domingo, 19 de setembro de 2010

Samuel voltou dos mortos para falar com Saul ?

Samuel voltou dos mortos para falar com Saul?

Não podemos contestar o que alguém viu ou experimentou, mas podemos duvidar que a interpretação esteja correta. Eu posso ver um montão de coisas sob efeito de um alucinógeno (ou às vezes até não) e interpretar isso de forma totalmente errada. A mulher vidente e Saul realmente passaram por uma experiência que não pode ser negada, mas a interpretação do que tenha sido a experiência pode ser questionada.

1Sa 28:6 "Pelo que consultou Saul ao Senhor, porém o Senhor não lhe respondeu, nem por sonhos, nem por Urim, nem por profetas. Então disse Saul aos seus servos: Buscai-me uma necromante, para que eu vá a ela e a consulte. Disseram-lhe os seus servos: Eis que em En-Dor há uma mulher que é necromante. Então Saul se disfarçou, vestindo outros trajes; e foi ele com dois homens, e chegaram de noite à casa da mulher. Disse-lhe Saul: Peço-te que me adivinhes pela necromancia, e me faças subir aquele que eu te disser.... A mulher então lhe perguntou: Quem te farei subir? Respondeu ele: Faze-me subir Samuel. Vendo, pois, a mulher a Samuel, gritou em alta voz, e falou a Saul, dizendo: Por que me enganaste? pois tu mesmo és Saul... Então disse Samuel: Por que, pois, me perguntas a mim, visto que o Senhor se tem desviado de ti, e se tem feito teu inimigo? ... E o Senhor entregará também a Israel contigo na mão dos filisteus. Amanhã tu e teus filhos estareis comigo, e o Senhor entregará o arraial de Israel na mão dos filisteus. Imediatamente Saul caiu estendido por terra, tomado de grande medo por causa das palavras de Samuel".

Os mortos não voltam ao mundo, exceto nas ocasiões especiais e com um propósito definido por Deus como aconteceu com Moisés no monte da transfiguração de Jesus. Se no caso de Samuel foi ele que voltou por um propósito de Deus, pode ser que sim, porque a mulher se espanta quando o vê e ele sabia o que iria acontecer com Saul no futuro. Mas há também quem pense que não, que se tratou mesmo de uma possessão demoníaca. Por não ser este o foco da passagem, não me preocupa muito saber se era ou não Samuel que apareceu.

Em qualquer das hipóteses trata-se de um evento registrado nas Escrituras e o personagem é chamado pelas Escrituras de Samuel, portanto pode muito bem ser ele tanto quanto foi Moisés quem apareceu no monte da transfiguração. Mas o propósito ali não era falar da volta dos mortos, mas da desgraça em que caiu Saul por duvidar de Deus.

Em passagens assim, quando não nos é dito com exatidão algo, é preciso buscar saber o que está sendo dito com exatidão, e no caso é a lição da falta de fé de Saul e de sua incredulidade na fidelidade de Deus. Sempre que faltar informação para entender alguma passagem na Bíblia é bom começar a desconfiar que estamos nos ocupando com algo que não é o tema daquela passagem, por isso Deus não deu detalhes que não seriam relevantes para a lição que Ele queria nos ensinar.

Saul foi um rei rebelde que queria fazer sua própria vontade. Isto acabou fechando completamente sua comunicação com Deus. Quando não temos de Deus uma resposta clara e inequívoca (e no caso de Saul foi por sua rebeldia), certamente iremos querer buscar alternativas como a consulta aos mortos, que foi o que Saul quis fazer. E o engano jaz à porta daqueles que foram surdos aos clamores de Deus até chegar ao ponto em que o próprio Deus deixa de responder. Foi a mesma má vontade de escutar a Palavra de Deus que levou os judeus a serem endurecidos em parte, passando a ficar incapazes de ouvir a Palavra de Deus e entendê-la:

At 28:26-27 "Vai a este povo e dize-lhe: De ouvido, ouvireis e não entendereis; vendo, vereis e não percebereis. Porquanto o coração deste povo se tornou endurecido; com os ouvidos ouviram tardiamente e fecharam os olhos, para que jamais vejam com os olhos, nem ouçam com os ouvidos, para que não entendam com o coração, e se convertam, e por mim sejam curados".

Quando se atinge este estado, passamos a ser aqueles que o Senhor descreveu em Mt 15:8-9 "Este povo honra-me com os lábios, mas o seu coração está longe de mim. E em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homens."

Se você reparar, o Senhor Jesus estava citando Isaias em Is 29. O que antecede isto em Isaias é justamente o Senhor tornando o povo incapaz de entender a Sua palavra, por terem ouvido de mal grado. Estamos prontos a escutar a Palavra de Deus e tê-la como decisiva em toda e qualquer questão? Ou estamos nos ocupando com coisas que não são o propósito de Deus nos ensinar?

sábado, 18 de setembro de 2010

A Origem do Natal .

A ORIGEM DO NATAL

Por: Rev. Edemar Vitorino da Silva (*)

Será o Natal realmente a celebração do nascimento de Jesus Cristo? Nasceu Jesus em 25 de dezembro? Será que os primeiros apóstolos que foram ensinados pessoalmente por Jesus, alguma vez celebraram o nascimento do “menino” Jesus? Será que eles o comemoravam no dia 25 de dezembro? Ou em qualquer outro dia? Se o Natal é uma das maiores festas da cristandade, por que será que os pagãos o celebram também? Você sabe? E os símbolos do natal, você conhece a origem deles? Do “Papai Noel”, da “Árvore”, das “Luzes”, das “Guirlandas”, da troca de “Presentes”? Vamos então aos fatos!

I – O SIGNIFICADO DE “NATAL”
A palavra “Natal” - tem a ver com nascimento, ou aniversário natalício, especialmente com o dia em que geralmente se comemora o nascimento de Jesus Cristo. Este vocábulo não aparece na Bíblia, e também não foi utilizado pelos primeiros apóstolos. A “festa de Natal” não se inclui entre as festas bíblicas, e não foi instituída por Deus. Teve origem na Igreja Católica Romana a partir do século IV, e daí se expandiu ao protestantismo, e ao resto do mundo. As Enciclopédias de um modo geral contêm informações sobre a origem sob os títulos “natal” e “dia de natal”. Consulte, por exemplo: a) Enciclopédia Católica, edição inglesa; b) Enciclopédia Britânica, edição de 1946; c) Enciclopédia Americana, edição 1944. É fato que o Natal não foi observado pelos primeiros cristãos, durante os primeiros duzentos ou trezentos anos desta era.

II - A DATA DO NASCIMENTO DE JESUS
Com certeza, Jesus não nasceu em 25 de dezembro! Pelo exame da Palavra de Deus sabemos que Jesus não nasceu em dezembro! Lucas 2:8 diz: "Ora, havia naquela mesma região pastores que estavam no campo, e guardavam os seus rebanhos, durante as vigílias da noite.” Dezembro é tempo de inverno. Costuma chover e nevar na região da Palestina ( Confira na Bíblia em Cantares de Salomão 2:11 - Esdras 10:9-13 ). Conseqüentemente, os pastores não poderiam permanecer ao ar livre nos campos durante as vigílias da noite. Naquela região, as primeiras chuvas costumam chegar nos meses de outubro e novembro. Durante o inverno os pastores recolhem e guardam as ovelhas no aprisco... Eles só permanecem guardando as ovelhas ao ar livre durante o verão! Com certeza, o nosso Senhor não nasceu em 25 de dezembro, quando nenhum rebanho estava no campo! A data exata do nascimento de Jesus é inteiramente desconhecida. O mais plausível é que tenha sido no começo do outono - provavelmente em setembro, aproximadamente seis meses depois da Páscoa.

III - A ORIGEM DO 25 DE DEZEMBRO
Tem a ver com a festividade da brunária pagã (25 de dezembro), que seguia a Saturnália (17-24 de dezembro) celebrando o dia mais curto do ano e o “Novo Sol”… Essas festividades pagãs eram acompanhadas de bebedices e orgias… Pregadores cristãos do ocidente e do oriente próximo, protestaram contra a frivolidade indecorosa com que se celebrava o nascimento de Cristo, enquanto os cristãos da Mesopotâmia acusavam os irmãos ocidentais de idolatria e de culto ao Sol, por aceitarem como Cristã a festividade pagã. Com a aprovação dada por Constantino para a guarda do domingo, dia em que os pagãos adoravam o Sol, e como a influência do maniqueísmo pagão que identificava o filho de Deus como o Sol físico, proporcionou a esses pagãos do século IV, agora “convertidos” em massa ao “cristianismo” o pretexto necessário para chamar a festa de 25 de dezembro (dia do nascimento do deus-Sol) de dia do nascimento do filho de Deus, assim foi que “o Natal” se enraizou no mundo ocidental! O Natal é, portanto, a mesma velha festividade pagã de adoração ao Sol. A única coisa que mudou foi o nome.

IV - A ÁRVORE DE NATAL E OS PRESENTES
A origem da árvore de Natal vem da antiga Babilônia... Vem de Ninrode, neto de Cão, filho de Noé. Ninrode se afastou de Deus e enveredou-se pelo caminho da apostasia. Segundo se sabe, Ninrode era tão perverso que se teria se casado com a própria mãe, cujo nome era Semíramis! Após a sua morte, sua mãe-esposa propagou a doutrina maligna da sobrevivência de Ninrode como um ente espiritual. Ela alegava que um grande pinheiro havia crescido da noite para o dia, de um pedaço de árvore morta, que simbolizava o desabrochar da morte de Ninrode para uma nova vida. E, todo ano, no dia de seu aniversário de nascimento ela alegava que Ninrode visitava a árvore “sempre viva” e deixava presentes nela. Entre os druidas, o carvalho era sagrado, entre os egípicios as palmeiras, em Roma era o Abeto, que era decorado com cerejas negras durante a Saturnália (Walsh Curiosities of popular customs, pág. 242). O deus escandinavo Odin era crido como um que dava presentes especiais na época de Natal a quem se aproximava do seu Abeto Sagrado. Esta é a verdadeira origem da “Árvore de Natal” e da prática de se dar “presentes”! Jeremias 10:2-4 - “Assim diz o Senhor: Não aprendais o caminho das nações, nem vos espanteis com os sinais do céu; porque deles se espantam as nações, pois os costumes dos povos são vaidade; corta-se do bosque um madeiro e se lavra com machado pelas mãos do artífice. Com prata e com ouro o enfeitam, com pregos e com martelos o firmam, para que não se mova.”

