
d) Subirei acima das mais altas nuvens
e) Serei semelhante ao altíssimo 

10 - Personalidade de Satanás: Possui intelecto (II Co. 11.3); Ele tem emoções (Ap. 12.17); Ele tem vontade (II Tm. 2.26). 

11 - Traços da sua personalidade: Ele é homicida (Jo. 8.44); Ele é mentiroso (Jo. 8.44); Ele é um pecador costumaz (I Jo. 3.8)

12 - O diabo tem tríplice missão: matar, roubar destruir (Jo. 10.10). 

13 - Nomes e títulos pessoais:

a) Lúcifer - esse nome não aparece literalmente na Bíblia. Na linguagem figurada de Is 14.12, o nome Lúcifer aparece vinculado à expressão “filho da alva”. Em Isaias 14 lemos sobre a queda do rei da Babilônia. Em Ezequiel 28 há uma lamentação sobre o rei de Tiro. Os textos são históricos e literais, mas, nas entrelinhas deixa-se ver detalhes de que se está falando de um ser espiritual, maior que aqueles reis. Seria como Davi compondo o Salmo 22 em forma de oração e de repente percebe-se que ele não está falando de si, mas de outro: Jesus. Outro exemplo seria Isaías 53 e Atos 8. O eunuco, mordomo-mor de Candace, rainha dos etíopes, pergunta para Filipe de quem que ele (Isaías) está falando, dele mesmo ou de outro? Assim, aqui também o profeta Isaías começa a falar do rei da Babilônia e (de repente) algumas palavras vão além. De igual modo Ezequiel está fazendo uma lamentação sobre o rei de Tiro e suas palavras começam a tratar de algo supra-terreno.

O Termo Lúcifer e a Bíblia: Em Isaías 14.12, o termo hebraico "helel", pode significar: "ser luminoso", "astro brilhante"; por isso veio a ser traduzido por "luzeiro da aurora", "estrela da manhã" ou "estrela d'alva" (porque esta estrela mostra-se, ao amanhecer, mais brilhante que as outras). Por essa causa em nossas Bíblias, em língua portuguesa, constam os termos acima. Todavia a Vulgata Latina, tradução de Jerônimo, cerca de 400 d.C, traduziu "helel" por Lúcifer e assim as versões que têm a Vulgata como base, conservam a tradução do termo Lúcifer. Como é o caso, também, de algumas versões inglesas da King James.
Tradução da Vulgata Latina de Isaías 14.12:
"Quomodo cecidisti de caelo, lucifer, fili aurorae? Delectus es in terram, qui deiciebas gentes".

b) Satanás - título dado após a sua queda da presença de Deus, e significa “adversário” (Zc. 3.1; I Pe. 5.8).

c) Diabo - esse nome é uma transcrição do vocábulo gr. diabolos que significa “caluniador, acusador” (Ap. 12.10).

d) Belzebu - (Mt. 10.25; 12.24,27) - título relacionado ao deus pagão de Ecrom, por nome Baal-Zebul.

e) Abadom (hebraico) ou Apolion (grego) - tem o mesmo sentido na Bíblia e significa “destruidor”. Em Ap. 9.11 ele aparece como o anjo do abismo, identificado como Abadom ou Apolion.

14 - Representações: serpente (Ap. 12.9), dragão (Ap. 12.3), anjo de luz (II Co. 11.4).

15 - Suas limitações: ele é uma criatura e, portanto, não é: onisciente, onipresente e onipotente.
- Sua ação pode ser resistida pelo crente (Tg. 4.7).
- Deus impõe limites a ele (Jó. 1.12).

16 - Atuação de Satanás: 
a) em relação aos descrentes - ele cega o entendimento (II Co. 4.4), ele arrebata a Palavra de seus corações (Lc. 8.12) e usa homens para se oporem à Obra de Deus (II Tm. 3.8; Ap. 2.13). 
b) em relação aos crentes: ele os tenta a mentir (At. 5.3), ele os acusa e difama (Ap. 12.10), ele dificulta o seu trabalho (I Ts. 2.18), semeia o joio entre o trigo (Mt. 13. 38,39) e incita perseguições contra os crentes (Ap. 2.10). 
c) lugar de atuação – ar, terra e mar (Ap. 12.12).

