quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

SER CRISTÃO!!!


Quando te fizemos isto Senhor?
Quando fizestes a um destes pequeninos, a mim o fizestes
Passam-se os anos e a palavra de Deus continua a mesma
Eu ouvi falor do amor e da paz que transmitias
E saí ao teu encontro dia e noite noite e dia
Eu ouvi sobre tuas curas e de tuas maravilhas
Ecrescia vontade de te conhecer um dia
O meu grito era oculto, só eu mesmo que ouvia
Minhas forças terminavam,masa a esperança crescia
Onde é que está Jesus é a pergunta que eu fazia
Eu estou aqui em todos os momentos estive tão perto
Você me procurava e eu aqui estava por todo este tempo
Eu tive fome e me deste de comer
Eu tive sede,e me deste de beber
Estive nú,e me vestistes
Eu estou aqui, em todos os momentos,estive tão perto
Você me procurava e eu aqui estava por todo este tempo
Eu tive fome e me deste de comer
Eu tive sede, e me deste de beber
Estive nú, e me vestistes
Agora vem pro céu, morar comigo
Sou Jesus, teu grande amigo

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Todos Batizados em Um Espírito



Todos Batizados em Um Espírito

Podemos ver os ensinos normativos a respeito do batismo com o Espírito Santo nos escritos do apóstolo Paulo, pois em muitas passagens ele trata doutrinariamente dessas questões. Em 1 Coríntios 12.13, o apóstolo fez uma declaração muito importante para a consideração desse assunto:

“Pois, em um só Espírito, todos nós fomos batizados em um corpo, quer judeus, quer gregos, quer escravos, quer livres. E a todos nós foi dado beber de um só Espírito”.

Para entendermos bem o que Paulo está querendo dizer nesse versículo, precisamos considerar todo o capítulo 12 de 1 Coríntios, pois nesse capítulo, Paulo concentra o seu ensino a respeito dos dons espirituais. Seu ponto alto é que, embora os dons sejam variados, manifestando-se de várias maneiras, há apenas um originador deles, que é o Espírito Santo, Paulo diz:

“Ora os dons são diversos, mas o Espírito é o mesmo” (v.4). Entre os versículos 8-10 ele exemplifica alguns dons que podem ser dados à igreja visando à edificação, entretanto enfatiza: “Um só e o mesmo Espírito realiza todas estas coisas, distribuindo-as como lhe apraz, a cada um, individualmente” . 


Ou seja, ele está querendo demonstrar a unidade da igreja em meio à diversidade de dons, exatamente porque todos esses dons são concedidos pelo mesmo Espírito. É isso que ele enfatiza no versículo 13 ao dizer algo como: “Somos diferentes tanto em serviços, como em dons e até mesmo em raça, mas numa coisa todos nós, crentes, somos iguais: todos fomos batizados pelo mesmo Espírito, portanto somos um mesmo corpo”.

Certamente a referência do apóstolo ao batismo nessa passagem nada tem a ver com o batismo com água, e nem mesmo com o que aconteceu no dia de Pentecostes, pois nem Paulo nem os coríntios estavam presentes naquele dia.

Mas, então, quando Paulo e todos os crentes da cidade de Corinto foram batizados? Nenhuma outra resposta pode ser coerente a não ser: No dia da conversão deles. Não havia duas classes de crentes dentro da igreja de Corinto. Todos os que pertenciam ao corpo de Cristo foram batizados com o Espírito Santo.

A força do “nós”

Na língua original em que o Novo Testamento foi escrito, há uma grande ênfase na palavra “nós”. Paulo poderia ter escrito a mesma passagem sem usá-la, e o significado seria o mesmo, mas ele fez questão de dizer “todos nós fomos batizados em um só Espírito”.

Com essa expressão, ele não admite exceções. Todos os verdadeiros crentes foram batizados no Espírito Santo. E esse não é o único lugar em que isso fica claro. Em Romanos 8.9
Paulo escreveu igualmente “Vós, porém, não estais na carne, mas no Espírito, se, de fato, o Espírito de Deus habita em vós. E, se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dele”.

A passagem é clara: se alguém não tem o Espírito de Cristo, não pertence a Cristo. Paulo não diz que se alguém não tem o Espírito é crente de segunda classe, mas que não é de Cristo, ou seja, não é crente.

Não há duas classes de crentes dentro de uma igreja, todos os verdadeiros crentes foram batizados com o Espírito Santo; se alguém ainda não foi batizado, não é crente, não pode fazer parte da igreja, não pertence ao corpo de Cristo, e ainda precisa se converter.

Um outro dado que precisa ser comentado é que nenhum escritor do Novo Testamento, em lugar algum, manda que o batismo do Espírito Santo seja buscado. Não há uma única passagem que exorte qualquer cristão a buscar a experiência do batismo com o Espírito Santo depois da conversão. Isso não acontece porque é entendimento comum dos escritores bíblicos que todos os crentes já foram batizados.

Devemos considerar seriamente que seria um grande lapso esquecer de mandar os crentes buscarem esse batismo, se de fato ele devesse ser buscado. Porém, não há qualquer método, ordem, ou mesmo sugestão para buscar ou receber o batismo com o Espírito Santo. O motivo é simples: ninguém pede ou busca algo que já possui.

A força do “todos”

 Voltando a 1 Coríntios, Paulo enfatiza que todos já puderam beber do mesmo Espírito (1Co 12.13). Observe a conexão entre beber em 1 Coríntios 12.13 e o que foi dito em João 7.37,38: “No último dia, o grande dia da festa, levantou-se Jesus e exclamou: Se alguém tem sede, venha a mim e beba. Quem crer em mim, como diz a Escritura, do seu interior fluirão rios de água viva. Isto ele disse com respeito ao Espírito que haviam de receber os que nele cressem”.

Quem fosse até Jesus e bebesse receberia o Espírito Santo quando cresse. Todos os que creram já beberam do Espírito Santo, ou seja, já foram batizados. Isso demonstra que as palavras de Jesus não são um desafio para que os incrédulos busquem o Espírito Santo. Elas são um desafio para que os incrédulos busquem Jesus. Se eles têm sede, Jesus mata a sede, e o que João e Paulo nos acrescentam é que Jesus mata a sede das pessoas com o Espírito.

Se Paulo entendesse que nem todos os crentes tinham bebido deste Espírito, não teria usado a palavra todos, pois teria perdido uma incrível oportunidade de mandar os que ainda não tinham bebido de buscar esta água.