V - O “PAPAI” NOEL E A PRÁTICA DE SE DAR PRESENTES ÀS ESCONDIDAS
O velho “Noel” não é tão bondoso e santo quanto muitos pensam! O nome “Papai Noel” é uma corruptela do nome “São Nicolau”, um bispo romano que viveu no século V. Na Enciclopédia Britânica, vol.19 páginas 648-649, 11ª edição inglesa, consta o seguinte: “São Nicolau, bispo de Mira, um santo venerado pelos gregos e latinos no dia 6 de dezembro… A lenda de suas dádivas oferecidas as escondidas, de dotes, às três filhas de um cidadão empobrecido…” Daí teria surgido a prática de se dar presentes“as escondidas” no dia de São Nicolau (6 de dezembro). Mais tarde essa data fundiu-se com o “Dia de Natal” (25 de dezembro), passando a se adotar também no natal essa prática de se dar presentes “às escondidas”, como o fazia o Saint Klaus (o velho Noel!). Daí surgiu a tradição de se colocar os presentes às escondidas junto às árvores de natal!

VI - A COROA DE AZEVINHO OU GUIRLANDA
Às vezes conhecida por “coroa de Natal” ou “Guirlanda” são memoriais de consagração. Em grego é “stephano”, em latim “corona” - podem ser entendidas como:- enfeites, oferendas, ofertas para funerais, celebração memorial aos deuses, celebração memorial à vitalidade do mundo vegetal, celebração das vítimas que eram sacrificadas aos deuses pagãos, celebração nos esportes. Significam um “Adorno de Chamamento” e, conseqüentemente, são porta de entrada de deuses. Razão pela qual, em geral, se colocam as guirlandas nas portas, como sinal de boas vindas! A maior parte dos deuses pagãos do Egito aparecem sempre com a “guirlanda” na cabeça! A Bíblia não faz qualquer menção de uso de “guirlanda” no nascimento de Jesus. Só existe uma guirlanda na Bíblia, e esta foi feita por Roma para colocar na cabeça de Jesus no dia da sua morte. Esta guirlanda de espinhos é símbolo de escárnio!

VII - VELAS OU LUZES
O Uso de velas é um ritual pagão dedicado aos deuses ancestrais. A vela acendida está fazendo renascer o ritual dos solstícios, mantendo vivo o deus sol. Não tem nenhuma relação com o candelabro judaico (ou Menorah). Mais recentemente, em lugar das velas passou-se a adotar velas elétricas, velas à pilha, e, finalmente, as luzes - o sentido é o mesmo!

VIII – PRESÉPIO
O presépio é um altar a Baal, consagrado desde a antiga babilônia. É um estímulo à idolatria! Os adereços encontrados no chamado presépio são simbologias utilizadas na festa do deus sol. O Presépio estimula a veneração das imagens e alimenta a idolatria… Em Êxodo 20:1-6, lemos:- “Então falou Deus todas estas palavras, dizendo: Eu sou o Senhor teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão. Não terás outros deuses diante de mim. Não farás para ti imagem esculpida, nem figura alguma do que há em cima no céu, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não te encurvarás diante delas, nem as servirás; porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam e uso de misericórdia com milhares dos que me amam e guardam os meus mandamentos.”; em I Cor 10:14-15 está escrito: “Portanto, meus amados, fugi da idolatria. Falo como a entendidos; julgai vós mesmos o que digo.”. No Brasil a abertura da comemoração do Natal é feita com uma famosa “Missa do Galo”, a qual é celebrada sempre diante de um presépio, um "altar consagrado", cujas figuras estão relacionadas com a Babilônia, e não com a realidade do Evangelho.

CONCLUSÃO

Qual deve ser o nosso procedimento, agora que descobrimos a verdade quanto às origens pagãs inseridas nas comemorações do natal?

1 – Nos libertarmos das simbologias e práticas associadas aos ídolos pagãos. “… e não vos associeis às obras infrutuosas das trevas, antes, porém, condenai-as;” - Efésios 5:11 - “Se de todo o vosso coração voltais para o Senhor, lançai do meio de vós os deuses estranhos e as astarotes, preparai o vosso coração para com o Senhor, e servi a ele só;” – I Samuel 7:3

2 - Instruirmos nossos filhos e discípulos: “conhecereis a verdade e a verdade vos libertará.” João 8:32; “E não vos conformeis a este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus.” (Romanos 12:2): Jesus disse: “Mas em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homem.” (Mateus 15:9); Além disso, Jesus disse: “E assim por causa da vossa tradição invalidastes a palavra de Deus.” (Mateus 15:6).

3 - Resistirmos ao espírito satânico do consumismo no Natal.

4 - Não é errado desejar um feliz Ano Novo para alguém, porém agora que sabemos da origem pagã dos símbolos e práticas do natal, não se mostra adequado desejar tão somente: “Feliz Natal”, sobretudo ao não cristão! Seria mais conveniente se disséssemos algo mais ou menos assim: "Que o Senhor Jesus Cristo te abençoe nestes dias..."; ou "Desejo bênçãos abundantes do Senhor sobre a sua vida neste natal."; ou ainda: "Que Jesus Cristo encontre hospedagem no seu coração e possa nascer na sua vida neste natal".

Expurgadas das nossas vidas, e das nossas celebrações, os símbolos e práticas pagãs, penso que, a exemplo da chamada "semana santa" em que as Igrejas sempre souberam aproveitar bem para evangelizar, podemos e devemos aproveitar a semana natalina para realizar cultos evangelísticos genuinamente cristãos, e anunciar ao mundo o verdadeiro sentido do natal, que poderá até começar com a manjedoura, mas deverá incluir sempre a história da cruz!

Natal sem a cruz não é o verdadeiro natal de Jesus!

Não há mandamento ou instrução alguma na Bíblia para se celebrar o nascimento de Cristo! Somos orientados sim a lembrar da sua morte e ressurreição que nos proporcionou a Vida (I Cor. 11:24-26; Jo. 13:14-17).

Deus pode usar um falso cristão para pregar a Verdade?

Deus pode usar um falso cristão para pregar a Verdade?

É claro que tudo pode ser usado por Deus para os Seus propósitos, mas o fato de algo ser usado não significa que seja bom. Deus usou uma mula para falar com Balaão, mas não acredito que isto signifique que os cristãos podem parar de falar da parte de Deus já que Ele poderia usar mulas para isso.

Vemos também muitos usando a Bíblia para proveito próprio e, mesmo assim, acabarem sendo usados na conversão de alguém ou em algo para a glória de Deus. Porém isso não diminui a responsabilidade de quem agiu errado. Lembro-me de José falando a seus irmãos, quando se revela a eles como governador do Egito: "E José lhes disse: Não temais; porventura estou eu em lugar de Deus? Vós bem intentastes mal contra mim; porém Deus o intentou para bem, para fazer como se vê neste dia, para conservar muita gente com vida." Gn 50:19, 20 Portanto Deus pode usar até a extrema maldade do homem para transformar isso em bênção para outros e em glória para Si.

Não podemos nos esquecer de que vivemos numa época de apostasia (abandono da Verdade) e isso irá piorar muito após o arrebatamento da igreja, o que pode acontecer a qualquer momento. Procure ler as cartas de Timóteo no contexto profético de tempo. Ambas falam da "casa de Deus" (o aspecto governamental da igreja, ou a parte que cabe aos homens cuidarem).

Na primeira são dadas instruções... "...para que saibas como convém andar na casa de Deus, que é a igreja do Deus vivo, a coluna e firmeza da verdade." I Timóteo 3:15 Esta fala de como a casa de Deus deveria ser.

Na segunda fala de como ela ficou. "Ora, numa grande casa não somente há vasos de ouro e de prata, mas também de pau e de barro; uns para honra, outros, porém, para desonra." II Timóteo 2:20 É uma casa onde há de tudo e a responsabilidade dos que buscam a Verdade é se afastarem do erro (leia o contexto) para se reunirem com aqueles que o fazem de coração puro (ou purificado desses erros). O trecho fala de separação.

A primeira fala ainda, em seu contexto histórico, dos "últimos tempos", um período mais extenso: "MAS o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios;" I Timóteo 4:1 Isso já acontece há muitos séculos.

A segunda fala dos "últimos dias", um período breve e final. (eu uso a www.bibliaonline.com.br para minhas buscas) "SABE, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos." II Timóteo 3:1 Na continuação é dado o estado dos cristãos (é importante entender que não está falando de pagãos ali, mas de cristãos nominais:

Vers. 2 - Porque haverá homens amantes de si mesmos[1], avarentos[2], presunçosos[3], soberbos[4], blasfemos[5], desobedientes a pais e mães[6], ingratos[1], profanos[2],
Vers. 3 - Sem afeto natural[3], irreconciliáveis[4], caluniadores[5], incontinentes[6], cruéis[1], sem amor para com os bons[2],
Vers. 4 - Traidores[3], obstinados[4], orgulhosos[5], mais amigos dos deleites do que amigos de Deus[6],
Vers. 5 - Tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. Destes afasta-te.


É interessante como neste trecho de II Timóteo Paulo fala de pessoas levadas por concupiscências (desejos) por homens com as características acima. É o que vemos aos montes hoje nas ditas igrejas que oferecem curas, milagres, dinheiro, romance e tudo o que o ser humano mais deseja, com segundas intenções. Note também que esta foi a última carta que Paulo escreveu e ele termina dizendo que foi abandonado por todos. Vivemos num tempo de abandono da Verdade (apostasia), principalmente da Verdade revelada a Paulo (que você não encontra em outros lugares das Escrituras).

8 A mim, o mínimo de todos os santos, me foi dada esta graça de anunciar entre os gentios, por meio do evangelho, as riquezas incompreensíveis de Cristo,
9 E demonstrar a todos qual seja a dispensação do mistério, que desde os séculos esteve oculto em Deus, que tudo criou por meio de Jesus Cristo;10 Para que agora, pela igreja, a multiforme sabedoria de Deus seja conhecida dos principados e potestades nos céus, (Efésios 3:8-10) Fonte:www.respondi.com.br

A mão atrofiada

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

O que significa Galatas 2:16-21?