17 - Trajetória de satanás: A Bíblia adverte-nos que o diabo ocupa regiões celestes, desde que foi retirado da glória do Senhor (Ef. 6.12), lugar de que deverá ser expulso no início da Grande Tribulação (Ap. 12.7-12). Aliás, a trajetória do diabo é uma seqüência de precipitações, de quedas e de fracassos.
Da glória celestial, foi precipitado às regiões celestiais, que hoje ocupa, para ser derrubado na terra e, após ter sido selado e amarrado por mil anos (Ap. 20.1,2), será, por fim, lançado no lago de fogo e enxofre (Ap. 20..10). Assim será todo aquele que, a exemplo do diabo, rebelar-se contra o senhorio de Deus!

18 - Os juízos contra Satanás: 
a) expulso de sua posição original no céu (Ez. 28.16).
b) julgamento pronunciado no éden (Gn. 3.14,15).
c) julgado na cruz (Jo. 12.31).
d) expulso dos céus na tribulação (Ap. 12.13).
e) preso no abismo no início do milênio (Ap. 20.2).
f) lançado ao lago de fogo ao fim do milênio (Ap. 20.10).


Para refletir: 
- Ef. 4.27 Não devemos dar lugar ao diabo 
Dar lugar ao diabo quer dizer se conformar com a mentira e com o sistema sob seu comando. 
- I Tm. 3.6 A soberba é o pecado do diabo
“...não neófito, para que, ensoberbecendo-se, não caia na condenação do diabo”.
Dizia Moody - Deus não dispensa ninguém de mãos vazias, a não ser que a pessoa esteja cheia de si mesmo (ego, inchado). 
Hb. 2.14 Cristo veio aniquilar o império do diabo
“E, visto como os filhos participam da carne e do sangue, também ele participou das mesmas coisas, para que, pela morte, aniquilasse o que tinha o império da morte, isto é, o diabo”. 
Tg. 4.7 O diabo deve ser resistido
“Sujeitai-vos, pois, a Deus; resisti ao diabo, e ele fugirá de vós.” 
I Pe. 5.8 O diabo anda como leão
Sede sóbrios, vigiai, porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar;” 
Ap. 20.10 O diabo será lançado no lago de fogo
”E o diabo, que os enganava, foi lançado no lago de fogo e enxofre, onde está a besta e o falso profeta; e de dia e de noite serão atormentados para todo o sempre.”

O Cristão e...O Ambiente de trabalho...



O cristão e... O ambiente de Trabalho

Por Charles Santos
Continuando a saga de artigos sobre varias situações e ambientes em que um cristão pode vivenciar, vamos ver como deve ser e agir um evangélico no seu ambiente de trabalho onde existem pessoas de diferentes opiniões, ideologias, crenças etc. Será se no seu ambiente de trabalho você mostra ser um cristão autentico ou vai na onda de pessoas ímpias?

Viver como cristão no ambiente de trabalho como cristão nos dias de hoje não é tão fácil, já que os dias que vivemos estão completamente dominados pela iniquidade, as pessoas não importam-se mais em temer a Deus nem a respeitar aqueles que o servem, devido estas atitudes o cristão depara-se constantemente com afrontas e piadinhas que deixam o ambiente de trabalho desconfortável. Neste caso como deve agir um cristão?
O convívio cristão/não cristão é muito difícil, mas quando agimos da forma bíblica e social podemos conviver bem, sem escandalizar e ainda ganhar a confiança dos colegas de trabalho e consequentemente poder leva-lós para a igreja, isto não se consegue da noite para o dia, cada dia é uma batalha, pessoas soltando indiretas e manejando a cabeça ao saber que você é evangélico, criticar o dizimo, falar mal do pastor são as mais comuns, fora aqueles que contam piadas e historias de conteúdo pornográfico, palavrões etc. Lidar com pessoas que são acostumadas a falar e brincar desta forma é difícil porque elas acham que todos devem aceitar tais brincadeiras, mas o que você falar e como falar vai definir como as pessoas vão te tratar, se em uma brincadeira considerável inadequada para um cristão você der risadinhas e aceitar eles vão perceber que para você tudo bem brincar desta forma, acontecendo isto você não terá nenhum tipo de autoridade ao repreender algo errado já que você estava na roda de brincadeiras indevidas.
Outro ponto que dificulta muito alguns cristãos ganhar a confiança em ambiente de trabalho é a forma radical de demonstrar que é crente, para muitos minha opinião pode até ser errada, mas não acredito que um cristão possa ganhar ninguém para Jesus no trabalho mandando as pessoas se converterem se não vão para o inferno, chamando os colegas de indemoniados devido as brincadeiras, condenando os outros pelo que acreditam, que estas pessoas precisam conhecer a verdade precisam, mas, nunca darão ouvidos ao crente quadrado que trabalha com eles.
O melhor a fazer é se portar com respeito, falar o necessário e quando necessário, quando tirarem brincadeiras de mau gosto deixa-las no vácuo, assim perceberão que você não gosta deste tipo de conversa, não dar liberdade a ponto de fazerem brincadeiras improprias com seu nome, seja sincero, diga a ela que não gosta deste tipo de brincadeira, não há necessidade de sair com uma placa na testa com o a frase “Sou evangélico”, deixe que as pessoas vejam pela sua forma de conversar e agir, isto fará com que confiem em você.
Confiando em você elas conversarão coisas necessárias e importantes até mesmo falarão dos problemas e dificuldades que passam pedindo que você ore por elas, assim você estará mais perto da oportunidade de convida-las para visitar sua igreja, sem nenhum tipo de forçamento de barra ou ameaça de condenação.
É complexa a forma com que um cristão deve se portar no ambiente de trabalho, oração e jejum são indispensáveis em qualquer situação na vida de um crente, conhecer a palavra de Deus é obrigatório ou vai se envergonhar diante dos conhecimentos de um ímpio que lê a bíblia, no mais brincadeiras sadias fortalecem o relacionamento e amenizam o peso do trabalho fazendo o dia passar mais rápido, lembre-se para toda ação há uma reação, o que você fizer ou falar refletira para o bem ou mal de sua jornada diária de trabalho.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Jesus Liberta...: Qual o fundamento da sua fé?