A força do “um”

Do mesmo modo que a palavra “todos” traz grande ênfase sobre o batismo como uma experiência comum de todos os crentes, também a palavra “um” fala de uma experiência única. O ponto central de Paulo em 1 Coríntios 12.13 é que o batismo com o Espírito Santo faz a igreja ser um corpo. Se houvesse diferentes batismos com o Espírito Santo, poderia haver mais que uma igreja. E Paulo está usando exatamente a doutrina do batismo com o Espírito Santo para demonstrar a unidade de todos os crentes no mesmo corpo, ainda que sejam membros diferentes, individuais e com funções próprias. Logo, para Paulo, o batismo com o Espírito Santo era um fator unificador na igreja e, em hipótese alguma, um fator diferenciador.

Ou seja, em total oposição à noção atual de que existem duas classes de crentes separados pelo batismo com o Espírito Santo, na visão de Paulo há uma única classe, unida justamente pelo batismo. O batismo une ao invés de separar.

Não existe uma elite e uma periferia espiritual na igreja. Existe um corpo, que embora possua muitos membros, inclusive com funções diferentes, tem por princípio que nenhum é superior ou inferior. Todos têm a sua importância dentro do corpo (ver 12.14-26), no qual foram ligados pelo batismo do Espírito.

Jesus batizou com um único Espírito todos os crentes num único corpo, quer judeus, quer gregos, quer escravos, quer livres. Nada poderia ser mais enfático. De fato não há classes distintas de crentes. Em um Espírito foi estabelecida uma só igreja. Não há crentes parciais, assim como não há membros parciais do corpo de Cristo. Gálatas 3.26-28 afirma: “Pois todos vós sois filhos de Deus mediante a fé em Cristo Jesus; porque todos quantos fostes batizados em Cristo de Cristo vos revestistes. Dessarte, não pode haver judeu nem grego; nem escravo nem liberto; nem homem nem mulher; porque todos vós sois um em Cristo Jesus”. 

Todos os crentes em Cristo se tornaram membros plenos do seu corpo, que é a igreja, no exato momento em que foram salvos, pois “há somente um corpo e um Espírito, como também fostes chamados numa só esperança da vossa vocação; há um só Senhor, uma só fé, um só batismo; um só Deus e Pai de todos, o qual é sobre todos, age por meio de todos e está em todos” (Ef 4.4-6).Graças a Deus porque a igreja dele não está dividida. Não há divisões ou classes distintas de crentes dentro da igreja, pois todos os crentes já foram batizados no mesmo Espírito.

Buscando o que já tem?

Uma grande confusão tem sido causada nas igrejas por líderes que ensinam a necessidade de uma segunda obra da graça.

Por todos os lados, podemos ver a frustração e o desapontamento na vida de muitos que ainda não conseguiram chegar a essa segunda bênção. O problema é que, quando alguém acha que precisa buscar algo que não tem, certamente deixa de dar importância ao que já tem. Ora, todos os crentes já possuem a obra da graça na sua vida e também os meios para alcançar a verdadeira santidade, mas literalmente abandonam o pássaro na mão para perseguir os que estão voando. Deixam de valorizar o que Deus já lhes deu para buscar o que não existe. Assim, rejeitam o maior dom que Jesus nos deu, que foi a vinda do “outro” Consolador.   copiado do ótimo blog - (Metanoia e reforma)

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Jesus foi pregar no inferno?


Jesus foi pregar no inferno?

Não, essa idéia decorre de uma interpretação errônea das passagens em 1 Pedro 3:19 e 4:6. Vou acrescentar comentários [entre chaves] para você entender melhor o significado do texto:

"Porque também Cristo padeceu uma vez pelos pecados, o justo pelos injustos, para levar-nos a Deus; mortificado, na verdade, na carne, mas vivificado pelo Espírito; No qual [Espírito] também foi, e pregou [por intermédio de Noé] aos espíritos [agora] em prisão; Os quais noutro tempo foram rebeldes, quando a longanimidade de Deus esperava nos dias de Noé, enquanto se preparava a arca; na qual poucas (isto é, oito) almas se salvaram pela água... Porque por isto foi pregado o evangelho também aos [que hoje estão] mortos, para que, na verdade, fossem julgados segundo os homens na carne, mas vivessem segundo Deus em espírito;"

Alguns acham que Jesus tenha descido ao Hades após sua morte para pregar aos condenados, mas não creio que seja assim. Que bem faria tal pregação? Para mim está bem claro quem pregou para aquelas pessoas: Noé.

Não quer dizer que o Senhor tenha ido pregar em algum lugar entre sua morte e ressurreição como acreditam alguns. O versículo diz que, no Espírito, Jesus pregou aos espíritos [agora] em prisão, os quais foram rebeldes à pregação de Noé. Em outras palavras, Noé pregou no Espírito de Cristo às pessoas de seu tempo, mas elas não creram, o que significa dizer que, por meio de Noé, era o próprio Senhor que estava falando a eles.

Digamos que hoje você pregue o evangelho a uma pessoa, ela não aceite, morra e vá para o hades. Pode-se dizer que você pregou a ela no Espírito de Cristo, ou seja, como se fosse Ele mesmo pregando a ela, não depois de morta, mas enquanto ainda vivia.

Não sei se fui claro. De qualquer modo, o Senhor não foi ao inferno ou ao hades pregar, mas as pessoas que estão lá já foram avisadas quando ainda viviam, seja por Noé ou por qualquer outro servo de Deus que tenha pregado no mesmo Espírito do Senhor. Isso tampouco dá qualquer idéia de purgatório, como querem alguns.

sábado, 29 de outubro de 2011

A Vida do Animal era Oferecida em Troca da Pena Pelo Pecado...?


Não seria desumano o sacrifício de animais, conforme relata o Antigo Testamento?