O que significa Galatas 2:16-21?

Sua dúvida está no significado da passagem em Gálatas 2:16-21. Para entendê-la é preciso ler o contexto, que é basicamente todo o livro de Gálatas, onde por 5 vezes fala da crucificação e seu efeito no crente, colocando-o na posição de morto no que diz respeito à sua velha vida:

1. Jesus foi crucificado diante de mim Gál 3:1
2. Eu fui crucificado em Cristo Gál 2:20
3. Os que são de Cristo crucificaram a carne, as paixões e as concupiscências Gál 5:24
4. O mundo foi crucificado para mim Gál 6:14
5. Eu fui crucificado para o mundo Gál 6:14




No capítulo 2 que está sua dúvida, Paulo comenta o episódio ocorrido com Pedro, que parecia querer voltar às práticas da lei dada a Moisés, como se sofresse de um retrocesso na fé. William MacDonald explica tão bem a passagem em seu livro "Believer's Bible Commentary" que prefiro traduzir e colar logo abaixo:

2:16 Os judeus que tinham sido salvos sabiam que não havia salvação na lei. A lei condenava á morte aqueles que fracassavam em obedecê-la perfeitamente. Isso trouxe maldição sobre todos, porque todos romperam seus sagrados preceitos. O Salvador é aqui apresentado como o único objeto da fé. Paulo recorda Pedro de que "até mesmo nós judeus" chegamos à conclusão de que a salvação é pela fé em Cristo, não pela guarda da lei. Como podia agora Pedro colocar gentios sob a lei? A lei dizia ás pessoas o que deviam fazer mas não lhes dava o poder para fazer. A lei foi dada para revelar o pecado, não para ser uma salvadora.

2:17 Paulo e Pedro e outros tinham buscado a justificação em Cristo e somente nele. As ações de Pedro em Antioquia, porém, pareciam indicar que ele não estava completamente justificado, mas que precisava voltar à lei para completar sua salvação. Se assim for, Cristo não é um Salvador perfeito e suficiente. Se vamos a Ele para ter nossos pecados perdoados, porém depois precisamos ir a algo mais, acaso Cristo não se torna um ministro do pecado ao falhar cumprir suas promessas? Se por um lado professamos depender de Cristo para a justificação, e por outro voltamos à lei (que só pode nos condenar como pecadores), será que estamos agindo como cristãos? Podemos esperar a aprovação de Cristo com uma conduta assim que, na prática, faz dele um ministro de pecado? A resposta de Paulo é um indignado "De modo algum!".

2:18 Pedro havia abandonado todo o sistema legal pela fé em Cristo. Ele tinha repudiado quaisquer diferenças entre judeus e gentios quando se tratava de encontrar o favor de Deus. Agora, ao recusar comer com os gentios, ele está reconstruindo o que havia destruído. Fazendo assim, ele se revela como um transgressor. Ou ele estava errado por trocar a lei por Cristo, ou está errado agora por trocar Cristo pela lei!

2:19 A pena pela transgressão da lei é a morte. Como pecador, transgredi a lei. Portanto, ela me condenou a morrer. Mas Cristo pagou por mim a pena da lei transgredida ao morrer em meu lugar. Assim, quando Cristo morreu, eu morri. Ele morreu para a lei no sentido que atendeu a todas as suas justas demandas; portanto, em Cristo, eu também morri para a lei. O cristão morreu para a lei; ele já não tem mais nada a ver com ela. Será que isso significa que o crente está livre para transgredir os Dez Mandamentos como bem entender? Não, ele vive uma vida santa, não por medo da lei, mas por amor daquele que morreu por ele. Os cristãos que desejam se colocar sob a lei como um padrão de comportamento não entendem que isso os coloca sob a maldição da lei. Além do mais, eles não podem tocar a lei em um ponto sem que sejam responsáveis por cumpri-la integralmente. A única maneira de podermos viver para Deus é estando mortos para a lei. A lei jamais poderia produzir uma vida santa; Deus nunca teve a intenção de que ela fizesse isso. O caminho de santidade que Ele determinou é explicado no versículo 20.

2:20 O crente está identificado com Cristo em sua morte. Cristo não só foi crucificado no Calvário, mas eu fui crucificado ali também - em Cristo. isto significa o meu fim como pecador aos olhos de Deus. Isto significa o meu fim como alguém que busca merecer a salvação ou consegui-la por meus esforços. Isto significa o meu fim como filho de Adão, como um homem sob a condenação da lei; um fim de meu velho e irremediável eu. O velho e mau "eu" foi crucificado; ele já não pode reivindicar um lugar em minha vida diária. Isto é verdadeiro no que diz respeito à posição que ocupo diante de Deus; deveria ser verdadeiro no que diz respeito ao meu comportamento.

O crente não deixa de viver como uma personalidade ou como um indivíduo. Mas aquele que é visto por Deus como tendo morrido não é o mesmo que vive. Não sou mais eu quem vive, mas Cristo vive em mim. O Salvador não morreu por mim para que eu siga vivendo minha vida como bem entender. Ele morreu por mim para que de agora em diante ele possa viver sua vida em mim. A vida que agora vivo neste corpo humano, eu vivo na fé do Filho de Deus. Fé significa dependência. O cristão vive em contínua dependência em Cristo, ligado a ele, permitindo que Cristo viva sua vida em si.

Assim a regra de vida do crente é Cristo, não a lei. Não é uma questão de se esforçar, mas de confiar. Ele vive uma vida santa, não por medo do castigo, mas por amor ao Filho de Deus, que o amou e a si mesmo se entregou por ele.

UNCÃO FINANCEIRA ??? O que Acho...

Voce cre na uncao financeira?

Você encaminhou o link para um vídeo de um programa evangélico onde um homem cita o versículo de 2 Cr 20:20: "Crede nos seus profetas e prosperareis". Ele deixa de fora o que vem antes, a parte mais importante do versículo, que diz: "Crede no SENHOR, vosso Deus, e estareis seguros". Então o apresentador do programa convida sua audiência para prestar atenção ao que seu convidado, um norte-americano, vai profetizar.

Em seguida, o americano começa dizendo que Deus lhe deu uma mensagem para transmitir ao povo de Deus, e prossegue falando de uma unção especial para os últimos dias - uma unção tal que nunca Deus havia dado antes - uma unção financeira. Para receber a tal unção basta o espectador enviar 900 reais para o programa.

Sempre que alguém começa dizendo que Deus lhe disse algo eu já fico com um pé atrás. Essa técnica é usada para impedir qualquer julgamento e contestação, pois se Deus falou, quem irá contradizer? Porém, julgar aqueles que se dizem profetas é obrigação de todo cristão (1 Coríntios 14:29), justamente para nos precavermos de tipos assim . A cara lavada que o sujeito demonstra enquanto pede dinheiro logo me faz concluir tratar-se de um homem ungido. Ungido com azeite de peroba.

Todavia quem envia o dinheiro e não recebe a tal unção financeira não pode reclamar, pois quem dá dinheiro para um golpista tem a mesma motivação: ganho fácil. O estelionatário vende o bilhete premiado por mil reais com a promessa de um milhão. A vítima compra porque acredita estar levando vantagem sobre o golpista, e o considera bobo de vender um milhão por mil reais.

Portanto, não vejo crime quando um fiel dá 900 reais para um mercador da fé, pois o fiel também está de olho no dinheiro fácil, no investimento milionário. Ele não quer trabalhar para ficar próspero; quer levar vantagem sobre Deus. Portanto, ele não está sendo enganado; simplesmente existe um consenso entre o que dá e o que recebe. Como dizem os ditados, são farinha de um mesmo saco e aves de igual plumagem que voam juntas.

Se tipos assim conseguem escapar da justiça humana, não se pode dizer o mesmo da instância superior: a justiça divina. Quando um homem como esse diz que Deus ordenou que ele transmitisse tal profecia ao povo de Deus, ele incorre no crime dos falsos profetas de Israel, que deviam ser apedrejados caso suas profecias não se cumprissem. Como já não estamos nos tempos da Lei, mas da graça, as pedras podem ser poupadas dessa missão inglória.

A eles se aplicam as terríveis palavras de Jesus em Mateus 7: "Apartai-vos de mim". Já pensou o que significará escutar "apartai-vos de mim" daquele que disse a todos "vinde a mim"?

Mt 7:21-23 "Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no Reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. Muitos me dirão naquele Dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? E, em teu nome, não expulsamos demônios? E, em teu nome, não fizemos muitas maravilhas? E, então, lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniqüidade".

Você já reparou que esta passagem não fala de pagãos, idólatras, infiéis, incrédulos, feiticeiros etc? Fala de pessoas que profetizam, fazem maravilhas e expulsam demônios em nome do Senhor. Se estiver na dúvida de onde encontrar gente assim nos dias de hoje, ligue a TV.

Mas se você perguntar a um homem desses se ele acha que está agindo errado, ele dirá que não, e sua resposta estará perfeitamente de acordo com a Palavra de Deus. Além disso, ele próprio está prosperando tremendamente, o que faz com que acredite estar no caminho certo e seja considerado um ponto de referência para os que o seguem, que querem vestir o terno que ele veste, ter o carro que ele tem e viajar no mesmo avião em que viaja.

O capítulo 3 de 2 Timóteo descreve esses homens. Ali não está falando de incrédulos ou pagãos, mas de cristãos nominais, já que o texto é continuação do assunto que Paulo tratava no capítulo 2. Lendo a partir do versículo 1 você verá que o apóstolo fala de homens que atuariam na cristandade nos "últimos dias", que seriam amantes de si mesmos e avarentos. O dicionário Houaiss diz que "avarento" é "aquele que é obcecado por adquirir e acumular dinheiro".

A passagem continua falando que eles seriam presunçosos, soberbos, blasfemos e desprovidos de amor, mas tudo isso com aparência de piedade. Diz ainda que atrairiam principalmente mulheres levadas por muitas concupiscências (desejos). Depois Paulo os compara a Janes e Jambres, os magos de Faraó que imitavam os milagres de Deus. Soa familiar?