Jesus Liberta...: Qual o fundamento da sua fé?: "O Senhor Jesus foi bastante categórico quando afirmou que “nem todo aquele que me diz: Senhor, Senhor, entrará no reino dos céus. Jesus, e..."

terça-feira, 19 de abril de 2011

Por que solteiros nao podem ter relacoes sexuais?


Por que solteiros nao podem ter relacoes sexuais?

Só temos um lugar para buscar as respostas às nossas dúvidas: A Bíblia, a Palavra de Deus. Se sairmos fora dela acabamos perdidos em conjecturas e devaneios. Você escreveu: "Deus criou o amor, nosso corpo com instintos animais que inclui atração fisica, ou seja, ingredientes para um relacionamento bom."


Você pode olhar o sexo de duas formas: Sexo como expressão de um relacionamento, ou um relacionamento como expressão do sexo. Para o cristão o sexo é a expressão de um relacionamento que atingiu o mais alto grau de intimidade e de vulnerabilidade em relação à outra pessoa. Na sua concepção, o relacionamento aparece como conseqüência de instintos animais, ou seja, da atração e ato sexual.

O ato sexual e todas as carícias que o acompanham são uma expressão de total entrega, total confiança na outra pessoa; é quando duas pessoas se despem total e literalmente numa expressão de que não há mais segredos entre elas. É o ato mais íntimo que qualquer ser humano pode atingir em relação a outra pessoa, e é também a figura que o próprio Deus usa para expressar o relacionamento de Jesus com a Igreja, sua noiva, que culmina nas bodas do Cordeiro. A Igreja não se une a Cristo para só depois iniciar um relacionamento. Embora o livro de Cantares represente a relação de Deus (o amado) com Israel (a amada), ele expressa bem que a união que Cristo terá com sua noiva, a Igreja, tem os mesmos elementos de uma união entre marido e mulher.

Analise se você seria capaz de dizer a alguém algo assim:

"Quero me despir para você, me abrir completamente, me revelar sem segredos e sem reservas, deixar exposto cada centímetro de meu corpo e me unir com você a ponto de nos tornarmos um só corpo, compartilhando até mesmo nossas entranhas... porém não quero me casar com você, não quero ter um compromisso duradouro, não quero ter consequências dessa nossa união, não quero que isso dure".

É um absurdo, não acha? Dizer que está disposto a chegar a um tal grau de intimidade e, mesmo assim, querer permanecer independente, é contraditório. É como o sapato dizer ao pé, "Ok, pode me calçar, mas não me amarre", ou a calça ao cinto, "Ok, pode passar por minha cintura, mas não feche a fivela".

Portanto, entenda que o sexo é a expressão de um relacionamento, o resultado de um relacionamento que já existe, não o contrário. É o ápice de um processo no qual tudo já é comum aos dois e faltava apenas a comunhão de corpos. Tentar criar um relacionamento a partir do sexo é o que fazemos com o gado, buscando obter resultados e dividendos a partir da cópula.

