segunda-feira, 29 de novembro de 2010

QUAL RELIGIÃO PODE ME SALVAR...?

Qual religião pode me salvar?
Nenhuma. E para mostrar a você que a salvação nada tem a ver com alguma religião da qual a pessoa se faça membro, gostaria de lembrar que Deus é o Criador de todas as coisas, e sem Ele seria impossível nós existirmos. Dependemos dEle continuamente. E o mais maravilhoso de tudo é que Deus, sendo nosso Criador, desejou ter comunhão com as Suas criaturas.

Você pode imaginar o que é termos comunhão com Aquele que criou todo este universo, com suas incontáveis estrelas? Maravilhoso, não é mesmo? E Deus não apenas quis Se revelar ao homem, mostrando o Seu poder na imensidão das coisas criadas, como também nos legou a Sua Palavra, a Bíblia, escrita por cerca de 40 homens inspirados por Deus, ao longo de aproximadamente 1600 anos; homens estes que viveram em três continentes diferentes, vieram de origens desde a mais simples até a mais elevada, e nos legaram este livro escrevendo partes em Aramaico, outras em Hebraico e outras (a maior parte do Novo Testamento) em Grego. E neste mosaico de línguas, costumes, eras e origens destes escritores, encontramos uma harmonia e continuidade que só fazem demonstrar que um grande Maestro esteve por trás dessa singular orquestra.

Mas Deus não parou aí. Não se contentando em nos revelar a Sua Palavra, Ele mesmo se fez Homem e desceu a este mundo, vindo para os que eram Seus. Jesus Cristo, Deus feito homem; o ÚNICO homem perfeito, o ÚNICO sem pecado. Mas, Aquele que devia ter recebido com honras e total sujeição por parte de todos, foi o mais humilhado e desprezado dos homens, chegando a ser entregue, inocente que era, para morrer como um vil criminoso numa cruz (que era a pena de morte para ladrões e criminosos).

Porém, por trás de tudo havia o propósito de Deus, que havia criado o homem para com ele ter comunhão, mas que viu Sua criatura desejar seguir seus próprios caminhos e seus próprios pensamentos. O homem caiu em pecado, que é em suma o desejo de viver independente de Deus, tendo tudo dirigido por suas próprias idéias e pensamentos. Rebeldia, enfim.

Deus nos revela que ao longo dos séculos tentou de todas as maneiras trazer o homem para junto de Si, sempre em vão pois Seus profetas eram mortos e aqueles que O seguiam eram desprezados. Até que Deus se fez carne, na Pessoa do Seu Filho Jesus Cristo, em Quem o desprezo humano chegou ao seu ápice. Aquilo que poderia parecer a ruína completa, Deus transformou em vitória pois na cruz Jesus Cristo tomou sobre si o pecado de todos os que nEle crêem, morrendo ali como um réu condenado no lugar do pecador. Foi assim satisfeita a justiça. O pecado, que era uma afronta contra Deus, foi julgado na Pessoa de um substituto do pecador. E de ora em diante, todo aquele que crê em Jesus Cristo e O aceita como Salvador, é perdoado de todos os pecados e tem sua entrada assegurada no Céu.

Como pode ver, até aqui não falei de nenhuma religião, e nem falarei pois não pertenço a nenhuma. Pertenço a Cristo e isto é o que importa. Não basta ir a alguma igreja, ou mesmo ter tido um nascimento em um lar cristão para entrarmos no reino de Deus. O Senhor Jesus afirmou, dirigindo‑se a Nicodemos que era um homem extremamente religioso e zeloso de agradar a Deus, "não te maravilhes de te ter dito: Necessário vos e nascer de novo. Aquele que não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus" (João 3.3,7). Trata‑se, evidentemente de um nascimento espiritual. Nicodemos queria saber como receber esse novo nascimento, ao que o Senhor respondeu: "Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê, não pereça, mas tenha a vida eterna" (João 3.16).

Há ainda pessoas que pensam que todas as religiões levam a Deus. O Senhor Jesus afirmou: "EU SOU o caminho, a verdade e a vida. NINGUÉM VEM AO PAI, SENÃO POR MIM" (João 14.6). Na realidade nenhuma religião leva a Deus pois o Senhor afirmou que NINGUÉM vai ao Pai a não ser por intermédio dEle. Só o Senhor Jesus é o caminho; só Ele é a verdade; só Ele é a vida. Pelo menos foi isso o que disse. E os que crêem nEle devem crer também nas Suas palavras.

Precisamos da salvação porque somos pecadores, e não nos tornamos pecadores quando prejudicamos a alguém. Prejudicamos alguém PORQUE SOMOS PECADORES. E somos pecadores porque herdamos uma natureza pecaminosa assim como alguém recebe uma herança e não fez nada para ganhá‑la. Deus afirma em Sua Palavra: "TODOS pecaram e destituidos estão da glória de Deus" (Romanos 3.23). Isso inclui eu e você.

Tenha em mente que não é o que achamos a nosso respeito, mas o que Deus diz em Sua Palavra. Isto é o que conta. Se eu estacionar meu carro em local proibido, de nada adiantará dizer ao guarda que não vi a placa de proibição. A placa estava lá, o guarda tem autoridade suficiente para me considerar um transgressor da lei, e serei castigado com uma multa quer goste, quer não. E se Deus diz em Sua Palavra que TODOS pecaram, devemos baixar nossa cabeça e em temor e tremor dizer convicto: Sou um pecador. Quer sinta isso, quer não. Ele declarou; devo aceitar.