Mas eu disse que eles mesmos fazem isso e acreditam estar fazendo o bem. Por que? O segredo para entender o que passa pela cabeça desses pregadores que pedem dinheiro está em 2 Tm 3:13: "Mas os homens maus e enganadores irão de mal para pior, enganando e sendo enganados".

Quando um homem assim deliberadamente engana os outros, ele acaba provando de seu próprio veneno: ele próprio acaba sendo enganado.Fonte:www.respondi.com.br /Mario persona.

#26 O paralítico

Um Homem na gloria...ESPIRITUAL X MATERIAL..

jesusliberta: TESTEMUNHO DE LIBERTAÇÃO / JOSE ROBERTO DE MORAES ...

jesusliberta: TESTEMUNHO DE LIBERTAÇÃO / JOSE ROBERTO DE MORAES ...: "TESTEMUNHO DE FÉ A Paz do SENHOR JESUS a todos os irmãos, que essa paz e graça possa reinar sobre todo entendimento, que a excelência da v..."

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Porque você ataca os espíritas???

Por que você ataca os espíritas?

Se eu deixei claro que nossa luta não é contra pessoas, mas contra as hostes espirituais, você deve entender que minhas críticas não são contra os espíritas ou o Allan Kardec, mas contra suas idéias.

E nem seria correto eu julgar a pessoa de Allan Kardec, mesmo porque ele poderia até ter se convertido a Cristo na hora da morte e com isso eu acabaria encontrando o cara no céu.

"não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais". Efésios 6:12

A doutrina espírita tem sua origem no mundo espiritual e é comunicada através de uma suposta consulta aos mortos. Porém a Bíblia deixa claro que existem anjos caídos com milhares de anos de experiência em interpretar o homem, seus desejos e necessidades, e responder com aquilo que o ser humano quer. O problema é que Satanás promete mas não entrega.

Veja o caso dos Evangelhos, tão aclamados pelos espíritas. "Evangelho" significa "Boas Novas": "E o anjo lhes disse: Não temais, porque eis aqui vos trago novas de grande alegria, que será para todo o povo: Pois, na cidade de Davi, vos nasceu hoje o Salvador, que é Cristo, o Senhor". Lc 2:10,11 Portanto a boa notícia ou boas novas é que temos um Salvador para nos salvar de nossos pecados e do juízo.

O "Evangelho Segundo o Espíritismo" não tem nada de "Boas Novas". Ele lança sobre o pecador todo o fardo que Cristo nos convidou a lançar sobre Ele, e pressupõe que o homem consiga fazer a expiação de seus próprios pecados e ser seu próprio salvador. Será que isso são boas novas? E como seriam, se não dá uma saída para o pecador? "Ah, você é pecador? Então vai precisar reencarnar trocentas vezes, sem jamais ter certeza de que está na primeira ou na última fase do jogo!"

Mas, evidentemente, não é de hoje que o ser humano em seu estado natural gosta de acreditar que pode fazer alguma coisa e adora quando alguém vem dizer isso a ele. Com alguns reis de Israel não era diferente; escolhiam só profetas de pensamento positivo, motivacionais, etc. "Vês aqui que as palavras dos profetas a uma voz predizem coisas boas para o rei; seja, pois, a tua palavra como a palavra de um deles, e fala bem". 1 Reis 22:13

Já era assim no passado e ficou pior agora: "MAS o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios... Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências; E desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas." 1 Timóteo 4:1 2 Timóteo 4:4

E isso não ocorre apenas nas religiões declaradamente anti-bíblicas, mas até no chamado meio católico e evangélico. Erramos quando seguimos homens como se fossem alguma coisa. "Porque haverá homens amantes de si mesmos... Tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. Destes afasta-te... levam cativas mulheres néscias carregadas de pecados, levadas de várias concupiscências... Que aprendem sempre, e nunca podem chegar ao conhecimento da verdade... E, como Janes e Jambres resistiram a Moisés, assim também estes resistem à verdade, sendo homens corruptos de entendimento e réprobos quanto à fé". 2 Tm 3

Fique sempre alerta para homens que arrebanham cegando o juízo de seus seguidores, prometem realização de concupiscências (podem ser lícitas, como saúde, dinheiro, casamento...) e imitam as obras e milagres de Deus, como fizeram os magos de Faraó, Janes e Jambres. Geralmente têm aparência de piedade e mantêm os templos cheios.

Mensagem de Deus para você

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Onde devemos celebrar a ceia do Senhor?

Onde devemos celebrar a Ceia do Senhor? Esta pergunta, que muitos fazem. Mas, antes mesmo da existência da Igreja (por ocasião da última ceia a Igreja ainda não havia sido formada; isto aconteceu somente em Pentecostes – Atos 2), encontramos esta pergunta sendo feita em Lucas 22 do versículo 7 em diante. Ali encontramos o Senhor ordenando aos Seus discípulos: "Ide, preparai‑nos a páscoa para que a comamos". E eles fizeram a mesma pergunta: "Onde queres que a preparemos?". Esta é a pergunta de uma alma submissa ao Senhor, que deseja fazer a vontade dEle acima de tudo. Sabemos que esta seria a última ceia do Senhor com Seus discípulos, antes de morrer numa cruz. E foi nessa ocasião que Ele pediu que fizessem isso em memória de Si, comissão essa dada posteriormente a Paulo (1 Co 11), já no caráter de uma ordenança àqueles que faziam parte da Igreja .

Ao receber a ordenança do Senhor, os discípulos não fizeram o que achavam melhor, e nem se dirigiram ao lugar mais próximo de suas casas ou aonde se sentissem bem. Tampouco procuraram qualquer lugar que lhes parecesse digno de tal evento, mas, com a simplicidade de uma criança, perguntaram ao Senhor: "Onde queres que a preparemos?" E a resposta do Senhor é muito instrutiva, se a aplicarmos espiritualmente a nós neste tempo de fim.

Primeiramente, no versículo 10 de Lucas 22, o Senhor ordenou que fossem à cidade. O lugar onde devemos lembrar Sua morte enquanto estamos aqui é em meio a toda a confusão criada pelo homem, mas, como veremos adiante, separados dela. Ali eles encontrariam um homem levando um cântaro de água e deveriam segui‑lo. Não era comum encontrar um homem levando um cântaro de água pois esta era uma tarefa típica das mulheres, como encontramos em João 4 e em muitas passagens do Antigo Testamento. A menos que esse homem fosse um servo, o que nos fala do Espírito Santo, pois é neste caráter, de Servo, que Ele Se encontra no mundo na presente dispensação, levando as pessoas a Cristo (Jo 16.7‑15). O homem levava um cântaro de água e esta é um símbolo da Palavra de Deus, conforme encontramos em Efésios 5.26.

O homem com o cântaro os levaria a um cenáculo, que é o andar superior de uma habitação, e o mesmo estaria mobiliado. O cenáculo nos fala de um lugar que, embora neste mundo, encontra‑se acima das coisas da terra; um lugar elevado. O fato de estar mobiliado mostra que alguém já havia preparado acomodações suficientes para todos os que ali fossem. E eles, obedecendo às ordens do Senhor, encontram tudo exatamente como lhes foi falado e, chegada a hora, o Senhor Jesus se põe à mesa juntamente com Seus discípulos e lhes fala da Sua morte.

Tudo isso é muito instrutivo para nós. Em primeiro lugar, temos que buscar o Senhor quanto ao que devemos fazer e onde devemos fazê‑lo. Ele nos mostrará com certeza. Então devemos seguir o homem com o cântaro, uma figura de acompanharmos o Espírito Santo naquilo que Ele leva, ou seja, a Palavra de Deus. Não encontraremos na Palavra coisas do tipo, "vá à esta ou àquela denominação", pois não encontramos, na doutrina que foi dada à Igreja, denominações diferentes para aqueles que fazem parte de um mesmo Corpo (Ef 4.4). A única distinção era feita quanto à localização geográfica dos crentes (por exemplo, "da igreja que está em Éfeso" Ap 2.1).

Também não encontramos coisas do tipo "vá aonde desejar ou ao lugar em que se sentir melhor", como se os crentes não tivessem qualquer guia seguro e tivessem que seguir sua própria vontade ou sentimentos (veja Dt 12.8,13,14; Jz 21.25). Também não encontramos o conselho que normalmente é dado, "vá à igreja mais próxima de sua casa", que neste tempo de fim tem lançado muitos nas garras de verdadeiros mercenários da fé (leia 2 Pd 2). O que não encontramos na Palavra de Deus não devemos fazer. Encontramos em Mateus 18.20 a indicação de que onde estiverem dois ou três reunidos ao nome do Senhor Jesus (e ao Seu nome somente) Ele estará no meio, o que equivale dizer que Ele Se porá à mesa com os Seus que ali estiverem.

Portanto é pela Palavra de Deus somente, e não pelos costumes dos homens, ainda que sejam cristãos, que encontramos o lugar onde Deus quer que celebremos a Ceia. Tal lugar está acima das coisas deste mundo (assim como o cenáculo que vimos) e Deus preparou acomodações para todos os que desejarem se dirigir para ali. Trata‑se do lugar onde o Senhor colocou o Seu nome, e mais nenhum outro; onde é Ele o centro de todas as atenções e Sua autoridade é reconhecida (veja 1 Co 5.4,12).

A ceia do Senhor seria simbolica?

A ceia do Senhor seria apenas simbolica?

Depois de ler o que escrevi sobre o lava-pés como uma lição que o Senhor deu aos discípulos, e não efetivamente uma ordenança para ser repetida pelos cristãos, você colocou uma pergunta interessante: Se o lava-pés é apenas simbólico, por que a ceia também não é? Por que precisamos repetir o ato de comer o pão e beber o vinho? Não seria apenas uma lição para nos ensinar algo?

Sua pergunta procede. Na verdade, o lava-pés foi claramente dado com um segundo significado, pois o Senhor mesmo explica isso na passagem. Porém a ceia foi dada como um memorial, algo para ser repetido até ele voltar, e isso inclui o pão e o vinho. São estes os símbolos, e não o ato de celebrar a ceia, que é um memorial. No lava-pés o símbolo ou ensino implicado ali estava no ato de lavar os pés. Na ceia os símbolos são o pão e o vinho, são coisas físicas.