       A importância dos ritos religiosos na comunidade de Israel, no Antigo Testamento, se expressava por meio das libações, refeições sagradas, sacrifícios de animais, etc. Apesar de entendermos que a nação de Israel não copiou esses exemplos das nações pagãs, de fato, essas nações tinham os mesmos hábitos; mas a ideologia do povo de Israel era distinta e diferente delas. Se o sacrifício de animais nos parece repulsivo, porque compramos carne embrulhada em sacos plásticos, para os israelitas, porém, era algo perfeitamente normal. Matar animais para fins religiosos era uma prática comum no mundo antigo. A vida do animal era dada em troca da morte do pecador. Por causa da gravidade do pecado, a situação do pecador não poderia ficar sem uma solução. Era esse o motivo que levava Deus a aceitar os sacrifícios de animais, cujo sangue derramado – sangue este que simbolizava a vida (Lv 17.11) – era vital para “cobrir” a transgressão (Hb 9.22).
       Entretanto, dentre todas ao seu redor, Israel era a única nação que sacrificava somente ao Deus único e verdadeiro. O culto sacrificial de Israel se fazia acompanhar também de forte realce aos elevados valores morais, ao contrário do culto pagão, que associava o sacrifício à prostituição cultual e a outras perversões.
       O sacrifício de animais era, sobretudo, uma oferta pelo pecado. A idéia primordial era que aquele que estivesse ofertando o animal teria o seu pecado “apagado”, ou seja, uma forma voltar a se relacionar com o Criador. Toda vez que um animal era sacrificado servia de vívida lembrança de que o pecado é algo mortalmente grave (Gn 2.17).
       Quando a vida do animal era oferecida em troca da pena pelo pecado, o culpado recebia a purificação. Ao colocar a mão sobre a cabeça do animal sacrificado (Lv 1.4), o adorador se identificava com esse animal. Entendia claramente que o animal estava morrendo em seu lugar pelos pecados que cometera. Assim, aquele sangue era um agente purificador que eliminava o pecado, já que representava a vida do animal.
       No Novo Testamento, Jesus é apresentado como o antítipo de todos esses sacrifícios. Sendo Ele próprio o “Cordeiro de Deus” (Jo 1.29), se tornou o sacrifício perfeito, eliminando, dessa forma, a continuação e a necessidade de sacrificar animais (Hb 7.27; 9.12-14; 10.18). A primordial diferença entre o sacrifício de Jesus e os animais do Antigo Testamento está na eficácia. O sangue de Jesus não apenas “cobre” os pecados, como o dos animais faziam, mas purifica totalmente o pecador (1Jo 1.7).

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Dízimos são bíblicos...



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A Bíblia é dividida em dois testamentos, o Antigo e o Novo, porém, o melhor entendimento é que a divisão seja feita em:

Antiga Aliança de Deus com Israel (todo o Antigo Testamento e até o Novo Testamento no advento ds prisão e morte de Cristo);

Nova Aliança consumada por Cristo na cruz do Calvário (inicia-se no Novo Testamento após a crucificação e ressurreição de Cristo).

Antiga Aliança consistiu em ordenanças, mandamentos, juízos que Deus enviou anação de Israel através de Moisés, a Lei mosaica, que fariam a nação de Israel diferenciada das demais nações, pois, serviam de testemunho de Deus na terra; (sem nos esquecer que Cristo foi condenado por esta Lei, por isso Ele disse que veio cumprir a Lei)
Lei mosaica, composta de todo o código de leis, formado por 613 disposições, ordens e proibições, tais como, guarda do sábado, carne de porco, vestimenta (os tzitziot, “franjas com nós”), homens não devem raspar o cabelo das laterais de suas cabeças e barbear-se com uma lâmina, dizer o Shemá Israel duas vezes ao dia, usar tefilin (filactérios) na cabeça, circuncidar todos os indivíduos do sexo masculino em seu oitavo dia, etc, sem nos esquecer dos dízimos.
A nação de Israel foi através de Abrão, que foi chamado por Deus de Abraão, tendo seu filho Isaque que teve seu filho Jacó, e este, tendo seus filhos, originaram as tribos de Israel, que quando entraram na terra prometida, Canaã, cada qual teve sua porção de terra [“ Estas são as heranças que Eleazar, o sacerdote, e Josué, filho de Num, e os cabeças dos pais das famílias repartiram as tribos dos filhos de Israel, em herança, por sorte, em Siló, perante o SENHOR, a porta da tenda da congregação. E assim acabaram de repartir a terra ” – Josué 19].

De todas as tribos, somente uma não recebeu terra por herança, a de Levi [“ Porém, a tribo de Levi, Moisés não deu herança; o SENHOR Deus de Israel é a sua herança, como já lhe tinha falado ” – Josué 13]; mas, esta tribo foi incumbida de cuidar dos trabalhos do tabernáculo, do templo em Jerusalém, separavam-se os sacerdotes, os cantores do templo, holocaustos e sacrifícios, enfim, todos os trabalhos que se faziam em referência a Deus;

Como todas as tribos receberam terra por herança, teriam condições de se alimentarem (através da plantação), iremos entender que a tribo de Levi não, porém, este “ é o ofício dos levitas: Da idade de vinte e cinco anos para cima entrarão, para fazerem o serviço no ministério da tenda da congregação ” [Números 8].

Pois bem, se todas as tribos tinham como se alimentar (através das colheitas), como seria o da tribo de Levi (os levitas)??

A resposta ao alimento dos levitas está em Deuteronômio 14:
“ Certamente darás os dízimos de todo o fruto da tua semente, que cada ano se recolher do campo.
E, perante o SENHOR teu Deus, no lugar que escolher para ali fazer habitar o seu nome, comerás os dízimos do teu grão, do teu mosto e do teu azeite, e os primogênitos das tuas vacas e das tuas ovelhas; para que aprendas a temer ao SENHOR teu Deus todos os dias.
E quando o caminho te for tão comprido que os não possas levar, por estar longe de ti o lugar que escolher o SENHOR teu Deus para ali pôr o seu nome, quando o SENHOR teu Deus te tiver abençoado;
Então vende-os, e ata o dinheiro na tua mão, e vai ao lugar que escolher o SENHOR teu Deus;
E aquele dinheiro darás por tudo o que deseja a tua alma, por vacas, e por ovelhas, e por vinho, e por bebida forte, e por tudo o que te pedir a tua alma; come-o ali perante o SENHOR teu Deus, e alegra-te, tu e a tua casa;
Porém não desampararás o levita que está dentro das tuas portas; pois não tem parte nem herança contigo.
Ao fim de três anos tirarás todos os dízimos da tua colheita no mesmo ano, e os recolherás dentro das tuas portas;
Então virá o levita (pois nem parte nem herança tem contigo), e o estrangeiro, e o órfão, e a viúva, que estão dentro das tuas portas, e comerão, e fartar-se-ão; para que o SENHOR teu Deus te abençoe em toda a obra que as tuas mãos fizerem
 ”.

Porquanto os dízimos são bíblicos, em forma de alimento; e foram destinados a alimentação dos levitas, órfãos, viúvas e estrangeiros!!!
Levitas: Nas instituições religiosas chamadas de 'igrejas', de nosso tempo, os cantores são chamados de levitas, e isto é um engano e uma mentira deslavada, pois, levitas são os descendentes da tribo de Levi (Moisés e Arão eram um deles).

Eis, pois, o que relatou Deuteronômio, os dízimos eram em forma de alimento, para alimentar os levitas que prestavam serviços no templo de Jerusalém, e aos órfãos, viúvas e estrangeiros.