O problema de se considerar o sexo como o ponto de partida de um relacionamento é que quando este faltar - e um dia ele vai faltar - iremos imediatamente procurar por outra experiência sexual como forma de iniciar um novo relacionamento. O processo não tem fim, porque se o relacionamento começa a partir da experiência e satisfação física, com a idade essa satisfação irá desaparecer para um ou para outro, porque fisicamente um casal pode envelhecer a um ritmo diferente.

Você pergunta por que o cristão não pode ter relações sexuais antes do casamento, e eu pergunto por que o cristão não pode se casar antes de ter relações sexuais. Até hoje ninguém morreu por esperar. Mas vamos ao que diz a Palavra de Deus:

Mat 19:4-6 "Ele, porém, respondendo, disse-lhes: Não tendes lido que, no princípio, o Criador os fez macho e fêmea e disse: Portanto, deixará o homem pai e mãe e se unirá à sua mulher, e serão dois numa só carne?Assim não são mais dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou não separe o homem".

Estamos tão acostumados a ler esta passagem pensando no contexto do divórcio, que nos esquecemos de que ele está reafirmando a ordem de um matrimônio segundo o projeto original ("no princípio") de Deus. Se fôssemos chamar estes versículos de um "passo-a-passo" do casamento, teríamos:

1. Este é o projeto original de Deus. "No princípio".
2. Um casamento é feito de um homem e uma mulher. "o Criador os fez macho e fêmea"
3. O mesmo Criador estabeleceu como devia ser essa união. "E [Deus] disse..."
4. O homem deixa o pai e a mãe, ou seja, se desliga daquele casal ou célula familiar. "Portanto, deixará o homem pai e mãe"
5. O homem se une à sua mulher, criando uma nova célula familiar como aquela de onde veio, isto é um homem + uma mulher = um filho. "e se unirá à sua mulher"
6. A união chega ao extremo quando atinge o físico e dois corpos se transformam em um. "e serão dois numa só carne"
7. Essa aliança, que ajunta esse casal, não é algo que o homem criou, mas Deus. "o que Deus ajuntou não separe o homem".

Esse é o passo-a-passo para quem crê na Palavra de Deus e a respeita.

 fonte...http://www.respondi.com.br/2011/04/por-que-solteiros-nao-podem-ter.html

O que é Glossolalia Religiosa...?


Glossolalia (do grego γλώσσα, "glóssa" [língua]; λαλώ, "laló" [falar]) é um fenômeno de psiquiatria e de estudos da linguagem.
Por sua vez, glossolalia religiosa é um fenômeno geralmente ligado a situações de fervor religioso, em que o indivíduo crê expressar-se em uma língua por ele desconhecida e tida por ele como de origem divina. Essas falas são geralmente caracterizadas pela repetição da cadeia sonora, sem um significado sistemático e, ainda, com raras unidades linguísticas previsíveis. O falante costuma ser incapaz de repetir os enunciados já pronunciados.
Algumas denominações pentecostais e correntes religiosas como a Renovação Carismática Católica se referem à glossolalia religiosa comodom de línguas, conectando-o ao evento descrito no segundo capítulo dos Atos dos Apóstolos,[1] embora no referido livro o fenômeno seja explicado não como a fala de uma língua estrangeira, pura e simplesmente, mas sim o fato de os estrangeiros presentes em Jerusalémentenderem em seu próprio idioma o que os apóstolos diziam: "porque cada um os ouvia falar na sua própria língua".[2]

Por que nao consigo falar a lingua dos anjos?


Por que nao consigo falar a lingua dos anjos?

Pelo que entendi você se converteu e aderiu a alguma igreja pentecostal, e agora vive aflita porque vê seus irmãos e irmãs falando a língua dos anjos e você não consegue. Por que você não consegue falar a língua dos anjos? Simplesmente porque você é sincera e não sabe fingir, além de não se deixar levar por ataques de histeria coletiva.

A história da "língua dos anjos" é uma das histórias mais mal contadas da cristandade. Depois que Deus causou a confusão de línguas em Babel, para que o homem parasse de se gloriar de sua própria capacidade, os pentecostais acabaram emprestando a glossolalia, um fenômeno também tratado pela psiquiatria. E acabaram se gloriando justamente daquilo que Deus fez para que não se gloriarem: falar em muitas línguas.