Mas a ceia instituída por Jesus não é a mesma que os cristãos celebram. Aquela estava conectada à páscoa dos judeus e foi dada aos apóstolos, que naquele momento eram judeus, não igreja, ligados às ordenanças dadas a Israel e não possuíam o Espírito Santo habitando em si, algo que só receberiam no dia de Pentecostes em Atos 2.

A ceia que foi dada aos cristãos celebrarem foi a que Paulo recebeu por revelação direta de Cristo e passou em 1 Coríntios 11. Ali estão instruções claras, inclusive para não confundirmos achando que seria apenas uma lição, pois em Corinto estavam cometendo exageros no sentido de comer e beber demais, o que implica que a celebração é uma ação real de comer do pão e beber do vinho.

Mas, ao mesmo tempo em que insisto que o ato de celebrar a ceia deve ser uma prática real, e não apenas um símbolo ou um ensino conceitual, insisto também que o pão e o vinho são apenas símbolos, e não sofrem qualquer alteração física na celebração da ceia, como acreditam alguns que professam a transubstanciação.

O pão e o vinho estão para o corpo e o sangue de Jesus na cruz como o pedaço de papel que chamamos de fotografia está para a pessoa real representada ali. É apenas um papel com uma imagem que representa a pessoa real, não a pessoa real. A reverência é dada à Pessoa de Jesus e ao que ele fez na cruz, e não ao pão e o vinho, pois reverenciar esses objetos como tendo algo de divino seria idolatria

Um Homem a procura de JESUS...(achei na net)

5 de Janeiro de 1998

Sinto-me completamente perdido. Em Novembro próximo estarei completando 50 anos de idade e, até onde consigo lembrar, nos últimos trinta e cinco anos tenho buscado uma religião ou a religião verdadeira na qual eu pudesse encontrar paz. Tem sido uma busca por uma identidade espiritual pois não sei onde encontrar paz, uma paz que sempre desejei em meu viver.

De que me valeu ter nascido num lar católico e ter sido criado por minhas tias, tão devotas dessa religião? Ainda posso me recordar das lições de catecismo, da primeira comunhão e crisma, mas nada disso me trouxeram paz ao coração. Nem mesmo as missas de domingo e dias santos, que não perdia por nada deste mundo, puderam eliminar o peso que hoje sinto em minha alma.


Aquele Deus austero e vingativo de que me falavam só aumentava o medo em meu coração. E como poderia ter sido diferente para um menino de sete anos de idade que escutava aterrorizado àquelas histórias das aparições de Fátima e das previsões que diziam ser de Nossa Senhora? Diziam-me que até o Papa tinha desmaiado de terror ao receber as revelações! Que tipo de Deus incapaz de Se compadecer era Aquele? Todavia era esta a imagem de Deus com que minhas tias encheram minha mente.

16 de Janeiro de 1998

Estive pensando que talvez tenha sido toda aquela superstição que recebi do Catolicismo que me fez chegar à adolescência totalmente descrente daquela religião, uma religião que apontava para um Deus ao qual devíamos servir por medo e não por amor. Minha melhor recordação daqueles anos é da Bíblia que me foi apresentada por um amigo da minha idade que não era católico. Fiquei empolgado com o pouco que ele me ensinou a respeito de Deus.

Lembro-me de quando, animado por ele, passei a frequentar a Igreja Adventista do Sétimo Dia. Fui batizado naquela organização religiosa sob veementes protestos de minha família. Passei alguns anos ali mas minhas dúvidas e temores continuavam. O fervor inicial de minha entrada ali foi se desvanecendo. Acabei saindo daquela denominação porque não queria continuar numa religião sem paz e nem desejava continuar enganando aquelas pessoas com as quais eu convivia. Minha vida exterior poderia ter enganado muita gente, mas eu sabia que não podia enganar a Deus, que me conhecia melhor do que eu mesmo.

18 de Janeiro de 1998

Me desanima pensar em todo o tempo perdido vagando por várias outras religiões além do Catolicismo e o Adventismo do Sétimo Dia. Tudo o que li vindo das Testemunhas de Jeová e as pesquisas que fiz sobre Budismo, estudando com um grupo que encontrei em minha cidade nada acrescentaram em paz à minha alma. O mesmo posso dizer do Hinduísmo. Mesmo o fato de pertencer à Maçonaria e seguir a Teosofia em nada me ajudou a obter paz. A verdade é que a cada dia me sinto mais e mais confuso. Quando penso no fato de que ficar os últimos vinte anos envolvido com a Rosacruz não me ajudou em nada! Será que estou fazendo algo de errado? Será impossível para mim encontrar a maneira certa para que Deus Se comunique comigo?

2 de Fevereiro de 1998

Sinto-me dando voltas, como um cão perseguindo o próprio rabo e nunca conseguindo alcançá-lo. Quanto mais me aprofundo nos estudos esotéricos e místicos, maior o vazio que sinto dentro de mim. Estou confuso nesta busca por "luz", lendo tudo o que me vem às mãos. Reconheço que preciso de ajuda, preciso de alguém acima de qualquer suspeita em quem possa confiar, que possa me orientar. Toda orientação que recebi do Espiritismo, Magia, Esoterismo e de tudo o que me ligou à Nova Era tem sido inútil.

Ter me filiado a diversas ordens e fraternidades como a Ordem Rosacruz, Maçonaria, Colégio dos Magos, Antiga Ordem Mística, Círculo Esotérico da Comunhão do Pensamento e Teosofia de nada me ajudou em minha busca por paz. E o que dizer dos terreiros de Umbanda que frequentei, dos búzios (pequenas conchas para adivinhações) que consagrei com sacrifício de animais? Nem eles puderam prever que essas coisas só iriam me levar a um beco sem saída e sem paz!

5 de Fevereiro de 1998

Parece que foi ontem que minha curiosidade pelo Espiritismo acabou me levando a um centro espírita. Tremo ao pensar que acabei integrante daquela mesa, quando me recordo das muitas pessoas às quais ensinei o "Evangelho Segundo o Espiritismo", de Allan Kardec -- pensar nos muitos seminários, cursos e palestras que participei! Hoje todos esses livros em minha estante, fruto de dez anos lendo o que me ensinaram ser “escritos psicografados por espíritos” parecem zombar de mim. E não só eles, mas seus companheiros cujos ensinos que nada mais fizeram além de ajudarem a aumentar a aridez que todos os dias sinto em minha alma. Lá estão Helena Petrovna Blavatsky, C. W. Leadebeater, Annie Besant, Alice Baile, Krishnamurt, Dion Fortune, Paulo Coelho, Lobsang Rampa -- tantos homens e mulheres nos quais confiei, cujos escritos devorei! Nada mais que papel. Tão inúteis agora em minha aflição como meus outrora preciosos Baghavad Gita e Vedas.

10 de Fevereiro de 1998

Ultimamente tenho passado horas pesquisando na Internet. Examinei tudo o que consegui -- textos, pessoas, religiões. Mas ainda estou dando voltas. Sinto mais confusão em minha mente, a cada dia tenho mais dúvidas. Encontrei alguma coisa sobre Islamismo. Até troquei e-mails com alguns muçulmanos dispostos a me ajudar. Decidi que vou continuar pesquisando alguns sites Islâmicos para ver se a paz pode ser encontrada ali.

11 de Fevereiro de 1998

Hoje me veio um pensamento: Por que não pedir ajuda a Deus? Por que não deixar que Ele abra o caminho para mim? Por que não orar com sinceridade, pedindo para ser tirado de toda essa confusão?

Acho que estou me tornando muito descrente de Deus e do que Ele é capaz. Tudo em que me envolvi até agora aponta para minha própria evolução espiritual -- evolução que tenta me elevar até eu me tornar um “deus”. Não será isto muita pretensão? Não será isto buscar independência do verdadeiro Deus?


Não foi apenas na Maçonaria, onde alcancei o 19º grau me tornando um Venerável, que encontrei esse tipo de pensamento. A idéia de transformar homens em deuses é comum a muitas das religiões que pesquisei e daquelas a que me associei. Todas ensinam a respeito da imortalidade da alma, reencarnação, salvação por obras e coisas que não diferem muito dos rituais pagãos do passado. Será possível que eu esteja sendo enganado? O que devo fazer?

12 de Fevereiro de 1998

Até agora estive buscando a salvação por meio de meus próprios méritos, pelas coisas que posso fazer com meus próprios esforços. Devo admitir que tenho buscado, por meio de meus estudos, uma forma de me tornar um “deus” e não de como encontrar o Deus verdadeiro. Nisto a Maçonaria tem contribuído, ensinando que eu poderia, com meus esforços, me aproximar do que Cristo é. Ali me tem sido ensinado que Ele não passou de um homem comum como eu e que poderia ser como Ele se tão somente seguir seus ensinamentos. Tudo o que é necessário para eu encontrar a luz é subir pouco a pouco os graus de elevação.

Mas a cada grau o que encontrei foi que a luz deve estar no próximo grau. Será que isto é a verdade? Será que o que tenho aprendido através da Maçonaria, de que a luz me será dada pouco a pouco, conforme eu for alcançando os graus mais elevados? Ou será uma mentira? Começo a pensar que tenho sido levado por falsas esperanças e iludido por ensinos de homens.

16 de Fevereiro de 1998

Minha esposa e as crianças viajaram. Estou aproveitando estes dias em que estou só para orar e pedir orientação a Deus. Hoje mais uma vez pesquisei a palavra "Muçulmano" na Internet. Fiquei surpreso por ter encontrado em um site chamado "Histórias de Verdade" a história de um egípcio, um mestre do Islam, que fez um caminho exatamente inverso ao que eu estou tentando fazer. Ele saiu do Islamismo e se converteu ao cristianismo! A história chama-se "No Vale de Lágrimas". Ela tocou meu coração e está mudando totalmente o rumo das coisas para mim. Começo a ver que estou errado, muito errado. Estou longe de Deus. Muito distante mesmo. Acho que até aqui tenho andado no caminho do engano.