E porque diz a Palavra de Deus, “ na minha casa ” em Malaquias 3.10??

Por que nos tempos do Antigo Testamento, o Espírito do Senhor enchia o templo, fazia-se presente entre os filhos de Israel [“ E os sacerdotes não podiam permanecer em pé, para ministrar, por causa da nuvem; porque a glória do SENHOR encheu a casa de Deus ” – 2Crônicas 5]; note que Deus não habitou no templo de Jerusalém, mas Sua glória encheu por um determinado período de templo e depois não mais...

... o que não acontece em nosso tempo, na igreja gentílica (nós somos os gentios, os que não são da nação de Israel), porque, depois da ressurreição de Cristo, Deus nos enviou o Espírito Santo [Atos 2] que agora habita em nós [“Ou não sabeis que o vosso corpo é o templo do Espírito Santo, que habita em vós, proveniente de Deus, e que não sois de vós mesmos? ” – 1Coríntios 6]...

... aliás, o templo de Jerusalém já na existe mais, foi destruído por mais de uma vez, reconstruído e agora não mais!!

Mateus 23.23O contexto de Mateus 23.23, como explanado no início deste texto, está no advento daAntiga Aliança de Deus com Israel, porquanto, Cristo estava criticando aos fariseus que dizimavam (e não era em dinheiro), porém, esqueciam do mais importante da lei;

Sendo bíblico que as igrejas evangélicas não são casa de Deus!! Jamais serão!! Nunca!!! São somente locais comuns como nossas próprias casas.

A Bíblia diz sobre nossas ofertas em 2Coríntios 9
Sem dúvida, a Bíblia nos diz para contribuir segundo o que queremos, do nosso coração!! Mas, não é em forma de dízimos (os dízimos eram 10% e não qualquer valor como diz 2Coríntios)...

Mas, este contribuir, é no sentido de ajudar ao próximo, é de usar nossas dádivas, que Deus nos tem agraciado, para ajudar a quem precisa, quem necessita, a quem passa fome...

... meditem em Mateus 25.31-46, nesta passagem maravilhosa Jesus discorre daqueles que chegarão diante do trono de Deus, os que fizeram caridade (dar de comer, de beber, vestir, visitar presos, doentes) ao próximo como benditos, e os que não, como malditos; vislumbre que não há menção em dízimos, mas, na ajuda e auxilio...

... e como os templos que chamam de ‘igreja’ não são a casa de Deus, mas lugares comuns que as pessoas se reúnem (porque Deus não habita em templos feitos pelas mãos de homens, Atos 17), não é dever do cristão levar dinheiro para estes, e sim,é dever do cristão amar ao seu próximoauxiliar aos pobres e necessitadoscom alegriana sinceridade de nossos corações...
Pergunto será que essas "igrejas" estão destinando as ofertas aos necessitados como o apostolo Paulo diz...? no capitulo 09 segundo aos corintios; e também no capitulo 11 quando diz no versículo

08 que a ninguém foi pesado.
... não podemos semear ofertas, dízimos ou doações em forma de dinheiro nas mãos de homens e esperar que Deus abençoe; a Justiça divina nos diz que, semeamos amor, fraternidade, benignidade, e amontoamos braças sobre nossas cabeças, é neste sentido que a Palavra de Deus afirma que " tudo o que o homem semear, isso também ceifará", semeia-se amor, colhe-se amor; semeia-se ódio ou mau, colhe-se ódio ou mau, e nunca quem semeia "dinheiro" receberá de Deus "dinheiro" (somente o diabo é quem semeia "dinheiro", pois, veio para " roubar, a matar, e a destruir ").


Vivendo Por, Em e Para Cristo; nos interesses da Igreja que Cristo edificou.

Fonte:
http://adoradoresemcasas.blogspot.com/2011/10/dizimos-sao-biblicos.html

domingo, 16 de outubro de 2011

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Jesus Liberta...: "Ego" massageado.....

Jesus Liberta...: "Ego" massageado.....: Ego massageado, sujeito "feliz" Em minhas andanças virtuais, me deparei com a seguinte citação: Coisas sem as quais não consigo viver: ...

quinta-feira, 6 de outubro de 2011



LIBERDADE CRISTÃ....


O cristao nao deve comer sangue?

Obviamente o que vou dizer não tem nada a ver com a proibição de transfusão de sangue feita por certa "denominação", que é uma interpretação equivocada das passagens bíblicas. Se a dúvida é simplesmente a respeito de se alimentar de sangue de animais em nossas refeições.

Embora não exista uma lei que o cristão deva seguir, a proibição de comer sangue é anterior à lei dada a Moisés, portanto dirigida a todos os seres humanos e não apenas aos israelitas.

Mais tarde, em Atos, encontramos as instruções dadas pelos apóstolos aos gentios convertidos (no caso nós também o somos) para que não praticássemos idolatria e prostituição, e também que não comêssemos sangue e carne sacrificada aos ídolos. Evidentemente nada disso fará um crente perder a salvação, mas se ele ama seu Senhor irá querer agradá-lo nisto também.


Ats 15:19-20; 29 "Por isso julgo que não se deve perturbar aqueles, dentre os gentios, que se convertem a Deus. Mas escrever-lhes que se abstenham dascontaminações dos ídolos, da prostituição, do que é sufocado e do sangue... Que vos abstenhais das coisas sacrificadas aos ídolos, e do sangue, e da carne sufocada, e da prostituição, das quais coisas bem fazeis se vos guardardes".

Basicamente as coisas que a Palavra diz para não fazermos são:

- Comer coisas sacrificadas aos ídolos: alimentos usados nos sacrifícios ou até mesmo a carne desses sacrifícios. Para nós gentios tal "proibição" (entre aspas mesmo) é mais para não sermos causa de tropeço a outros, como Paulo explica em 1 Coríntios 8 (e também em Romanos 14).


1Co 8:4-13 "Quanto, pois, ao comer das coisas sacrificadas aos ídolos, sabemos que o ídolo nada é no mundo, e que não há outro Deus, senão um só.... Entretanto, nem em todos há esse conhecimento; pois alguns há que, acostumados até agora com o ídolo, comem como de coisas sacrificadas a um ídolo; e a sua consciência, sendo fraca, contamina-se. Não é, porém, a comida que nos há de recomendar a Deus; pois não somos piores se não comermos, nem melhores se comermos. Mas, vede que essa liberdade vossa não venha a ser motivo de tropeço para os fracos. Porque, se alguém te vir a ti, que tens ciência, reclinado à mesa em templo de ídolos, não será induzido, sendo a sua consciência fraca, a comer das coisas sacrificadas aos ídolos? Pela tua ciência, pois, perece aquele que é fraco, o teu irmão por quem Cristo morreu. Ora, pecando assim contra os irmãos, e ferindo-lhes a consciência quando fraca, pecais contra Cristo. Pelo que, se a comida fizer tropeçar a meu irmão, nunca mais comerei carne, para não servir de tropeço a meu irmão". 