Certa vez um conhecido pregou o evangelho para algumas pessoas e depois um homem se aproximou dele dizendo que havia gostado da mensagem e que gostaria de receber a vida eterna. Ele então lhe perguntou: "Você é pecador?" ao que o homem respondeu que não, que sempre havia sido honesto, trabalhador e nunca fizera mal a ninguém. "Então não há salvação para você" foi a resposta que ouviu. "Por que não?", o homem insistiu.

"Porque Deus diz: Esta é uma palavra fiel, e digna de toda a aceitação: que Cristo Jesus veio ao mundo paras salvar PECADORES (1 Timóteo 1.15); Se você não é pecador, não há salvação, pois Ele veio salvar pecadores!" foi a resposta que recebeu.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Qual é a segunda morte ?

A resposta geralmente está na Bíblia e é bem simples. Se a pergunta é "Qual é a segunda morte?", a resposta é "A condenação eterna dos que não foram salvos".

Ap 20:11-15 "E vi um grande trono branco e o que estava assentado sobre ele, de cuja presença fugiu a terra e o céu, e não se achou lugar para eles. E vi os mortos, grandes e pequenos, que estavam diante do trono, e abriram-se os livros. E abriu-se outro livro, que é o da vida. E os mortos foram julgados pelas coisas que estavam escritas nos livros, segundo as suas obras. E deu o mar os mortos que nele havia; e a morte e o inferno deram os mortos que neles havia; e foram julgados cada um segundo as suas obras. E a morte e o inferno foram lançados no lago de fogo. ESTA É A SEGUNDA MORTE. E aquele que não foi achado escrito no livro da vida foi lançado no lago de fogo".

A segunda morte não tem qualquer coisa a ver com um salvo em Cristo, mesmo porque da cena do grande trono branco ninguém sai salvo. Ao contrário do que muitos pensam, que esse julgamento fará a separação de salvos e perdidos, o grande trono branco não é mais o momento de julgar as pessoas no sentido de ver quem será salvo ou não. O grande trono branco é um tribunal de condenação. Tudo o que se ouvirá ali será a sentença dos perdidos, os quais até então estavam mortos e ressuscitarão apenas para ouvirem a sentença e serem lançados no lago de fogo com um corpo ressuscitado.

Em Ap 2:11, "O que vencer, de modo algum sofrerá o dado da segunda morte", está falando algo bastante óbvio. Como nas cartas às igrejas o assunto é o testemunho neste mundo, não é possível encontrar um testemunho genuíno naqueles que não foram salvos. O vencedor é aquele que tem como provar que sua fé é real. Você mencionou o capítulo 3:5: "O que vencer será assim vestido de vestes brancas, e de maneira nenhuma riscarei o seu nome do livro da vida; antes confessarei o seu nome diante de meu Pai e diante dos seus anjos." Depois de tantos versículos que falam da segurança eterna do salvo, como Jo 3:16; 5:24; 10:27-29, este não pode significar outra coisa. E se restar alguma dúvida de que o salvo por Cristo seja um vencedor, é só nos lembrarmos de Romanos 8:31-39:

"Que diremos, pois, a estas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós? Aquele que nem mesmo a seu próprio Filho poupou, antes, o entregou por todos nós, como nos não dará também com ele todas as coisas? Quem intentará acusação contra os escolhidos de Deus? É Deus quem os justifica. Quem os condenará? Pois é Cristo quem morreu ou, antes, quem ressuscitou dentre os mortos, o qual está à direita de Deus, e também intercede por nós. Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação, ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada? Como está escrito: Por amor de ti somos entregues à morte todo o dia: fomos reputados como ovelhas para o matadouro. Mas em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou. Porque estou certo de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir, nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor! ".


J.N. Darby escreveu sobre a segunda morte: "As escrituras falam expressamente da segunda morte, a quel é o lago de fogo; isto é, até onde a linguagem pode expressar, a pessoa perde sim sua vida mais de uma vez. A segunda morte é descrita como o tormento no lago de fogo, não como a aniquilação da pessoa; de qualquer modo, uma segunda morte é a declaração de que a vida pode ser perdida mais de uma vez".

A ponte

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Pequeno Rebanho...( seita..???...como congregarmos? )

Quem faz parte do pequeno rebanho?
Reunir-se "em casa" não é o princípio sobre o qual nos reunimos, mas sim estar congregado para o nome do Senhor. Isso pode ser em uma casa, numa sala, escritório, barraca ou até debaixo de uma árvore. Quando há muitos irmãos congregados e não cabem numa casa, o jeito é alugar ou construir um local maior para as reuniões. Não coloque a lente no modo como nos reunimos, mas na Pessoa para a qual estamos congregados.

Sua segunda pergunta tem a ver com o governo da casa de Deus que envolve disciplina no caso de algum irmão cair em pecado. Você encontra em Mateus 18 que o Senhor deu aos "dois ou três", ou seja, à assembleia dos irmãos congregados para o seu nome em uma localidade, autoridade para lidar com questões que envolvem o "ligar" ou "desligar" da comunhão aquele que está em pecado. Esse "ligar" ou "desligar" é apenas no sentido governamental das coisas desta vida e não tem nada a ver com salvação.