O que li me fez entender claramente que devo me afastar de tudo aquilo que me deixa confuso e devo me concentrar no estudo e interpretação das Escrituras. Eu não precisava ter complicado tanto as coisas. Começo a enxergar que a resposta para o meu dilema está na simplicidade da Palavra de Deus, a Bíblia.

17 de Fevereiro de 1998

Li outras histórias que encontrei no site de “Histórias de Verdade”. Por meio delas entendi que neste momento o mais importante para mim é tomar uma decisão. Importa mais que tudo o passo que devo dar. Sei que é algo que deverei tratar entre Deus e eu, ou seja, aceitar ao Senhor Jesus como meu único Salvador. É uma decisão pessoal que deve ser tomada sem qualquer interferência externa. Não quero receber qualquer influência de alguma denominação ou algum sistema religioso, pois é dessas coisas que estou tentando fugir.

Desde a última Sexta-Feira me encontro em constante oração e meditação, solicitando a Deus, o Criador, uma orientação para minha vida. Encontrar o site de “Histórias de Verdade” foi uma resposta às minhas orações. Desde então tenho meditado no que li e nos e-mails que estou trocando com o responsável pelo site. Comecei a derramar sobre ele um verdadeiro bombardeio de perguntas!

20 de Fevereiro de 1998

Mais uma vez recebi ajuda por meio dos e-mails que tenho recebido de "Histórias de Verdade". Amanhã devo viajar para ir encontrar minha família e só voltarei depois dos feriados. Quero voltar a fazer contato depois de minha volta. Enquanto isso continuarei lendo e analisando tudo que recebi. Estou convicto de que sou um pecador perdido necessitado desesperadamente de salvação.

Nestes dias tenho lido a correspondência recebida de "Histórias de Verdade" e tenho pensado muito. Também li o livro “A Agonia do Grande Planeta Terra”, de Hal Lindsay mencionado na história "Quando os Anjos Se Alegram" e já emprestei o livro a um amigo.

5 de Março de 1998

Depois de muita meditação, tomei uma decisão -- talvez a maior decisão de toda a minha vida. Aceitei o Senhor Jesus e o sacrifício que Ele consumou por mim como única forma de salvação. Decidi que de agora em diante confiarei em Seu sacrifício e aprenderei dAquele que o consumou. Desejo que Cristo possa se tornar tão real para mim que Sua vida possa ser vista em mim. Sei que por mais que eu tente fazer alguma coisa, nunca poderia alcançar a salvação por meus próprios méritos. Mesmo tentando modificar a mim mesmo diariamente, lutando contra mim mesmo, sei que jamais iria conseguir.

Também sei que não sou merecedor da salvação eterna. Ela me foi possível pelo Senhor Jesus ter morrido na cruz por mim e me está sendo dada gratuitamente por Deus em Sua maravilhosa graça. Pela primeira vez na vida encontrei e desfruto a paz. "Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie." (Efésios 2:8,9) E também, "tendo sido, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo" (Romanos 5:1).

11 de Março de 1998

Já rompi os últimos laços com a Ordem Rosacruz (AMORC), devolvendo todas as lições que recebi nos últimos vinte anos. Também estou me livrando de todos os livros, revistas, folhetos, fitas cassete e indumentárias que recebi da Maçonaria, de cuja Loja local eu fui o fundador. Também rompi todas as associações e devolvi tudo o que me ligava ao misticismo, esoterismo, espiritismo e outros "ismos" que me mantiveram escravo por todos esses anos. É um alívio saber que não preciso ser membro de alguma organização para receber "o dom gratuito de Deus, a vida eterna". Não preciso seus ensinos "miraculosos" reservados a alguns poucos membros eleitos, escolhidos ou "iluminados". "Há um caminho que ao homem parece direito, mas o fim dele são os caminhos da morte." (Provérbios 14:12). Hoje tenho a Palavra de Deus para me garantir de que tenho a vida eterna. É a Bíblia que me diz, ao falar de Jesus: "Tu tens as palavras da vida eterna". (João 6:68).

Sou um novo homem. Encontrei o verdadeiro Caminho para o céu: “Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, senão por Mim”. (João 14:6). Minhas dúvidas desapareceram e no lugar delas tenho fé e cri no Senhor Jesus Cristo e no grande sacrifício que Ele fez, aceitando-o como o único meio de salvação. Tenho o perdão garantido pelo sangue de Cristo que foi derramado, de uma vez por todas, na cruz. Tenho assegurada a entrada no céu.

O Senhor usou a Internet para me alcançar e me fazer ver tudo o que Ele fez por mim. Hoje estou usando a Internet para contar a você que a mesma salvação está disponível a todo aquele que simplesmente crê em Cristo como Salvador. "Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna." (João 3:16)

Um cristão pode pertencer a maçonaria?

Um cristao pode pertencer a maconaria?

Considerando que o cristão não vive sob uma lei, mas é uma pessoa nascida de novo pela fé no Salvador e Senhor Jesus, você não encontrará na Bíblia coisas como "Não serás maçom" ou "Não comerás carboidratos". Mas o cristão realmente salvo por Cristo tem o Espírito Santo para guiá-lo e dar a ele discernimento do que é ou não agradável ao seu Salvador.

No caso da maçonaria a questão é muito simples para mim. Eu não preciso mergulhar no conhecimento da maçonaria e analisar cada ritual, símbolo ou escrito daquela organização para saber que meu lugar como cristão não é no seu meio. Aliás, não é preciso conhecer em detalhes todas as formas de mal para evitá-los. Basta conhecer o bem. Quando você viaja, você não estuda os desvios no mapa. Você estuda o caminho.

Antes de minha conversão eu estive envolvido com filosofias orientais, espíritas e esotéricas e acreditava piamente numa salada de teorias que sempre tinham um ponto em comum: a evolução do ser humano por seus próprios esforços. Então Deus me mostrou pelo evangelho que eu era um pecador perdido incapaz de mover uma palha em prol de minha evolução. Em 1978 me converti e você encontra o relato de minha conversão neste link e também o que aconteceu depois neste link.

Embora tenha me envolvido com muitas coisas espiritualistas antes de minha conversão, não fazia ideia do que era a maçonaria, apesar de ter nascido na esquina do templo maçom de minha cidade. Tudo o que sabia eram as histórias que os meninos contavam uns para os outros sobre aquele templo, e eram sempre coisas do tipo rituais macabros de sacrifícios de bodes, gente que se deitava dentro de caixões e homens vestidos com um aventalzinho e lutando com espadinhas. Obviamente muito daquilo não passava de lenda.

Uns dois anos depois de minha conversão ganhei de um homem que era diácono da igreja presbiteriana e maçom um pacote de Novos Testamentos dos Gideões que ele havia guardado durante muitos anos no forro de sua loja. Fiquei feliz com o presente que pretendia distribuir. Era um enorme embrulho de jornal amarrado com barbante, extremamente empoeirado, que depois descobri tinha sido a festa dos cupins. Por ter ficado durante anos esquecido num forro, os livros estavam copletamente furados por cupins e só consegui aproveitar alguns.

Acontece que, embrulhado com os Novos Testamentos, descobri uma série de livretos numerados e assinados que eram basicamente os procedimentos internos da maçonaria. Por ter vindo de um passado de espiritualismo e esoterismo, logo vi que o conteúdo dos livretos não era diferente daquela ladainha de auto-evolução na qual acreditei durante anos. Nem me lembro mais do conteúdo dos livretos, exceto de um que dava instruções de como celebrar uma ceia com pão e vinho.

É claro que ali o significado girava em torno da ideia de fraternidade, irmandade, comunhão uns com os outros etc., mas logo pensei: Como poderia um cristão verdadeiro, que participa da ceia do Senhor para lembrar sua morte na cruz representada no pão e no vinho, participar daquela caricatura de ceia?

Destruí aquele e os outros livretos com a convicção de que estava diante de algo que nada tinha a ver com um cristão genuíno. Como disse, não preciso conhecer as profundezas de um erro para saber que é um erro, assim como não preciso beber um litro de vinagre para saber que é vinagre. Basta ler o rótulo.

O que diz a Bíblia sobre "irmandades", "fraternidades" e coisas semelhantes? Jo 1:12 "Mas a todos quantos o receberam deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus: aos que creem no seu nome, os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do varão, mas de Deus".

Este é o único fundamento de filiação e irmandade disponível para o ser humano: receber a Jesus como Salvador e Senhor para ser ser transformado em filho de Deus. Portanto, os homens não são irmãos, como prega a maçonaria, mas apenas seres criados por um mesmo Deus. O computador no qual escrevo não é irmão de outro da mesma marca. Eles apenas saíram da mesma fábrica. É apenas depois de nascer de novo que nos tornamos filhos de Deus, passamos a fazer parte da família de Deus, e temos o privilégio de chamar a deus de PAI. Antes disso não.

Aliás, para um judeu nos tempos de Jesus era inconcebível alguém chamar a Deus de Pai (Jesus foi acusado de heresia por isso), e experimente hoje chamar a Deus de Pai dentro de uma mesquita muçulmana para ver a reação das pessoas ali.

Agora, como pode um cristão verdadeiro se filiar a uma "irmandade" composta por incrédulos, alguns declaradamente seguidores de religiões e doutrinas anti-cristãs, e chamá-los de "irmãos"? Como pode ter comunhão em uma caricatura da ceia que Jesus instituiu? Com quem ele pensa que está brincando por tratar de maneira tão leviana Aquele que o salvou?

Mais uma vez, basta saber muito pouco para ter a certeza de que a maçonaria não é lugar para um cristão verdadeiramente salvo por Jesus. Basta saber, por exemplo, isto:

2Co 6:14-18 "Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis; porque que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas? E que concórdia há entre Cristo e Belial? Ou que parte tem o fiel com o infiel? E que consenso tem o templo de Deus com os ídolos? Porque vós sois o templo do Deus vivente, como Deus disse: Neles habitarei e entre eles andarei; e eu serei o seu Deus, e eles serão o meu povo. Pelo que saí do meio deles, e apartai-vos, diz o Senhor; e não toqueis nada imundo, e eu vos receberei; e eu serei para vós Pai, e vós sereis para mim filhos e filhas, diz o Senhor Todo-poderoso".