- Prostituição ou impureza sexual: este problema, que era generalizado entre os gentios daquela época, volta a ter a mesma dimensão hoje em um mundo cada vez menos interessados nos valores cristãos. Quem estuda os costumes no império romano descobre que algumas coisas eram bem aceitas na sociedade da época: sexo fora do casamento, adultério, prostituição, pornografia (inclusive decorando as paredes das casas de família), homossexualismo, pedofilia (permitia-se aos homens casados terem meninos escravos para este fim), aborto e infanticídio (bebês indesejados eram simplesmente abandonados à beira das estradas para morrerem e serem comidos por cães). Lembre-se de que a sociedade que aceitava essas coisas não era nenhum grupo de bárbaros, mas o império mais desenvolvido que existiu até então, e que nos legou coisas como o direito romano e a privada com água encanada e descarga, que só foi "redescoberta" há 200 ou 300 anos.

1Ts 4:3-5 "Porque esta é a vontade de Deus, a saber, a vossa santificação: que vos abstenhais da prostituição,que cada um de vós saiba possuir o seu vaso em santidade e honra, não na paixão da concupiscência, como os gentios que não conhecem a Deus"

Efs 4:17-20 "Portanto digo isto, e testifico no Senhor, para que não mais andeis como andam os gentios, na verdade da sua mente, entenebrecidos no entendimento, separados da vida de Deus pela ignorância que há neles, pela dureza do seu coração; os quais, tendo-se tornado insensíveis, entregaram-se à lascívia para cometerem com avidez toda sorte de impureza. Mas vós não aprendestes assim a Cristo". 

- Comer animais sufocados ou estrangulados: isto se refere a animais mortos e não sangrados. Quem já viu um frango cozido ou assado depois de morto com o pescoço quebrado ou por asfixia e sem ser sangrado sabe que a carne tem a cor bem escura, por causa do sangue que permanece nela. Esta proibição é anterior à lei dada a Moisés, pois aparece em Gênesis 9:4 para o mundo pós-dilúvio. Portanto não é uma proibição que se limite a Israel, como são muitas que você encontra na lei mosaica.

- Comer sangue: pelas mesmas razões acima, trata-se de uma ordem dada antes da Lei, portanto valendo para todos os habitantes do planeta depois do dilúvio. Naquela ocasião Deus deu aos homens, até então vegetarianos, os animais como alimento, colocou nos animais o medo dos homens, proibiu comer carne com sangue (animais sufocados, chouriço, frango ao molho pardo feito com sangue etc.)

Tudo o que pedirmos,João 14:13-14

terça-feira, 4 de outubro de 2011


As manifestacoes espirituais nas igrejas,e no meio Cristão,são reais...?

 SE sua dúvida  é no sentido de manifestações ou profecias que falam de eventos futuros que virão sobre o mundo, ou de revelações doutrinárias que muitos alegam ter como se falassem da parte de Deus. Sendo  mais específica para os casos de manifestações, revelações ou profecias testemunhadas em algumas denominações .


 Vale usar o exemplo de casos que vemos, de pessoas capazes de falar detalhes secretos da vida de alguém (os quais obviamente deixam de ser secretos ao serem revelados publicamente), de previsões de perda de emprego, doença ou morte de determinadas pessoas, presentes ou não nas reuniões onde isso acontece.

Primeiro é preciso entender que esse tipo de coisa não é exclusividade da esfera da profissão cristã. Manifestações assim sempre existiram em todas as crenças. Você as encontra entre monges tibetanos, índios americanos, nativos africanos, povos das ilhas do Pacífico etc. Não é preciso investigar muito para ver que todos esses estão sendo enganados por demônios, pois não são pessoas que professam a fé cristã e seus cultos são cheios de figuras horrendas representando tais seres espirituais.

Mas o que dizer de manifestações assim que ocorrem com pessoas que professam ser cristãs e em ambientes cristãos? Primeiro é preciso observar se não estamos diante de casos clássicos de manipulação, como o do pastor denunciado em vídeos no Youtube, que "revelava" informações que ele colhia no Orkut dos membros de sua igreja , ou os truques psicológicos e de indução, que às vezes são demonstrados em programas de TV , ou ainda de pura coincidência pela repetição, deliberada ou não, de uma mesma informação.

Para este último caso dou o exemplo de um dos milhares de golpes que os estelionatários aplicam. Um sujeito dizia ser capaz de adivinhar o resultado das corridas de cavalos em um páreo, com, digamos, 10 cavalos. Ele pegava uma lista de mil apostadores, dividia em grupos de cem e enviava mil cartas, dizendo para cem delas que ia dar o cavalo A, para outras cem o cavalo B, para outras cem o cavalo C etc. Obviamente um grupo de cem pessoas concluía que o sujeito sabia mesmo do resultado.

Então ele pegava os endereços das cem que que receberam o palpite correto e dividia em grupos de dez, fazendo o mesmo: cavalo A para um grupo, cavalo B para outro etc. Agora ele tinha dez pessoas acreditando que ele acertou duas vezes. Ele fazia o mesmo enviando agora dez cartas individuais e uma pessoa acabava plenamente convicta da capacidade de adivinhação do sujeito, pois testemunhou três vezes que ele acertou. Nesse momento o estelionatário entrava em contato com a vítima propondo uma aposta milionária conjunta: ele entrava com o palpite para o Grande Prêmio e a vítima com o dinheiro, que acabava entregando na confiança.

Todos os dias em milhares de "igrejas" em todo o país alguém avisa que uma pessoa ali irá morrer. Considerando que somos mortais, a probabilidade de isso ocorrer em algumas dessas "igrejas" é grande. Basta um acerto por pura coincidência e o resto do trabalho de divulgação fica por conta do boca-a-boca do povo crédulo e dependente de "ver para crer". Troque o "morrer" por "encontrar emprego", "ser demitido", "fechar um ótimo negócio", "ser curado de uma doença mortal", "sofrer um acidente"... e você tem uma gama enorme de possibilidades para depois serem exploradas pelos pregadores desses locais para atrair mais público com base nos famosos "testemunhos".