Você encontra uma ação assim descrita em 1 Coríntios 5 e ali o assunto é pecado moral, mas o mesmo vale para pecado doutrinal, eclesiástico etc. É claro que toda disciplina deve ser feita com amor visando a restauração, não a humilhação e o desprezo daquele que caiu em pecado.

Não sei o que pregam na "igreja local" à qual você se referiu e também não me interessa. Depois que você sai do arraial, que são os sistemas humanos, é melhor dedicar o tempo à verdade e deixar para lá o que ensinam esses líderes de seitas. Ainda que possam ser irmãos verdadeiramente convertidos ao Senhor, que certamente encontrarei no céu, o modo como devo agir em relação àqueles que se encontram no arraial religioso, formado pelas milhares de seitas cristãs e seus líderes, é o que você encontra em 2 Timóteo 2:15-22. Ali você encontra instruções claras de como proceder em relação ao erro e o primeiro passo é sempre apartar-se para o Senhor.

Você diz que o líder dessa seita à qual se referiu (chamo de seita no sentido de qualquer divisão do testemunho cristão) costuma dizer que seus seguidores foram separados especialmente, por Deus para pregar o Evangelho do Reino. O correto é que os cristãos não pregam o evangelho do Reino, mas o evangelho da graça de Deus. Quem pregou o evangelho do Reino foi João Batista e os apóstolos de Jesus no período dos evangelhos. Eles anunciavam a chegada do Rei, o Messias esperado.

Embora Jesus seja efetivamente o Rei esperado, na sua relação com a Igreja, que é o seu corpo, ele é Senhor, não Rei. Ele é rei para os judeus. O evangelho do reio é o que voltará a ser pregado depois do arrebatamento, quando um remanescente de judeus convertidos voltará a anunciar às pessoas que devem se arrepender porque o Reino de Deus está à porta. Veja mais sobre o assunto nestes links:

http://www.respondi.com.br/2005/06/o-que-o-evangelho-do-reino.html
http://www.respondi.com.br/2005/07/o-evangelho-ser-pregado-em-todo-o.html

Você ouviu de alguém da seita à qual se referiu que seus membros seriam o "pequeno rebanho" que o Senhor viria buscar em sua vinda, referindo-se a Lucas 12:32: "Não temais, ó pequeno rebanho, porque a vosso Pai agradou dar-vos o reino". Independente se é isso que essas pessoas realmente creem ou não, no evangelho o Senhor chama os seus discípulos de pequeno rebanho em relação ao mundo hostil em redor, e não para diferenciá-los de outros convertidos.

Ali estava um pequeno grupo de homens, pobres e fracos, que um dia iriam reinar com Cristo. O termo pode ser aplicado aos discípulos nos tempos de Jesus, pode ser aplicado à Igreja hoje, pode ser aplicado ao remanescente de judeus que se levantará após o arrebatamento, mas não pode ser aplicado a uma determinada classe de convertidos em detrimento de outra classe de convertidos. Não se trata de um título dado a algum grupo religioso ou denominação, como pensam as pessoas que mencionou.

Aliás, para entender bem o caráter de uma seita, geralmente nela se prega que aqueles que pertencem àquele grupo são melhores do que os que não estão ali. Em algumas seitas costuma-se pregar que aquele grupo tem o privilégio de ser as "virgens prudentes", enquanto os convertidos a Cristo que não estão ali são de uma categoria pior, ou as "virgens loucas" da parábola. Sempre que alguém tenta qualificar um salvo por Cristo por estar ou não em um determinado grupo, acaba fazendo do grupo o elemento que dá qualidade àquela pessoa, o que é errado.

Para Deus há salvos e perdidos. Não existem meio salvos ou meio perdidos. Todos os que creem em Jesus estão igualmente salvos, não importa onde se congreguem. Todos os que verdadeiramente creram em Jesus têm o Espírito Santo habitando em si (que é o penhor ou garantia de sua salvação) e desfrutam de todas as bênçãos espirituais nos lugares celestiais.

A diferença é que alguns são privados de paz e segurança, por estarem presos a sistemas criados por homens que pregam a obediência e perseverança como meio de se garantir a salvação (o que acaba sendo uma salvação por obras, não baseada no sangue e na obra de Cristo). Outros são privados da liberdade do Espírito em suas reuniões, por estarem sujeitos a algum líder carismático que os doutrina e domina sobre eles. Infelizmente a maioria dos salvos hoje não tem o privilégio de estarem congregados onde o Senhor está na forma da promessa que fez, que estivéssemos congregados para ELE, e não para algum grupo, doutrina, líder, sistema etc.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Podemos pedir a Maria ? o que a bíblia diz???

Maria foi sem pecado e co-redentora?
A Bíblia diz, em Romanos 3:23-25, que "TODOS pecaram e destituídos estão da glória de Deus, sendo justificados gratuitamente pela sua graça, PELA REDENÇÃO QUE HÁ EM CRISTO JESUS, ao qual Deus propôs para propiciação pela fé NO SEU SANGUE, para demonstrar a sua justiça pela remissão dos pecados dantes cometidos, sob a paciência de Deus".