O "jugo" é aquilo que em algumas regiões rurais no Brasil é chamado de "canga", aquela peça de madeira que é colocada sobre o pescoço de dois animais de carga quando atrelados a um arado ou carroça. No Antigo Testamento Deus proibiu que os judeus atrelassem animais diferentes sob um mesmo jugo, e aqui o apóstolo mostra a aplicação prática daquela ordenança. Um boi e um cavalo, por exemplo, têm passos diferentes e trabalharem juntos pode ser um desastre. Colocar também animais de diferentes alturas, como um cavalo e um jumento, também não traria bons resultados.

Como então podem um cristão e um incrédulo andarem "irmanados" e dizendo-se filhos de um mesmo Pai? Só consigo conceber isso para cristãos com duas bocas: uma para chamar de "irmãos" os outros salvos por Cristo, e outra para chamar de "irmãos" os incrédulos com os quais se reúne no templo maçom onde, obviamente, seus "irmãos em Cristo" não terão acesso a menos que assumam um lugar nessa irmandade paralela.

Conheço alguns irmãos em Cristo que se converteram e abandonaram a maçonaria justamente por entenderem que nada tinham a fazer ali. Um deles conta o testemunho de sua conversão neste link. No texto abaixo ele conta em um email por que saiu da maçonaria:

"Hoje já não pertenço ao quadro da Maçonaria. Depois de fazer parte daquela fraternidade por mais de 20(vinte) anos, solicitei o meu afastamento definitivo.

"A razão deste afastamento é que ela não comunga com a minha crença religiosa. Há muitas divergências entre os ensinos da Maçonaria e os da Palavra de Deus (a Bíblia). Dentre muitos, encontramos a crença na imortalidade da alma e na reencarnação, pois nos ensina a Maçonaria que o homem evolui por seus méritos e seus esforços, sem a necessidade do sacrifício de Jesus Cristo que morreu para nos salvar. Com isto, o nosso Salvador e a importância de seu sacrifício são totalmente descartados.

"Outra coisa que você facilmente verificará, é que as obras da Maçonaria são feitas com muito alarde, ou seja, quando se faz algo em prol de alguém necessitado, ou mesmo uma ajuda qualquer, eles fazem uma grande propaganda para que todos vejam o que está sendo feito. Isto é contrário às palavras de Cristo: "Mas quando tu deres esmola, não saiba a tua mão esquerda o que faz a tua direita".(Mateus 6:3). Se você se der ao trabalho de ler algumas obras Maçônicas, verificará que existem muitas coisas erradas, vistas pela ótica do autêntico Cristianismo.

"Portanto, se o amigo é Cristão, aconselho, com base em minha experiência, que nunca entre na Maçonaria, pois, como eu, um dia irá se arrepender. Digo isto, porque hoje sou um homem arrependido por ter feito parte daquela organização, não pelas pessoas que fazem parte dela, mas pelos seus ensinos.

"Devo também acrescentar que muitos dos Maçons são pessoas de boa vontade, muitos são sinceros, muitos são bem intencionados, muitos são religiosos, porém estão enganados. Diz-nos a Bíblia que "há caminhos que ao homem parece direito, mas o fim dele são os caminhos da morte". (Provérbios 14:12). Também digo que tenho muitos amigos que fazem parte da Maçonaria, mas isto não quer dizer que corrobore com eles de suas crenças." Depoimento de Mario persona.

O que respondi...: Quais profissoes sao licitas para um cristao?

O que respondi...: Quais profissoes sao licitas para um cristao?: "Você pergunta se é lícito um cristão ter um estabelecimento comercial (bar, restaurante, banca de revista, etc.) onde haja venda de cigarros..."

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

jesusliberta: O que significa Reino dos Céus?

jesusliberta: O que significa Reino dos Céus?: "O que significa Reino dos Ceus? Para entender o termo 'Reino dos Céus', é preciso entender que trata‑se de um aspecto de algo mais amplo. O..."

O que significa Reino dos Céus?

O que significa Reino dos Ceus?

Para entender o termo "Reino dos Céus", é preciso entender que trata‑se de um aspecto de algo mais amplo. O Reino de Deus é um termo genérico e inclui todos os outros aspectos do Reino, a saber, Reino dos Céus, Reino do Filho do Homem e Reino do Pai.

* Reino de Deus ‑ nos fala da manifestação de Cristo para os Seus (Mt. 12:28). Quando questionado sobre quando viria o Reino de Deus, Cristo respondeu: "o Reino de Deus está entre vós" (Lc. 17:21). Por Ele ter vindo para estar entre os Seus, o Reino de Deus era vindo (Mt. 12:28).
* Reino dos Céus ‑ é a presente forma do Reino. O Rei foi rejeitado, crucificado e, então, recebido nos céus. O Reino dos Céus inclui todos os que professam o cristianismo (mesmo falsamente). Todos, tanto os verdadeiros como os falsos convivem lado a lado no Reino dos Céus (Mt. 13).
* Reino do Filho do Homem e Reino do Pai ‑ À medida que termina o tempo do Reino dos Céus, o Reino torna‑se tanto o Reino do Pai (nos céus) como o Reino do Filho do Homem (na terra). O Reino do Filho do Homem virá em poder e glória (Mt. 25:31 e 24:30), e Cristo reinará na terra por 1000 anos. O Reino do Pai (nos céus) diz respeito àqueles que verdadeiramente creram durante a época do Reino dos Céus e foram reconhidos ao celeiro no céu como a boa semente (Mt. 13:30), devendo brilhar como o sol no Reino do Pai (Mt. 13:43). O Reino do Filho (sobre a terra) acontece simultaneamente com o Reino do Pai (nos céus). Quando o Reino do Filho do Homem terminar, o Filho do Homem entregará o Reino a Seu Pai (I Co. 15:24), fazendo com que o Reino seja o Reino do Pai para toda a eternidade.

domingo, 5 de setembro de 2010

JESUS FOI PREGAR NO INFERNO?

Jesus foi pregar no inferno?

Não, essa idéia decorre de uma interpretação errônea das passagens em 1 Pedro 3:19 e 4:6. Vou acrescentar comentários [entre chaves] para você entender melhor o significado do texto:

"Porque também Cristo padeceu uma vez pelos pecados, o justo pelos injustos, para levar-nos a Deus; mortificado, na verdade, na carne, mas vivificado pelo Espírito; No qual [Espírito] também foi, e pregou [por intermédio de Noé] aos espíritos [agora] em prisão; Os quais noutro tempo foram rebeldes, quando a longanimidade de Deus esperava nos dias de Noé, enquanto se preparava a arca; na qual poucas (isto é, oito) almas se salvaram pela água... Porque por isto foi pregado o evangelho também aos [que hoje estão] mortos, para que, na verdade, fossem julgados segundo os homens na carne, mas vivessem segundo Deus em espírito;"

Alguns acham que Jesus tenha descido ao Hades após sua morte para pregar aos condenados, mas não creio que seja assim. Que bem faria tal pregação? Para mim está bem claro quem pregou para aquelas pessoas: Noé.

Não quer dizer que o Senhor tenha ido pregar em algum lugar entre sua morte e ressurreição como acreditam alguns. O versículo diz que, no Espírito, Jesus pregou aos espíritos [agora] em prisão, os quais foram rebeldes à pregação de Noé. Em outras palavras, Noé pregou no Espírito de Cristo às pessoas de seu tempo, mas elas não creram, o que significa dizer que, por meio de Noé, era o próprio Senhor que estava falando a eles.

Digamos que hoje você pregue o evangelho a uma pessoa, ela não aceite, morra e vá para o hades. Pode-se dizer que você pregou a ela no Espírito de Cristo, ou seja, como se fosse Ele mesmo pregando a ela, não depois de morta, mas enquanto ainda vivia.

Não sei se fui claro. De qualquer modo, o Senhor não foi ao inferno ou ao hades pregar, mas as pessoas que estão lá já foram avisadas quando ainda viviam, seja por Noé ou por qualquer outro servo de Deus que tenha pregado no mesmo Espírito do Senhor. Isso tampouco dá qualquer idéia de purgatório, como querem alguns.

Porque que o cego foi expulso pelos judeus em joão 9 ???

Por que o cego foi expulso pelos judeus em João 9?

Os religiosos de sua época não podiam entender como é que o Senhor podia fazer tal milagre fora do sistema que eles tanto prezavam. O cego também não entendia muita coisa a princípio, mas de uma coisa ele tinha certeza: ele era cego, mas agora enxergava. Seus pais, por prezarem mais a religião exterior do que a verdadeira obra que Deus estava fazendo, não querem ficar mal com os sacerdotes e fariseus, e nada dizem. Muitas vezes não encontramos apoio para nossa fé nem mesmo entre os familiares.

O cego acaba sendo expulso com a alegação de que ele, que era nascido em pecado, estava querendo ensinar os mestres de Israel. E era exatamente isto: somente aquele que tomou consciência do seu pecado pode compreender alguma coisa de Deus. Paulo, que era um mestre em Israel, considerou tudo aquilo como esterco depois que entendeu que, dentre os pecadores, ele era o principal.

Mas o ponto onde quero chegar é que foi só depois de ser expulso, só depois de ser colocado fora do sistema religioso de sua época, é que o ex‑cego conhece de um modo mais completo Aquele que o havia curado. "Jesus ouviu que o tinham expulsado, e, encontrando‑o, disse‑lhe: Crês tu no Filho de Deus? Ele respondeu, e disse: Quem é ele, Senhor, para que nEle creia? E Jesus lhe disse: Tu já O tens visto, e é Aquele que fala contigo. Ele disse: Creio, Senhor. E O ADOROU" (Jo 9.35‑38).

Uma adoração completa não teria sido possível enquanto ele fosse cego, figura do estado em que nos encontramos quando ainda incrédulos. Mas também, mesmo de pois de estar enxergando, ele continuava em um sistema religioso que, embora zelosos de Deus e portadores das Escrituras, não reconhecia plenamente os direitos e reivindicações de Cristo. Foi preciso que saísse, ou fosse expulso, para conhecer melhor o Filho de Deus. E o Senhor sabia que o tinham expulsado, sabendo também que ele havia permanecido numa posição de corajosa fé diante dos líderes religiosos, não temendo as consequências. E o Senhor certamente deu‑lhe uma medida especial de revelação, pois aquele homem entende que Ele era Deus, e prostra‑se aos Seus pés em adoração.