Mas e os muitos casos de revelações que não se concretizam? Bem, para isso tenho outra história de estelionatário que demonstra que não somos tão exigentes em investigar a fundo aquilo que sai barato para nós, como é o caso de alguma "profetada" não cumprida. O sujeito tinha um cavalo que morreu. Todo mundo sabia que ele tinha um cavalo, mas ninguém sabia que tinha morrido. Então ele rifou o cavalo, cobrando, digamos, um real por bilhete. Logo seus duzentos amigos compraram todos os números e um foi premiado. Você quer saber se o ganhador não reclamou por não receber o cavalo? Reclamou e o rapaz simplesmente devolveu o dinheiro para o único que reclamou.

Mas e os casos que realmente mostram ter uma origem espiritual? Obviamente Deus tem o poder de revelar certas coisas a certas pessoas quando ele tem um propósito para isso, do mesmo modo como ele também permite que pessoas sejam enganadas (e na Bíblia vemos que até enviou espíritos maus com esta missão), quando também quer ensinar algo. Por isso é preciso sempre perguntar não só se aquilo vem de Deus, mas se não é um engano enviado por meu coração ter se afastado dele.

Apesar de em algumas "igrejas" uma pergunta assim ser rechaçada como "pecado contra o Espírito" ou "incredulidade" por aqueles que se consideram "mais espirituais", julgar os espíritos para ver se procedem de Deus é uma ordem dada pelo próprio Espírito Santo de Deus:

1Jo_4:1 Amados, não creiais a todo o espírito, mas provai se os espíritos são de Deus, porque já muitos falsos profetas se têm levantado no mundo.

É incrível o número de cristãos que parece ler a Bíblia às carreiras e não percebe que estamos mergulhados em um mundo espiritual que inclui anjos caídos e demônios, também chamados de espíritos malignos. Trata-se de um inumerável exército de estelionatários tentando enganar os seres humanos com mentiras. O próprio Senhor advertiu contra a existência dos ministros e falsos profetas a serviço de Satanás no meio do povo de Deus, fazendo-se passar por ministros de Deus:

Mat 7:15-23 Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas, interiormente, são lobos devoradores... Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitas maravilhas? E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade. 

Ele não está falando ali de monges tibetanos, índios americanos, nativos africanos ou povos idólatras de ilhas remotas. Ele está falando de pessoas que chamam a Jesus de Senhor. Basta ligar a TV a qualquer hora do dia ou da noite para encontrar pessoas assim. Enquanto alguns são meros cobiçosos de riquezas, há aqueles que efetivamente estão a serviço direto das trevas, incorporados por demônios e com poderes de adivinhar, não necessariamente o futuro, mas fatos sobre as pessoas. Mas como eles podem estar fazendo isso e ao mesmo tempo promovendo o evangelho? Podem, e a jovem que perseguia Paulo é um exemplo disso, pois ela também parecia estar promovendo o evangelho:

Ats 16:16-18 E aconteceu que, indo nós à oração, nos saiu ao encontro uma jovem, que tinha espírito de adivinhação, a qual, adivinhando, dava grande lucro aos seus senhores. Esta, seguindo a Paulo e a nós, clamava, dizendo: Estes homens, que nos anunciam o caminho da salvação, são servos do Deus Altíssimo. E isto fez ela por muitos dias. Mas Paulo, perturbado, voltou-se e disse ao espírito: Em nome de Jesus Cristo, te mando que saias dela. E na mesma hora saiu. 

O cuidado de um cristão sincero deve ser redobrado quando entendemos que a Palavra de Deus avisa que essas manifestações demoníacas dentro da esfera da cristandade aumentariam muito nos últimos tempos. É o que o apóstolo Paulo adverte em suas epístolas:

1Tm_4:1 Mas o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios; 

2Tm_4:3-4 Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências; E desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas. 

Diferentes versões trazem, além de "fábulas", as palavras "mitos" ou "lendas". Se você entrar numa livraria e pedir livros de fábulas, mitos e lendas, sairá de lá com uma sacola cheia de histórias de fadas, duendes, lobisomens, vampiros, zumbis, fantasmas etc. Ou seja, personagens de uma outra esfera, de um submundo povoado por criaturas que, nas histórias, podem tanto ser benignas como malignas. O diabo está fazendo um trabalho bem feito neste sentido, pois hoje qualquer adolescente adoraria namorar um vampiro.

O problema é que, no mundo real da espiritualidade... "o próprio Satanás se transfigura em anjo de luz... [e] os seus ministros se transfigurem em ministros da justiça" 2 Co 11:14-15. No versículo anterior a este Paulo se referia àqueles que dizem ser apóstolos, porém não passam de uma fraude.

Se você der uma festa e não colocar seguranças na porta, deixando o acesso livre para quem quiser chegar, logo terá em sua casa não só seus convidados, mas toda espécie de pessoas, principalmente aqueles que irão querer tirar proveito da "boca livre". Ou seja, o submundo é rápido em farejar oportunidades assim.

Se um grupo de pessoas começa a flertar com o mundo espiritual e passa a se encantar e a maravilhar-se com manifestações espirituais sem qualquer discernimento ou juízo, está escancarando as portas para que miríades de demônios venham satisfazê-las com revelações surpreendentes e profecias mirabolantes. O desvio da verdade sempre deixa a casa limpa e arrumada para as hostes demoníacas participarem da festa. Embora os demônios não sejam capazes de prever o futuro, eles podem adivinhar o futuro com base na experiência.

Todos os dias vemos na TV o homem ou a mulher do tempo adivinhando o clima de amanhã com base na experiência dos meteorologistas. Também lemos os comentaristas financeiros fazendo previsões das ações que sobem ou descem. Se meros seres humanos, com uma bagagem de dez ou vinte anos na observação do clima ou do mercado financeiro, são capazes de acertar muitas de suas previsões, o que dizer de seres que estão por aí há milhares de anos adquirindo experiência na observação do comportamento humano, da política, das finanças, do clima, e até da saúde das pessoas? Você acha que poderia ser enganado por eles? Certamente.

Além dos anjos que se rebelaram contra Deus seguindo Lúcifer, e que têm a capacidade de assumir a forma humana, existem também os demônios ou espíritos malignos. Provavelmente são os espíritos desencarnados daqueles que nasceram do cruzamento de anjos com humanos descrito em Gn 6 e 2 Pd 2:4, ou talvez de alguma criação anterior àquela descrita a partir do versículo 2 do capítulo 1 de Gênesis, quiçá contemporâneos dos dinossauros. Seja qual for sua origem, sua existência é real e, apesar de sua incapacidade de assumir a forma humana, eles são capazes de influenciar e possuir os corpos de homens e animais para cumprirem seus propósitos de engano. Veja uma lista deles:

Espíritos surdos-mudos (Mc 9:17), espíritos maus (Lc 7:21, espíritos de adivinhação (1 Sm 28:7, At 16:16), espíritos mentirosos (2 Cr 18:21), espíritos perversos (Is 19:14), espíritos enganadores (1 Tm 4:1), espíritos imundos (Lc 4:33), espírito do anticristo (1 Jo 4:3), espíritos escravizadores (Rm 8:15), espíritos destruidores (1 Co 10:10), espíritos de erro (1 Jo 4:6), espíritos de enfermidade (Lc 13:11), espíritos de luxúria (Os 4:12).