Considerando que TODOS pecaram, isso inclui Maria, mas exclui Jesus porque a Bíblia diz dele que era sem pecado:

Heb 4:15 Porque não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; porém um que, como nós, em tudo foi tentado, mas sem pecado.

Assim como acontecia nos sacrifícios do Antigo Testamento, nos quais a ovelha ou animal sacrificado tinha que ser perfeita e sem mancha, Deus precisou enviar o Seu Filho por não encontrar um homem ou mulher sem mancha. Jesus é o Cordeiro de Deus que veio ao mundo para morrer no lugar do pecador. Se Jesus tivesse pecado precisaria que outro morresse por Ele.

Jesus veio ao mundo sem pecado por ter nascido da concepção do Espírito Santo, e não de um homem comum. Maria foi o receptáculo desse Ser divino. Por não nascer da descendência do varão, Jesus não herdou o pecado de Adão. Para que Maria fosse sem pecado ela precisaria ter nascido da mesma maneira que Jesus, ou seja, de uma concepção virginal de sua mãe por obra do Espírito Santo, o que não é o caso.

Considerando que Maria era humana como todos nós, e não divina, ela tinha em si também a natureza pecaminosa como qualquer ser humano tem desde a sua concepção. Bebês não ficam pecadores depois que pecam, eles nascem pecadores porque trazem em si a natureza pecaminosa que mais tarde os levará a pecar. Alguns revelam mais ou menos esse pecado ou natureza através dos pecados.

Como todo ser humano, Maria precisava de salvação e foi salva pela fé na misericórdia divina e na certeza de que Deus proveria o Cordeiro perfeito para expiação dos pecados. Ela foi salva por Jesus e seu sangue derramado na cruz, como acontece com qualquer pessoa que crê no Salvador. Ela mesma diz isso:

Luc 1:46-47 Disse, então, Maria: A minha alma engrandece ao Senhor, e o meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador, Jesus tinha irmãos?
Temos o costume de colocar em dúvida o que lemos na Bíblia, que está muitas vezes tão claro, só porque alguém traz alguma teoria de que não seja assim. O que lemos na Bíblia?

"Não é este o carpinteiro, filho de Maria, e irmão de Tiago, e de José, e de Judas e de Simão? e não estão aqui conosco suas irmãs? E escandalizavam-se nele." Marcos 6:3

Lemos que Sua mãe e Seus irmãos procuraram por Ele numa certa ocasião. E lemos expressões como "o irmão do Senhor". Como tudo está no plural, tudo leva a crer que Maria teve pelo menos mais quatro filhos após o Senhor. Seriam, ao todo e no mínimo, três homens e duas mulheres, ou mais.

A Palavra deixa claro que a concepção do Senhor foi sobrenatural, não o Seu nascimento. Ele nasceu como um bebê qualquer nasce, pois convinha que em tudo fosse semelhante a nós, porém sem pecado (Hebreus 2.17; 4.15). Para isso, Ele não veio como semente de Adão, mas foi concebido pelo Espírito. Embora tenha herdado a natureza humana por meio de seu nascimento, não herdou o pecado de Adão. O Senhor nunca pecou e jamais poderia pecar, pois não tinha a natureza pecaminosa com que nós nascemos. Se tivesse, não serviria para morrer por nossos pecados; não seria o Cordeiro sem mancha e sem mácula, mas necessitaria, Ele próprio, de um Salvador.

Após haver sido concebido, nenhuma importância teria a condição de Maria. Se ela teve mais filhos ou não, isso não tem influência nenhuma na questão que é a principal: Jesus nasceu sem pecado e não poderia nunca pecar. A doutrina católica tenta honrar Maria dizendo que ela continuou virgem, como se o ato sexual fosse pecado. Mesmo que ela continuasse virgem, em nada isso mudaria sua condição de uma pecadora necessitada de salvação.

Baseado nisso, Deus deve ter tido uma razão para não permitir que em alguma Bíblia, inclusive na versão católica, usassem a palavra "primos" para os irmãos do Senhor. Portanto, leia e creia no que lê. E volte a escrever sempre que desejar.Não há qualquer problema em Maria ter tido outros filhos depois de Jesus. Isso em nada a diminui, mas o catolicismo espalhou essa história por interesse, talvez de manter seus representantes amarrados ao celibato. Lembre-se de que filhos são uma bênção de Deus e o sexo que os gera foi dado por Deus no Jardim do Éden, antes da queda do homem, quando Deus disse que se multiplicassem. Certamente quando Deus disse isso no Éden não estava pensando em algo como polinização, mas em uma relação sexual entre marido e mulher.Devemos rezar a Ave Maria?
A oração que mencionou começa com "Ave Maria, cheia de graça...". Creio que é importante se conhecer a definição da palavra "graça". Do modo como você escreve, parece ser uma virtude de alguém, mas não é assim que a Bíblia ensina. Qualquer dicionário mostrará que graça é um favor recebido, e não algo que alguém possua em si mesmo.

Na Bíblia sempre encontramos graça no sentido de favor imerecido, ou seja, algo que alguém recebe sem merecer. Deus concedeu a Maria a imensa graça de ter o Salvador gerado em seu ventre. A quem louvamos por isso? A Maria? Não, muito embora ela contasse com muitas virtudes, mas a Deus que a escolheu e fez dela um vaso propício aos Seus desígnios eternos.