Como consequência, em alguns grupos cristãos aqueles que "não conseguem" falar "línguas estranhas" ou a "língua dos anjos" são vistos como cristãos de segunda categoria, pessoas que não têm o Espírito Santo. Oras, "se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dEle"! Rm 8:9 

Para entender a questão de línguas, é preciso voltarmos ao Éden. Lá havia uma língua só, e com ela encontramos Adão e Eva se comunicando entre si, e falando com Deus e com Satanás na forma de serpente. Deus e Satanás também se comunicavam com Adão e Eva de um modo que eles se entendiam, portanto não havia ali necessidade de intérpretes.

Depois de Babel as pessoas precisariam aprender diferentes línguas se quisessem se comunicar entre si. Mesmo assim o homem continuou se comunicando com Deus sem precisar de intérpretes. E Deus e os anjos continuaram falando aos homens em diversas ocasiões sem tradução simultânea. Ou seja, as diferentes línguas são um problema para quem vive no mundo material, não no espiritual. São um problema de comunicação entre homens, não entre o homem e Deus ou anjos.

No dia de Pentecostes Deus inverteu o que fez em Babel para mostrar que agora queria novamente que Seu povo pudesse se entender. Os discípulos, cheios do Espírito Santo, falaram em diferentes línguas, e judeus de várias nações os ouviram falar cada um em sua própria língua. Apesar de ter sido algo miraculoso, obviamente não há ali qualquer menção de um idioma angelical, pois fica claro tratar-se de idiomas humanos e há até uma lista das regiões onde esses idiomas eram falados. At 2

De onde então os pentecostais tiraram essa ideia, de que alguém poderia falar a língua dos anjos? De 1 Co 13:1 "Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine". O problema é que Paulo não está dizendo ser capaz de falar a língua dos anjos. Ele está usando uma figura de linguagem e fica fácil entender isso se lermos os "ainda que" usados por ele no texto:

"Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos..."
"Ainda que tivesse o dom de profecia..."
"Ainda que conhecesse todos os mistérios e toda a ciência..."
"Ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse montes..."
"Ainda que distribuísse toda a minha fortuna para o sustento dos pobres..."
"Ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado..."

O foco de Paulo não está nas coisas que ele supostamente seria capaz de fazer, mas no fato de que de nada adiantaria fazer tudo isso se não tivesse amor. Ao focar na "língua dos anjos" os pentecostais perdem o foco totalmente, como a criança que ganha um brinquedo de aniversário e prefere brincar com a caixa.

Se adotarmos o mesmo princípio usado pelos pentecostais para a interpretação do texto, seremos obrigados a admitir que Paulo era um super-herói digno dos gibis: Além de falar a língua dos anjos, ele era capaz de falar todas as línguas dos homens (6.912 idiomas já foram identificados até hoje), tinha o dom da profecia, conhecia todos os mistérios e toda a ciência, tinha fé capaz de transportar montes, era bilionário e filantropo e pretendia ser cremado, talvez ainda vivo.

Absurdo, não é mesmo? Eu também acho. Mas alguém poderá correr apontar outra passagem: 1 Co 14:2 "Porque o que fala em língua desconhecida não fala aos homens, senão a Deus; porque ninguém o entende, e em espírito fala mistérios". Bem, aqui não diz nada de língua dos anjos, mas de um idioma estrangeiro e desconhecido dos presentes.

Parafraseando o versículo, o sentido seria: "Porque o que fala chinês entre brasileiros, não fala aos homens, senão a Deus; porque ninguém o entende, e em espírito fala mistérios". É óbvio que eu não entenderia um irmão da China orando em chinês ao meu lado, e teria de admitir que aquilo tudo é um mistério para mim e ele não está conversando comigo, mas com Deus.

A passagem continua com Paulo explicando que "o que fala em língua desconhecida edifica-se a si mesmo, mas o que profetiza edifica a igreja". O que Paulo quer dizer? Que falar em um idioma estrangeiro e desconhecido aos outros é algo maravilhoso? Não! Ele está dizendo exatamente o contrário. É algo que chega a ser egoísta quando é feito na congregação, pois não edifica a ninguém senão ao que fala. Ele segue mostrando que profetizar, isto é, falar das coisas de Deus e da Sua Palavra em uma língua inteligível, é algo muito melhor e superior ao balbuciar extático numa língua estrangeira.