É importante notar que mesmo os espíritos imundos estão sujeitos a Deus e, assim como ocorre com Satanás, só podem agir dentro de certos limites, como foi o caso de Satanás com Jó. Esses espíritos reconhecem a autoridade de Jesus e se submetem a ele (Mc 1:27, Lc 4:36), tremendo diante dele (Tg 2:19). Deus pode usá-los para cumprir seus propósitos, como vemos em Sl 78:49 e Jz 9:23.

Mas agora vem a parte que concerne os cristãos, que devem vigiar para que as portas de sua festa não estejam escancaradas, como no exemplo que dei. Quando um grupo de pessoas fica extasiada em busca de milagres e maravilhas, e não na busca do Senhor e sua Palavra, elas se tornam vulneráveis a toda espécie de erro e manipulação da parte desses espíritos, mesmo que muitas delas sejam realmente convertidas. Isso quando já não estão sendo manipuladas por "pastores" ávidos por dinheiro e prontos a promover todo tipo de entretenimento espiritual na forma de manifestações milagrosas.

Embora o trigo, que são os verdadeiros crentes, não possam ser possuídos por demônios, o joio que convive em seu meio e às vezes até dirige congregações pode ser um instrumento do diabo. Apartar-se da verdade abre as portas para o erro, como aconteceu com Saul em 1 Sm 16:14:

1Sm 16:13-15 ...desde aquele dia em diante o Espírito do SENHOR se apoderou de Davi... E o Espírito do SENHOR se retirou de Saul, e atormentava-o um espírito mau da parte do SENHOR. Então os criados de Saul lhe disseram: Eis que agora o espírito mau da parte de Deus te atormenta; 

Observe que no Antigo Testamento os crentes não tinham ainda o Espírito Santo habitando em si, mas apenas sobre si, influenciando-os e guiando-os. É neste sentido que o Espírito do Senhor se retirou de Saul, já que aqueles na atual dispensação que são habitados pelo Espírito Santo não podem perdê-lo.

Mesmo assim, quando somos advertidos em Efs 4:27 "Não deis lugar ao diabo" isso é porque Deus sabe que se começarmos a flertar com o mundo espiritual, interessados em manifestações, adivinhações, profecias e sinais mirabolantes, logo o diabo vai perceber nossa porta aberta e enviará um bando de demônios penetras para nossa festa. E eles certamente serão capazes de promover uma festa de arromba, com muito entretenimento espiritual para nos manter presos ao engano.

Concluindo, deixarei para você discernir se os casos que mencionou são realmente vindos de Deus ou do diabo. O que vem de Deus exalta a Cristo e leva nosso olhar para ele. O que vem do diabo exalta o homem e, como um vício, deixa sempre o desejo de consumir mais dessas manifestações. Nem preciso dizer que hoje há muitos cristãos que são viciados em manifestações espirituais, como se a sua fé não se contentasse em ter a Cristo diante de si, mas precisasse constantemente estar cercado de testemunhos emocionantes. São como viciados em algum tipo de droga espiritual que causam visões e êxtases, sem o que acham que não podem viver.

Para esses Jesus apenas já não satisfaz.

Sempre que estiver diante de manifestações espirituais, procure julgar se aquilo está sendo feito com algum proveito. Alguém que adivinhe particularidades da vida de uma pessoa não está trazendo proveito algum a ela, a não ser torná-la dependente de sua capacidade de adivinhação e colocando-se como alguém com super-poderes aos olhos delas. Isso não passa de exaltação da carne.

O Senhor não fazia seus sinais e milagres como um mágico faz seus truques para arrancar aplausos e "Oh!" da platéia. Cada milagre, sinal ou palavra que ele falava tinha um objetivo claro e definido de bênção (ou às vezes de condenação) de seu interlocutor. Não eram tampouco coisas que tinham o objetivo de alisar o ego do outro, como algumas "profetadas" que costumo ouvir ou até ler em emails e mensagens deixadas nas redes sociais. Coisas do tipo, "Deus tem uma grande obra para você!", "Estou vendo que Deus fará de você um pregador famoso!" etc.

No espiritismo isso é muito usado para atrair e segurar noviços. Tem espíritas que são loucos para dizer aos recém chegados: "Você tem mediunidade, precisa desenvolver!". Pronto, prato cheio para o ego de quem vai atrás dessa conversa e ótima isca para fisgar incautos com problemas de baixa auto-estima.

Fonte: http://www.respondi.com.br/2011/10/as-manifestacoes-espirituais-nas.html

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Parábola do Rico e Lázaro


Parábola do Rico e Lázaro





"Parábola do Rico e Lázaro".

Esta parábola nada diz das almas imortais que "saem" do corpo depois da morte, como alguns espiritualistas crêem (tanto espíritas, quanto católicos, quanto evangélicos). Além do mais, um princípio fundamental de interpretação bíblica determina que não se pode basear doutrinas sobre parábolas ou alegorias, pois tais históricas são meramente ilustrativas.

Eis aqui algumas razões que impedem tomar os personagens desta parábola de forma literal:

1. Se esta parábola for tomada em forma literal, as Sagradas Escrituras estariam se contradizendo quanto à inconsciência dos mortos até o dia em que ressuscitam (cf. Ecles. 9:5, 6 e 10; João 11:11-14; 5:28-29). Vê-se que o ensino bíblico é de que os mortos não estão no Céu, nem no purgatório, nem no inferno (Atos 2:29 e 34; Jó 3:11-19; 17:13). De modo geral, os cristãos crêem que o Espírito Santo não pode contradizer-se (2Tim. 3:15-17; 2Pedro 1:21), portanto, não podemos considerar a parábola como sendo a expressão literal do tema da morte.

2. Se esta parábola for tomada literalmente também devemos aceitar que o Céu e o inferno estão tão próximos que os salvos e os condenados podem ver-se e ouvir-se. Este seria o maior castigo que poderiam receber todos quantos se salvem, pois estariam vendo e ouvindo seus entes queridos que se perderam em sofrimento. Que absurdo! E tanta gente acredita nesta falácia!
A Bíblia declara abertamente que os maus serão totalmente destruídos (Salmo 37:9 e 20).