Não posso concordar com você quando diz que a maior evangelizadora é Maria e que um pedido que fizermos a ela não poderá ser negado. Já fui católico e entendo que você esteja se referindo ao presente, certo? Talvez alguém pudesse pedir algo a Maria enquanto vivia aqui na terra, e ela fosse ao Senhor transmitir o pedido, como fizeram no casamento de Caná e Ele atenderia.

Mas hoje seria biblicamente errado nos dirigirmos a Maria tanto quanto é errado nos dirigirmos a qualquer outra pessoa que tenha morrido para pedir algo. Isso soa a espiritismo. "Entre ti não se achará... quem consulte os mortos" (Dt 18.10,11). Sei do apreço que você tem para com Maria, mas não poderá dirigir a ela orações sem estar com isto transgredindo a Palavra de Deus.

Maria morreu e aguarda a ressurreição, estando seu espírito com Deus e seu corpo como os que "dormem" de que nos fala Paulo em suas epístolas. Portanto, qualquer invocação de Maria ou "Nossa Senhora" de quem quer que seja, no sentido de se fazer uma oração ou pedido, é contrária à Palavra de Deus.

Aliás, você não encontrará em lugar nenhum do Novo Testamento uma oração sequer endereçada a Maria, ou aos apóstolos, a anjos ou mesmo ao Espírito Santo. Nenhuma. Somente a Deus Pai e ao Senhor Jesus, o Filho de Deus (e ao mesmo tempo Deus Homem ressuscitado). Confira e verá.

Nosso único guia seguro é a Bíblia. Você também não encontrará nenhuma adoração dispensada a Maria, apóstolos, anjos ou mesmo ao Espírito Santo (embora este último seja Deus, porém aqui agora no papel de Servo para levar as pessoas a Cristo). As vezes das quais me recordo são quando Cornélio tenta adorar a Pedro, em Atos, e recebe uma reprimenda do apóstolo que diz: Eu também sou homem. Outra está no último capítulo de Apocalipse quando João tenta adorar o anjo e é barrado: Sou conservo seu, diz ele.

Você diz que crê que deve fazer orações a Maria por ser uma conclusão lógica, não por estar na Bíblia. Não podemos usar a lógica nas coisas de Deus. A lógica nos leva a tirarmos nossas próprias conclusões e adicionarmos coisas ao que Deus falou. Eva fez isto e fez um grande estrago. Confira o que Deus disse (Gn 2.16,17) com o que ela diz à serpente em Gn 3.3. Ela acrescentou "nem nele tocareis", que Deus não havia falado. Quando saímos do fundamento estabelecido por Deus, acabamos invadindo o terreno do erro e ficamos suscetíveis a este. Faremos bem se nos atermos ao fundamento colocado por Deus mediante seus servos os profetas e apóstolos (veja Atos 2.42; Ef 2.20,21).

Quando você se refere a Maria como evangelizadora por causa das bodas de Caná, dizendo que Maria ali "convidou" as pessoas a irem a Jesus para fazerem o que Ele mandasse, isso é muito diferente do que acaba concluindo: de que hoje ela continua convidando pessoas, ou evangelizando como disse. Você realmente acredita que as ditas "aparições de Nossa Senhora" sejam uma forma dela evangelizar, conduzir pessoas a Jesus?

Esta última idéia para mim cheira a espiritismo. Paulo nos alerta contra mensagens vindas do além (Gl 1.8) e faremos bem se julgarmos tudo o que vemos e ouvimos segundo nossa bússola segura, a Palavra de Deus. A Palavra de Deus nos alerta também que o próprio Satanás se transfigura em anjo de luz e seus ministros em ministros de justiça para enganar (1 Co 11.14,15).

Você alega que as simples aparições já servem para evangelizar, e cita São Francisco de Assis: "É preciso evangelizar sempre! Se for preciso, use algumas palavras!" Eu o convido a ponderar neste versículo em Rm 10.17 (leia o contexto): "De sorte que a fé é pelo ouvir e o ouvir pela Palavra de Deus". Deus disse que a evangelização é feita usando palavras para levar as pessoas à fé.

Sua idéia de que Maria seja nossa mãe também não convence. Creio que não podemos ir além do que está escrito, e em nenhum lugar encontro Maria como mãe de alguém além do Senhor Jesus e de Seus irmãos. Aos pés da cruz João não representava a humanidade, e Maria a mãe da qual ele devia cuidar a partir de então como você alegou. Pelo contrário, a humanidade estava bem representada por todos os seus segmentos: O governo secular (Lc 23.24,25), o poder militar (Lc 23.36), o clero religioso (Lc 23.10), o povo (Lc 23.18 - aliás, esta foi uma votação democrática: o povo escolheu!) e até o submundo do crime (Lc 23.39).