Quão precioso é isto; podermos adorar o Senhor fora de tudo o que foi instituído pelo homem; podermos permanecer firmes, mesmo diante de todos os ataques, professando: Eu era cego e agora vejo!

O QUE É CONVERSÃO ???

O que é conversão?

Primeiro, é muito importante você entender que conversão é converter-se a Alguém. Tipo meia-volta, volver! Primeiro vem o sentimento do pecado e ruína:

Jeremias 31:
19 Na verdade que, depois que me converti, tive arrependimento; e depois que fui instruído, bati na minha coxa; fiquei confuso, e também me envergonhei; porque suportei o opróbrio da minha mocidade.

Depois é preciso entender que seu pecado e ruína foram pagos por um substituto na Cruz, que Ele é o Cordeiro de Deus, a consumação dos cordeiros inocentes que os judeus imolavam cada vez que pecavam. Converte-se a Cristo ou não se converte a coisa alguma. É preciso se ver perdido para pedir socorro a Quem pode salvar. Como fez o carcereiro, ao perguntar a Paulo:

Atos 16:
30 E, tirando-os para fora, disse: Senhores, que é necessário que eu faça para me salvar?
31 E eles disseram: Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo, tu e a tua casa.

O negócio é 8 ou 80. O que era cego, agora vê. O que estava morto, agora vive. É importante entender que Deus nos considera mortos espiritualmente antes de crermos. Qualquer tentativa de melhoria dessa natureza morta é o mesmo que maquiar cadáveres. Veja isto que foi escrito a pessoas convertidas:

Efésios 2:
1 E VOS vivificou, estando vós mortos em ofensas e pecados,
2 Em que noutro tempo andastes segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe das potestades do ar, do espírito que agora opera nos filhos da desobediência.
3 Entre os quais todos nós também antes andávamos nos desejos da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos por natureza filhos da ira, como os outros também.
4 Mas Deus, que é riquíssimo em misericórdia, pelo seu muito amor com que nos amou,
5 Estando nós ainda mortos em nossas ofensas, nos vivificou juntamente com Cristo (pela graça sois salvos),

Veja que uma das características do estado de morto era fazer a própria vontade, agir conforme seus próprios pensamentos. Esta preocupação grande com o "fazer" ao invés do "crer" é natural ao ser humano. Disso provém as religiões, sempre com longas listas de obrigações a serem cumpridas para talvez merecer um lugar no céu. Deus não pediu para fazer nada. Quer fazer a obra de Deus? Então leia isto:

João 6:
28 Disseram-lhe, pois: Que faremos para executarmos as obras de Deus?
29 Jesus respondeu, e disse-lhes: A obra de Deus é esta: Que creiais naquele que ele enviou.

Na conversão você ganha uma nova concepção de valores. Coisas que eram importantes já não são mais. Muita gente pensa na conversão como um processo no qual você é obrigado a abrir mão de uma porção de coisas. É claro que você acaba abrindo mão de uma porção de coisas, mas é por descobrir que nem tudo o que reluz é ouro. Quando você conhece a preciosidade de Cristo, fica mais fácil discernir o que é pirita e o que é ouro.

Cantares de Salomão 5:
9 Que é o teu amado mais do que outro amado, ó tu, a mais formosa entre as mulheres? Que é o teu amado mais do que outro amado, que tanto nos conjuras?
10 O meu amado é branco e rosado; ele é o primeiro entre dez mil.
11 A sua cabeça é como o ouro mais apurado, os seus cabelos são crespos, pretos como o corvo.
12 Os seus olhos são como os das pombas junto às correntes das águas, lavados em leite, postos em engaste.
13 As suas faces são como um canteiro de bálsamo, como flores perfumadas; os seus lábios são como lírios gotejando mirra com doce aroma.
14 As suas mãos são como anéis de ouro engastados de berilo; o seu ventre como alvo marfim, coberto de safiras.
15 As suas pernas como colunas de mármore colocadas sobre bases de ouro puro; o seu aspecto como o Líbano, excelente como os cedros.
16 A sua boca é muitíssimo suave, sim, ele é totalmente desejável. Tal é o meu amado, e tal o meu amigo, ó filhas de Jerusalém.



Outro ponto importante é entender que há um Caminho, não dois ou três. Veja isto:

1 Timóteo 1:
15 Esta é uma palavra fiel, e digna de toda a aceitação, que Cristo Jesus veio ao mundo, para salvar os pecadores, dos quais eu sou o principal.

Atos 4:12 E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos.

Finalmente, há aqueles que quase aceitam a Verdade, que dizem que falta pouco para se converterem. Cuidado com o quase...

Atos 26:
28 E disse Agripa a Paulo: Por pouco me queres persuadir a que me faça cristão!
29 E disse Paulo: Prouvera a Deus que, ou por pouco ou por muito, não somente tu, mas também todos quantos hoje me estão ouvindo, se tornassem tais qual eu sou, exceto estas cadeias

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

O QUE É DISPENSAÇÃO, CONCLUINDO!!!

O que significa dispensação?

Uma dispensação é a maneira como Deus trata com o homem durante um determinado período de tempo, quando o homem é provado e testado quanto à obediência a certas revelações definidas da vontade de Deus. Por exemplo, desde os dias de Moisés até Cristo o homem foi provado sob a Lei. O período atual é chamado de "dispensação da graça de Deus" (Ef 3.2). No Milênio o homem será provado sob o reinado pessoal de Cristo, sem a presença de um tentador (Satanás). É a chamada "dispensação da plenitude dos tempos" (Ef 1.10). Existem ao todo sete dispensações nas quais o homem tem sido provado: em inocência, em consciência (da expulsão do jardim do Éden ao dilúvio), em autoridade ou governo (do dilúvio a Abraão), sob a promessa (de Abraão a Lei), sob a Lei (da Lei a Cristo), sob a graça (de Cristo ao arrebatamento), sob o reinado pessoal de Cristo (da vinda de Cristo ao final do Milênio).(traduzido de "Outline of Prophetic Events ‑ Bruce Anstey)

O QUE É DISPENSAÇÃO??? PARTE 01

O que significa dispensação?
A palavra grega significa literalmente "administração de uma casa", e "economia" sendo, portanto, uma certa maneira de Deus tratar com o homem, na administração variada dos Seus desígnios em diferentes épocas. Ao revermos as diferentes administrações de Deus para com o homem, podemos notar o estado de inocência no Éden, embora isto não se enquadre bem no caráter de uma dispensação. Uma lei apenas foi dada a Adão e Eva, e exigia‑se obediência, tendo sido anunciada uma pena para o caso de falharem.

Isso foi seguido por um longo período de aproximadamente 1.600 anos até o dilúvio ‑‑ uma época de ausência de um tratar definido de Deus para com o homem, durante cujo período os homens corromperam os seus caminhos, e a terra se encheu de violência. O mundo foi então avisado por Deus por intermédio de Noé que foi um pregador da justiça; e Deus esperou, em benignidade, que houvesse arrependimento, enquanto era preparada a arca (1 Pd 3.20; 2 Pd 2.5). Eles não se arrependeram e o velho mundo foi destruído.

No mundo pós‑diluviano Deus estabeleceu o governo humano para com o próximo, ao mesmo tempo em que um conhecimento de Deus, como um Deus que julga o mal, foi espalhado pelos descendentes de Noé, o que faz com que tradições acerca do Dilúvio sejam encontradas hoje por todo o mundo. Esse foi um testemunho adicional para Deus. Seguiu‑se, então, a divisão da terra em várias nações e tribos, de acordo com suas famílias e línguas. Em meio a isso prevaleceu a ignorância acerca de Deus, apesar do testemunho do poder e divindade de Deus, e da admoestação da consciência, da qual é falado em Romanos 1 e 2.

Cerca de 360 anos após o dilúvio, teve início a era dos patriarcas com o chamado de Abraão, uma nova e soberana maneira de Deus tratar com o homem. Porém isto ficou restrito a Abraão e seus descendentes.
A dispensação da Lei veio em seguida, estritamente falando, o primeiro sistema publicamente estabelecido de Deus tratar com o homem, havendo sido administrado por anjos. Os oráculos de Deus foram dados a uma nação, a única nação sobre a terra que Deus reconheceu dessa forma (Am 3.2). Essa foi a dispensação do "Faça isso e viverá e será abençoado; desobedeça e será amaldiçoado". Essa dispensação teve três fases distintas: 1.) Cerca de 400 anos sob os Juízes, quando Deus deveria ser o Rei para o povo, mas quando na realidade cada um fazia aquilo que era justo aos seus próprios olhos. 2.) 500 anos como um reino sob uma linhagem real. 3.) 600 anos do cativeiro até a vinda de Cristo. Conectado a isso havia o testemunho profético: a lei e os profetas que foram até João (Lc 16.16).

Durante a "Dispensação da Lei" os tempos dos gentios tiveram início na supremacia política de Nabucodonosor, a cabeça de ouro e reis dos reis (Dn 2.37,38). Esses "tempos do gentios" continuam a ter ser curso, e continuarão até que o Senhor Jesus dê início ao Seu reino.

A Dispensação da graça e verdade teve início após a pregação de João Batista, pelo advento de Cristo. Durante esta dispensação o evangelho é pregado a toda criatura debaixo do céu, e acontece o chamado da Igreja, extendendo‑se como um parênteses, do dia de Pentecostes até o arrebatamento dos santos (At 2.1‑4; 1 Ts 4.13‑18). Paulo tinha uma "dispensação" especial a ele comissionada por Deus, tanto com respeito ao evangelho como ao cumprimento da palavra de Deus pela doutrina da igreja sendo o corpo de Cristo (1 Co 9.17; Ef 3.2,3; Cl 1.25,26).

A dispensação do Reino de Cristo sobre a terra durante o milênio é também chamada de dispensação da plenitude dos tempos (Ef 1.10; Ap 20.1‑6).

Sob estas variadas administrações, a bondade e fidelidade de Deus brilhou, e a ruína do homem fez‑se manifesta em todo lugar." (Concise Bible Dictionary).

A HORA É AGORA!!!

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