3. Se esta parábola for interpretada literalmente, contradiz-se a crença popular de que a alma abandona o corpo no momento da morte, pois na parábola é dito que Lázaro e o rico estão presentes no "pós-morte" com seus próprios corpos físicos, pois se mencionam o “dedo” de um e a “língua” do outro.
Todos sabemos que o corpo permanece na tumba e se desintegra totalmente. Além disso, a sede que sente o rico é própria do corpo, e, afinal de contas, de que serviria um “dedo” molhado “em água” para aliviar os rigores extremos de um fogo verdadeiro? Vê-se que toda a história é recheada de simbologias, alegorias e analogias.

Conclusão
Poderíamos explorar muito mais os detalhes da parábola, mas pelas razões acima já é possível concluir-se que o relato não é literal, e faz parte de uma série de cinco parábolas que Jesus pronunciou (Lucas 15 e 16) para destacar verdades básicas.

Jesus baseou esta parábola numa crença comum entre os judeus, e que havia sido trazida da cultura de Babilônia, Egito e nações circunvizinhas.

Nosso Senhor tomou muito das coisas conhecidas por Seus ouvintes para apresentar Suas
parábolas; uma maneira fácil de chegar ao coração, mas não necessariamente uma
aceitação incondicional do material, e sim um argumento que servia de meio para destacar um ensino.

Por outro lado, os judeus colocavam Abraão acima de Jesus: “Nosso pai é Abraão ... És maior do que o nosso pai Abraão... ?” (João 8:39 e 53; Mateus 3:9). E Jesus põe na boca de Abraão as palavras que este haveria de ter dito em pessoa: “Se não ouvem a Moisés e aos profetas, tão pouco se deixarão persuadir, ainda que ressuscite alguém dentre os mortos” (São Lucas 16:29-31).

É comum a Bíblia personificar seres inanimados. Por exemplo: as árvores se reúnem para nomear um rei (Juízes 9:8-15); “O cardo ... mandou dizer ao cedro ... Dá tua filha por mulher a meu filho” (2Reis 14:9); “Porque a pedra clamará da parede, e a trave lhe responderá do madeiramento” (Habacuque 2:11); “Se eles se calarem, as próprias pedras clamarão” (Lucas 10:40; Mateus 3:9; ver Jó 12:7 e 8).


Também devemos tomar estas declarações de forma literal? É óbvio que não!

O objetivo de Jesus não era que os elementos fossem considerados de forma literal, com relação à vida após a morte, mas sim os 2 princípios gerais que se destacam nesta parábola: 
1. Que a recompensa se baseará na conduta adotada enquanto se vive;
2. E que o importante é obedecer à Palavra divina, e não confiar em nossa raça ou origem, nem mesmo sendo carnalmente “filhos de Abraão”.

Fonte:"Tira Dúvidas", Voz da Profecia.

Jesus prometeu dar-nos literalmente qualquer coisa ?


Jesus prometeu dar-nos literalmente qualquer coisa ?



Jesus prometeu dar-nos literalmente qualquer coisa que lhe pedirmos com fé? Marcos 11:23-24

"A oração não é um meio pelo qual conseguimos que toda a nossa vontade se faça nos céus, mas um meio pelo qual Deus faz com que a sua vontade se faça na terra."

PROBLEMA: À primeira vista esse versículo parece estar dizendo que, se crermos, Deus nos atenderá em qualquer pedido que lhe fizermos. Por outro lado, Paulo pediu a Deus por três vezes que lhe fosse afastado aquele espinho da carne, e Deus recusou (2 Co 12:8-9).

SOLUÇÃO: Há limitações sobre o que Deus dará, indicadas tanto pelo contexto como por outros textos e pelas leis da própria natureza de Deus e do universo.

Primeiro Deus não pode nos dar qualquer coisa. Há coisas que são realmente impossíveis. Por exemplo, Deus não atenderá ao pedido de uma criatura para ser Deus. Nem pode atender a quem peça que aprove um pecado que tenha cometido. Deus não nos dará uma pedra se lhe pedirmos pão, nem nos dará uma serpente se lhe pedirmos um peixe (cf.Mt 7:9-10).

Segundo, o contexto da promessa de Jesus em Marcos 11 indica que ela não foi incondicional, pois o versículo seguinte logo diz: "perdoai,... para que vosso Pai vos perdoe... mas, se não perdoares, também vosso Pai... não vos perdoará". Assim, não há razão para acreditar que Jesus pretendia que tomássemos a sua promessa ao pé da letra, de nos dar "tudo" que pedíssemos, sem condição alguma.

Terceiro, todas as passagens difíceis devem ser interpretadas em harmonia com outras passagens claras das Escrituras. E está claro que Deus não promete, por exemplo, curar todas as pessoas por quem orarmos com fé. Paulo não foi curado, embora tenha orado ardentemente e com fé (2 Co 12:8-9). Jesus ensinou que não foi a falta de fé daquele cego que impediu a sua cura, mas explicou que ele tinha nascido cego "para que se manifestem nele as obras de Deus" (Jo 9:3).

Apesar da capacidade dada por Deus ao apóstolo Paulo para curar outros (At 28:9), aparentemente ele não pôde curar, mais tarde, Epafrodito (Fp 2:25ss) nem Trófimo (2 Tm 4:20). Com certeza não foi a falta de fé que trouxe a doença a Jó (Jó 1:1). Além disso, se a fé do recebedor fosse a condição para que um milagre fosse recebido, então nenhum dos mortos que Jesus ressuscitou teria voltado à vida, pois os mortos não podem crer!

Finalmente, quando se considera o restante das Escrituras, além da fé há muitas condições colocadas na promessa de Deus para a resposta a uma oração. Temos de "permanecer nele" e permitir que a sua Palavra permaneça em nós (Jo 15:7). Não podemos "pedir mal", segundo o nosso egoísmo (Tg 4:3). Além disso, temos de pedir "segundo a sua vontade" (1 Jo 5:14). Até mesmo Jesus orou: "Meu Pai, sepossível, passe de mim este cálice! (Mt 26:39).

Com efeito, sempre essa condição - "se for da tua vontade" - tem de ser afirmada ou estar implícita, exceto nas promessas incondicionais de Deus. Porque a oração não é um recurso mediante o qual Deus nos serve. A oração não é um meio pelo qual conseguimos que toda a nossa vontade se faça nos céus, mas um meio pelo qual Deus faz com que a sua vontade se faça na terra.