Em nenhum lugar das Escrituras você encontrará a humanidade mais bem representada do que na crucificação. O ódio natural do homem contra o seu Criador mostrava ali como é generalizado em seu caráter. Além disso, sua idéia até faria algum sentido se Jesus tivesse pedido a Maria que cuidasse de João, mas foi o contrário. Maria iria precisar de cuidados dali em diante por ser uma mulher fragilizada pela morte de seu Filho. João iria cuidar de Maria, não Maria de João.Maria, cheia de graça, intercede por nós?
Sei que você é católico e vou tentar esclarecer suas dúvidas. Creio que é importante se conhecer a definição da palavra "graça". Do modo como você escreve, parece ser uma virtude de alguém, mas não é assim que a Bíblia ensina. Qualquer dicionário mostrará que graça é um favor recebido, e não algo que alguém possua em si mesmo. Na Bíblia sempre encontramos graça no sentido de favor imerecido, ou seja, algo que alguém recebe sem merecer. Deus concedeu a Maria a imensa graça de ter o Salvador gerado em seu ventre. A quem louvamos por isso? A Maria? Não, muito embora ela contasse com muitas virtudes, mas a Deus que a escolheu e fez dela um vaso propício aos Seus desígnios eternos.

Quando você afirma que um pedido que fizermos a Maria não será negado, devo dizer que já fui católico e entendo o que quer dizer. Talvez alguém pudesse pedir algo a Maria enquanto ela vivia aqui na terra, para que ela fosse ao Senhor transmitir o pedido, como fizeram no casamento de Caná. Mas hoje seria biblicamente errado nos dirigirmos a alguém que já morreu, pois não seria muito diferente das crenças pagãs e espíritas. "Entre ti não se achará... quem consulte os mortos" (Dt 18.10,11). Sei do apreço que você tem para com Maria, mas não poderá dirigir a ela orações sem estar com isto transgredindo a Palavra de Deus.

Maria morreu e aguarda a ressurreição, estando seu espírito com Deus e seu corpo como os que "dormem" de que nos fala Paulo em suas epístolas. Portanto, qualquer invocação de Maria ou de quem quer que seja, no sentido de se fazer uma oração ou pedido, é contrária à Palavra de Deus.

Aliás, você não encontrará em lugar nenhum do Novo Testamento uma oração sequer endereçada a Maria, ou aos apóstolos, a anjos ou mesmo ao Espírito Santo. Nenhuma. Somente a Deus Pai e ao Senhor Jesus, o Filho de Deus (e ao mesmo tempo Deus Homem ressuscitado). Confira e verá.

Nosso único guia seguro é a Bíblia. Você também não encontrará nenhuma adoração dispensada a Maria, apóstolos, anjos ou mesmo ao Espírito Santo (embora este último seja Deus, porém aqui agora no papel de Servo para levar as pessoas a Cristo) Às vezes das quais me recordo são quando Cornélio tenta adorar a Pedro, em Atos, e recebe uma reprimenda do apóstolo que diz: Eu também sou homem. Outra está no último capítulo de Apocalipse quando João tenta adorar o anjo e é barrado: Sou conservo seu, diz ele.

Você diz que pedir a Maria é uma conclusão lógica, pelo fato de ela ter sido mãe do Senhor na Sua humanidade. Não podemos usar a lógica nas coisas de Deus. A lógica nos leva a tirarmos nossas próprias conclusões e adicionarmos coisas ao que Deus falou. Eva fez isto e fez um grande estrago. Confira o que Deus disse (Gn 2.16,17) com o que ela diz à serpente em Gn 3.3. Ela acrescentou "nem nele tocareis", que Deus não havia falado. Quando saímos do fundamento estabelecido por Deus, acabamos invadindo o terreno do erro e ficamos suscetíveis a este. Faremos bem se nos atermos ao fundamento colocado por Deus mediante seus servos os profetas e apóstolos (veja Atos 2.42; Ef 2.20,21).

Você se refere a Maria como a grande evangelizadora, citando as bodas de Caná, quando ela diz aos servos para que fossem a Cristo, como se hoje ela continuasse convidando as pessoas a irem a Ele, através de supostas aparições. Fica difícil saber se o "convida" a que você se refere está limitado ao exemplo de Maria nas passagens bíblicas ou se é algo presente. Se for esta última a sua idéia, para mim cheira a espiritismo. Paulo nos alerta contra mensagens vindas do além (Gl 1.8) e faremos bem se julgarmos tudo o que vemos e ouvimos segundo nossa bússola segura, a Palavra de Deus. A Palavra de Deus nos alerta também que o próprio Satanás se transfigura em anjo de luz e seus ministros em ministros de justiça para enganar (1 Co 11.14,15).

Você citou São Francisco de Assis — "É preciso evangelizar sempre! Se for preciso, use algumas palavras !" — para justificar que a Palavra de Deus não seria necessária na evangelização, mas isso é um erro e se Francisco de Assis disse isso ele também errou. Afinal, era humano como qualquer um de nós. Pense neste versículo em Rm 10.17 (leia o contexto): "De sorte que a fé é pelo ouvir e o ouvir pela Palavra de Deus".

>Concordo plenamente com você no que diz respeito a João cuidar Dela. Mas
>isso nada impede de que Ela seja nossa Mãe ! Neste instante João
>representava a humanidade. Aqueles que não abandonaram Cristo. Estavam
>aos pés da cruz enquanto outros se escondiam.

Quanto à sua idéia de que Maria seja nossa mãe, não vejo de onde tirou. Sei que seu argumento é que, aos pés da cruz, João representava a humanidade e ele sai dali com ela. Mas o texto indica que foi dada a João a incumbência de cuidar dela, não o contrário. E em nenhum lugar pedir a alguém que cuidasse de Maria teria essa conotação que deseja dar, de que ele a adotaria como mãe e, por tabela, todos nós a teríamos como mãe. É muita volta para justificar uma doutrina inventada, não acha?