"A não ser que também interprete para que a igreja receba edificação",continua Paulo, mostrando a inutilidade de se falar em uma língua desconhecida entre irmãos sem um intérprete. Se você já participou de uma palestra em uma língua estrangeira que você não entende, vai reconhecer que foi pura perda de tempo. É por isso que Paulo continua falando da falta de proveito de se falar numa língua estrangeira que ninguém entende, chamando a isso até de um colóquio entre bárbaros! (1 Co 14:11). Você não iria querer ser um deles, não é mesmo? "Se eu ignorar o sentido da voz, serei bárbaro para aquele a quem falo, e o que fala será bárbaro para mim" 1 Co 14:11. Bárbaro aí tem o sentido de estrangeiro, não de selvagem.

Paulo termina com um golpe de misericórdia na questão, para deixar muito claro a bobagem daqueles que se gloriam em falar numa língua que ninguém entende: "Dou graças ao meu Deus, porque falo mais línguas do que vós todos [sim, Paulo era poliglota porque estudou muitas línguas]. Todavia eu antes quero falar na igreja cinco palavras na minha própria inteligência, para que possa também instruir os outros, do que dez mil palavras em língua desconhecida. Irmãos, não sejais meninos no entendimento" 1Co 14:18-20 Esta última expressão de Paulo em linguagem de hoje ficaria assim:"Ô, gente! Deixem de agir como crianças!"

Mas veja que em nenhum momento o assunto ali é alguma língua angelical, mas idiomas humanos. É preciso distorcer muito o texto para acreditar em outra coisa. Neste momento alguém irá querer correr para 2 Co 12:4: "Foi arrebatado ao paraíso; e ouviu palavras inefáveis, que ao homem não é lícito falar". Bem, se este versículo estiver falando de alguma língua angelical, então fica muito claro que o homem está proibido de falar palavras nessa tal língua: "ao homem não é lícito falar".

Será que deixei passar alguma passagem de uma suposta língua angelical? Talvez esta: Rom 8:26 "E da mesma maneira também o Espírito ajuda as nossas fraquezas; porque não sabemos o que havemos de pedir como convém, mas o mesmo Espírito intercede por nós com gemidos inexprimíveis. E aquele que examina os corações sabe qual é a intenção do Espírito; e é ele que segundo Deus intercede pelos santos". Bem, entendo que aqui não fala de uma língua, mas de intenções do Espírito em nós. E esses gemidos não são nossos, mas do Espírito.

Diante de tudo isso, eu perguntaria: Que vantagem alguém teria por falar uma língua de anjos? Primeiro, em nenhum lugar somos encorajados a nos comunicarmos com anjos, mas diretamente ao Pai e ao Filho. Perceba que nem mesmo encontramos alguém na Bíblia falando ao Espírito Santo em oração, mas apenas a Deus, o Pai, e a Jesus, o Filho.

Portanto, se já tenho acesso a Deus Pai e a Deus Filho para minhas petições, porque iria querer falar com anjos em um idioma que nem eu entenderia? Que utilidade isso teria para o anjo, encontrar um ser humano falando coisas que nem sabe o que significam? Se alguém pretende se comunicar dizendo coisas que não sabe o que significam, isso não seria comunicação coisa nenhuma. Qual a utilidade de falar uma língua que nem eu e nem ninguém entende, senão de querer me exibir? E se falasse a pretexto de falar com Deus ou com anjos, por que eu precisaria de tal idioma se nunca encontramos Deus ou os anjos falando com humanos em outra língua que não seja a da pessoa envolvida na conversa?

Mesmo que se alegasse a possibilidade de se falar uma língua dos anjos nessas manifestações de histeria coletiva que vemos em algumas igrejas pentecostais, ainda assim essas pessoas não estariam cumprindo a ordem clara que é dada na Palavra de Deus:

1Co 14:27-35 "E, se alguém falar em língua desconhecida, faça-se isso porDOIS, ou QUANDO MUITO TRÊS, e UM DEPOIS DO OUTRO, e HAJA INTÉRPRETE. Mas, SE NÃO HOUVER INTÉRPRETE, ESTEJA CALADO NA IGREJA, e fale consigo mesmo, e com Deus. ... Porque Deus não é Deus de confusão, senão de paz, como em todas as igrejas dos santos. 

Agora ninguém poderá dar a desculpa de que não viu estas instruções claras na Palavra de Deus. Mesmo assim, aposto um doce como na igreja onde você congrega todas estas regras são desrespeitadas quando começam a falar em línguas estranhas.

Texto de Mario Persona...http://www.respondi.com.br/2011/04/por-que-nao-consigo-falar-lingua-dos.html