Creio que não podemos ir além do que está escrito, e em nenhum lugar encontro Maria como mãe de alguém além do Senhor Jesus e de Seus irmãos. Aos pés da cruz João não representava a humanidade. Pelo contrário, a humanidade estava bem representada por todos os seus segmentos: O governo secular (Lc 23.24,25), o poder militar (Lc 23.36), o clero religioso (Lc 23.10), o povo (Lc 23.18 - aliás, esta foi uma votação democrática: o povo escolheu!) e até o submundo do crime (Lc 23.39). Em nenhum lugar das Escrituras você encontrará a humanidade mais bem representada do que na crucificação. O ódio natural do homem contra o seu Criador mostrava ali como é generalizado em seu caráter.

Quanto ao que falou sobre ecumenismo, não concordo nem mesmo com esse movimento. Se você entende como ecumenismo uma convivência e diálogo pacífico entre pessoas com idéias diferentes, concordo inteiramente. Porém o ecumenismo na prática (oficialmente falando) não é isto. O que vemos é a união em detrimento da verdade. Por exemplo, um cristão abre mão de crer que Cristo é o ÚNICO caminho e passa a aceitar que Alá, Buda, etc. também são caminhos alternativos.

Finalmente, sobre as imagens do Senhor que vemos por aí, o Senhor certamente não tinha aparência nem formosura (Veja Isaías 53) como pintam os artistas. E nem cabelos compridos, se levarmos a sério o que a Palavra de Deus diz em 1 Coríntios 11, o que seria vergonhoso para Ele.Maria é a mãe dos cristãos?
A maior parte do que você escreveu sobre Maria não existe no Novo Testamento, portanto penso que você tenha obtido de fontes externas.

Você escreve, por exemplo:

- Maria, sendo mãe de Cristo, se torna mãe de nós assim como se tornou mãe de João no calvário.

Errado. Os que crêem não se tornam filhos de Cristo, mas “filhos de Deus”. Muito embora Jesus seja Deus, existe uma diferença entre as Pessoas da Trindade. Além disso, Maria não é esposa de Deus para nos considerarmos filhos dela. Quanto ao que aconteceu no Calvário, além de Jesus não a chamar de mãe, mas de “mulher” (ou “senhora”), não foi dito a Maria que cuidasse de João, mas a João que cuidasse de Maria. João 19:26: “Ora Jesus, vendo ali sua mãe, e que o discípulo a quem ele amava estava presente, disse a sua mãe: Mulher, eis aí o teu filho. Depois disse ao discípulo: Eis aí tua mãe. E desde aquela hora o discípulo a recebeu em sua casa”.

- Maria não teve outros filhos com José.

Errado. Em Marcos 6:3 Jesus e seus irmãos são mencionados como tais em relação a Maria: “Não é este o carpinteiro, filho de Maria, e irmão de Tiago, e de José, e de Judas e de Simão? e não estão aqui conosco suas irmãs?”

- José tinha 93 anos e Maria 12 na data da concepção de Jesus... José era viúvo e tinha 6 filhos, quatro homens e duas mulheres... Maria tinha sido prometida a José pois seus pais haviam morrido e ela ainda morava no Templo...

Errado. Maria morava em sua própria casa em Nazaré, enquanto o Templo ficava em Jerusalém, a 150 quilômetros. Ela estava desposada (uma espécie de noivado) com José, quando o anjo lhe apareceu. Lucas 1:26: “E, no sexto mês, foi o anjo Gabriel enviado por Deus a uma cidade da Galiléia, chamada Nazaré, a uma virgem desposada com um homem, cujo nome era José, da casa de Davi; e o nome da virgem era Maria”.

- José morreu com 111 anos quando Jesus apenas tinha 11.

Errado. Jesus tinha 12 anos quando José e Maria o levaram ao Templo em Jerusalém. Lucas 2:41 "Todos os anos seus pais iam a Jerusalém para a festa da Páscoa. Quando ele completou doze anos de idade, eles subiram à festa, conforme o costume. Terminada a festa, voltando seus pais para casa, o menino Jesus ficou em Jerusalém, sem que eles percebessem". [Correção: depois disso meu interlocutor informou que os 11 anos de idade foi um erro de digitação].

- Tiago era o que Maria mais gostava pois era o mais novinho.

Especulação. Não existe qualquer registro da idade de Maria ou José, e nem de predileção por algum filho. Mesmo que existisse, se a sua tese de que Jesus seria o único filho legítimo de Maria e que José seria viúvo com 6 filhos, como Tiago podia ser o mais novo? O que você está dizendo (Tiago mais novo que Jesus não sendo filho de Maria) implica que José teria tido outra mulher depois do nascimento de Jesus. [Correção: na continuação da correspondência ele esclareceu que estava falando de Tiago como o caçula de José apenas]

- Maria já estava salva por mérito e merecimento pelo sim dado a Deus e por sua falta de mácula.

Errado. Você nega a Palavra de Deus em Romanos 3:10 que diz que “Não há um justo, nem um sequer. Não há NINGUÉM que entenda; Não há NINGUÉM que busque a Deus. TODOS se extraviaram, e juntamente se fizeram inúteis. Não há quem faça o bem, não há NEM UM SÓ”. Ao tentar dignificar Maria considerando-a isenta do pecado original (algo que só Jesus foi, daí sua concepção ter sido do Espírito Santo), você acaba negando a própria Palavra de Deus em sua totalidade. Seria preciso fazer um acréscimo no versículo acima (algo do tipo “exceto Maria”) e também em 2 Coríntios 2:15: “Ele morreu por todos”... “exceto por Maria”. Além disso, considerar que Maria fosse isenta do pecado original é o mesmo que dizer que ela teria sido gerada pelo Espírito Santo.

- Maria tinha um papel muito mais importante do que qualquer apostolo de Jesus na Igreja primitiva. Alias todo cristão na época chamava Maria de mãe e Pedro de pai, por isso o nome papa (papa=pai).

Especulação. Não há qualquer evidência disso no Novo Testamento e a última vez que Maria aparece é no capítulo 1 de Atos, antes da formação da Igreja que se dá no capítulo 2. Ela nunca mais é mencionada, nem em Atos, nem nas epístolas que trazem a doutrina dos apóstolos para a Igreja. Quanto a Pedro ser chamado de pai pelos cristãos, para fazerem isso eles teriam de desobedecer o mandamento do próprio Senhor (como muitos hoje desobedecem). Afinal, que valor você dá à Palavra do Senhor Jesus que falou explicitamente contra chamarmos alguém de pai ou papa? Mat 23:9 “E a ninguém na terra chameis vosso pai, porque um só é o vosso Pai, o qual está nos céus”.

- E não foi apenas Deus a dar o seu único filho para nos salvar, mas também Maria.

Heresia pura, pois coloca Maria como co-autora da salvação.

- Estou sendo realista em mostrar que Maria é muito mais do que a bíblia mostra

Então está confirmado que você está falando daquilo que não é a Palavra de Deus. Quando Paulo se despediu dos anciãos de Éfeso ele já previa que não apenas lobos cruéis (não cristãos) entrariam no rebanho para exterminá-lo, mas também que homens (cristãos) se levantariam dentro do rebanho para falar coisas distorcidas a fim de atraírem discípulos após si. Qual o antídoto de Paulo contra esses perigos? Ele encomenda os cristãos a Deus e à "PALAVRA DA SUA GRAÇA”, a mesma à qual você não dá qualquer valor ao tecer elocubrações que só servem para desviar os olhos daquele que é o único e suficiente Salvador, Jesus.

Atos 20:29-32 “Sei que, depois da minha partida, lobos ferozes penetrarão no meio de vocês e não pouparão o rebanho. E dentre vocês mesmos se levantarão homens que torcerão a verdade, a fim de atrair os discípulos. Por isso, vigiem! Lembrem-se de que durante três anos jamais cessei de advertir a cada um de vocês disso, noite e dia, com lágrimas. Agora, eu os entrego a Deus e à palavra da sua graça, que pode edificá-los e dar-lhes herança entre todos os que são santificados”.

A Palavra de Deus é o único terreno seguro para o cristão se precaver de idéias de homens e demônios.

"Admiro-me de que vocês estejam abandonando tão rapidamente aquele que os chamou pela graça de Cristo, para seguirem outro evangelho que, na realidade, não é o evangelho. O que ocorre é que algumas pessoas os estão perturbando, querendo perverter o evangelho de Cristo. Mas ainda que nós ou um anjo do céu pregue um evangelho diferente daquele que lhes pregamos, que seja amaldiçoado! Como já dissemos, agora repito: Se alguém lhes anuncia um evangelho diferente daquele que já receberam, que seja amaldiçoado!" Gálatas 1:7-9Respondendo sua outra pergunta, se Maria fosse co-redentora com Jesus, ela precisaria ter sido divina, perfeita, sem pecado e fruto da concepção do Espírito Santo. Além disso ela precisaria ter morrido e derramado seu sangue para expiar os nossos pecados. Quem redime precisa pagar um preço, e no caso de nossa redenção o preço que devia ser pago era sangue de um cordeiro sem defeito. Não encontramos nada a respeito de Maria morrendo para pagar o preço de nosso resgate.

A Bíblia deixa claro quem é o Redentor, sempre falando de JESUS:

1Tm 2:6 o qual se deu a si mesmo em preço de redenção por todos, para servir de testemunho a seu tempo.

Col 1:14 em quem temos a redenção pelo seu sangue, a saber, a remissão dos pecados;

Rom 3:24 sendo justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus,

Heb 9:12 nem por sangue de bodes e bezerros, mas por seu próprio sangue, entrou uma vez no santuário, havendo efetuado uma eterna redenção.

Agora para sua meditação: Você já chegou a pensar na gravidade do pecado que as pessoas cometem ao considerarem Maria como co-redentora? Elas estão insinuando que Jesus é meio-Salvador e, portanto, insuficiente para fazer uma obra completa de redenção do pecador. Será que alguém, na glória, diante dAquele que enche os céus, terá coragem de chamá-lo de co-Redentor, co-Salvador ou co-Autor da nossa salvação?

Joã 14:6 Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida. Ninguém vem ao Pai SENÃO POR MIM.

Ats 4:12 E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu NENHUM OUTRO NOME HÁ, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos.